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quarta-feira, junho 19, 2019

A estupidez nacionalista

“Sin embargo, dado que las necesidades son ilimitadas y los recursos son escasos (de lo contrario estaríamos en Jauja), nunca sobran los recursos y el recurso central es el trabajo puesto que no puede generarse ningún bien o servicio sin el concurso del trabajo. Solo hay sobrante de trabajo (desocupación) cuando no se permiten arreglos salariales libres y voluntarios, es decir, cuando se imponen las también mal llamadas “conquistas sociales” concretadas en salarios superiores a las tasas de capitalización que son las únicas causas de ingresos en términos reales. Esa es la diferencia clave entre el Zimbabwe y Canadá, no es el clima, los recursos naturales o aquél galimatías denominado “raza” (las características físicas proceden de las ubicaciones geográficas, de allí es que los criminales nazis tatuaban y rapaban a sus víctimas para distinguirlas de sus victimarios). Lo que hace la diferencia son marcos institucionales civilizados que garantizan derechos. Sería muy atractivo que los salarios pudieran decidirse por decreto en cuyo caso podríamos ser todos millonarios pero las cosas no son así.
“Al igual que la incorporación de nueva tecnología o la liberación de aranceles aduaneros, la inmigración libera recursos materiales y humanos para producir otras cosas en la lista infinita de necesidades a las que nos referíamos con el interés del mundo empresario de capacitar para nuevos emprendimientos. Es lo que ocurrió con el hombre de la barra de hielo antes de las heladeras y con los fogoneros antes de las locomotoras modernas.”

quarta-feira, julho 18, 2018

A França é Multicultural


No filme de ficção, O Quinto Elemento, que para mim foi uma grande decepção começa com uma excelente piada: um arqueólogo francês busca uma pedra com poderes fantásticos que remontam a criação do universo quando atrás dele pousa uma nave gigantesca e sai dela um alien que mais parece um besouro gigante lhe falando em idioma incompreensível. Nisto, o francês baixinho com suas bermudas e chapéu cáqui fita o monstro e pergunta “você é alemão?” VALEU O FILME!
Pois é, para entendermos o sentimento nacionalista tem que se compreender este conceito um tanto em desuso, o ETNOCENTRISMO. Em desuso porque fica cada vez mais difícil no mundo globalizado falarmos em etnias quando se trata de choque de culturas nos países ricos, multiculturais que são. Mas eis que ele ressurge aqui e ali porque por mais que nos definamos e situemos em termos societários, “eu, fulano de tal, RG…, CPF…, morador da rua…., nacionalidade….” algo nos puxa vez ou outro para um lugar primal, algo de onde imaginamos ter saído, nossa tribo ou clã. Aí pode se dizer que a França mesmo não é essa dos jogadores que ganharam a Copa da Rússia, dos imigrantes africanos, árabes etc. Que a França tem sua história secular, suas conquistas, sua revolução etc. e tal. Caros, isto já foi, já morreu e reside ainda nos campos graças às tarifas impostas pela União Europeia que ainda dão sentido de sobrevivência àqueles camponeses teimosos que já deveriam ter migrado para as cidades. Morreu.
Façamos um exercício futurológico: suponhamos que Marie Le Pen, a ultra-nacionalista francesa que quase ganhou a eleição que disputou com Macron tivesse vencido e todas as fronteiras francesas fossem fechadas e mais nenhum imigrante entrasse no país, certo? Em algumas décadas, a França será cada vez menos gaulesa e cada vez mais afro-árabe, cada vez menos branca e cada vez mais morena por uma razão bastante simples: a taxa de fecundidade feminina dos antigos franceses é declinante e a dos árabes e africanos é alta, das mais altas do mundo. Enquanto que as primeiras mantém na melhor das hipóteses dois filhos por mulher, o que não repõe a população perdida (morrem dois primeiro que são o casal e ficam dois que são os filhos), os imigrantes e seus descendentes têm quatro, seis filhos. O mesmo raciocínio senhores vale para a Alemanha ou Hungria, países que ocasionalmente têm taxas negativas de crescimento, ou seja, perdem população.
Então meus caros, O MULTICULTURALISMO VEIO PARA FICAR. Acostumem-se, os minaretes das mesquitas despontarão cada vez mais no horizonte juntamente às torres das igrejas e contentem-se se estas não forem derrubadas. Mas há algo que se possa fazer? Sim, há algo…
Se tu for um podre racista, que se foda, teu tempo já era, te suicide diabo! Agora, se tu pensa no legado da cultura europeia antiga, então, que se aplique normas de integração, como alguns países têm feito (ex.: Dinamarca) e negue outras, lenientes e inconsequentes (ex.: Suécia), mas isto é outro capítulo, outra nota, outro pequeno artigo…
Agora comemorem e torçam para que a coordenação da seleção francesa seja a mesma inspiração para aplicação da lei e da ordem nos subúrbios franceses. Quem sabe o futuro distópico que os puristas tanto temem seja um mero delírio de pouca fé e esperança.
Anselmo Heidrich
18–07–2018

quarta-feira, setembro 20, 2017

Assistencialismo Populista na França

Eu já vi este filme outras vezes, aqui mesmo no Brasil, só que não com imigrantes e refugiados africanos ou asiáticos e sim com "sem terra", p.ex. Eles acampam em áreas visíveis gerando nítido constrangimento social e obrigando os governos a disponibilizarem uma área que, geralmente, não vem sem outros subsídios como alojamento, alimentação e assistência em geral. O que se vê ora em curso na França - e não foi por acaso que se deslocaram para uma universidade onde se sabe que contarão com aliados barulhentos de sua causa - é um processo de transferência de renda através de uma pressão psicossocial. O marketing político é o que conta e governos mais sensíveis à questão (que se elegeram com uma retórica apaziguadora) como o de Macron se vê em débito com seus eleitores para por uma solução ao problema. E a 'solução' dificilmente vem do trabalho e estudo, mas do assistencialismo populista. Como retrata a matéria, muitos deles já estavam na França há anos, por que agora, somente agora acamparam em uma universidade então? E ainda tentaram migrar para o Reino Unido quando estavam acampados na "Selva de Calais". Há algo de muito podre nisto tudo e, certamente, deve ter envolvimento de agências de direitos humanos e ongs, eu aposto. Com todo o respeito às almas mais sensíveis, este tipo de 'solução' só ajudará a incrementar a xenofobia devido a não integração efetiva desses imigrantes. E com ela, o racismo... Se querem mesmo ajudar os imigrantes, eles têm que se condicionar ao mercado de trabalho e isto implica em cursos onde, obrigatoriamente, terão que aprender o idioma e adotar posturas condizentes com a sociedade que os acolheu. Sem mais... http://bit.ly/2fgDIfl

domingo, novembro 13, 2016

Trump quer imigrantes (legais)





Óbvio que Trump aprova imigrantes legais, mas até aí não tem
diferença nenhuma em relação a nenhum outro presidente de ontem e hoje. O vídeo
é um factoide de campanha. E se, o presidente que mais teria deportado
imigrantes ilegais, foi Barack Obama, então pelos próprios critérios de Trump,
Obama teria sido um bom presidente. Use a lógica...


O que está em jogo é outra coisa. Vocês já ouviram falar da
estratégia das tesouras, certo? Normalmente, ela é utilizada como explicação,
no Brasil, para definir um espectro de partidos limitados à esquerda ou
centro-esquerda, o PSDB é definido como "direita". Ora! Da mesma
forma, por que esta estratégia não estaria sendo utilizada nos Estados Unidos?!
O que mais se aproximou do liberalismo como entendemos, já era, não existe
mais. Claro que há exceções, pontos aqui e ali de um ou outro candidato, mas
(notem...) em matéria de política econômica, não vejo diferença substancial
entre o socialista Bernie Sanders que perdeu as primárias para Hillary Clinton
e o próprio Donald Trump, com seu protecionismo a la Getúlio Vargas. A
estratégia de tesouras na América limita abordagens mais ou menos
protecionistas, mas todas elas dependentes desta matriz político-econômica. É
muita pobreza intelectual.

A esquerda ganhou com esse cara, quem comemora são
direitistas que foram utilizados pelo mainstream em um tipo de estratégia
reversa. Talvez os próprios jornalistas críticos de Trump não o percebam, mas
colaboraram para sua vitória ao limitar o debate político pré-eleitoral a temas
mundanos. Uma pena, porque daí sim veríamos a diferença (se é que havia alguma)
entre Hillary e Trump.



Anselmo Heidrich

Obama & Trump: mais próximos do que você imagina



 Obama deportou mais imigrantes ilegais no 1º mandato que Bush em oito anos http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/nyt/2013-03-23/obama-deportou-mais-imigrantes-ilegais-no-1-mandato-que-bush-em-oito-anos.html

Pelo mesmo critério advogado pelos trumpetes (de deportar imigrantes ilegais) por que OBAMA não seria um BOM presidente? Não dá para entender estes direitistas (análogos aos esquerdistas) que seguem cegamente qualquer um. Não são ideólogos, são cheerleaders ensandecidas.
Anselmo Heidrich

segunda-feira, novembro 23, 2015

Socialização americana VS. Apartheid europeu


De que modo o sistema americano é superior aos europeus na assimilação de imigrantes e como isto pode refletir positivamente na dissuasão do terrorismo?

[Socialização americana v. Apartheid europeu https://youtu.be/i4sRi_7iVrQ?list=PLIvRyHK-Wb1gZP5MTvn4omDfJmhfTArb0]
....

quarta-feira, agosto 17, 2011

Reação inglesa



Abaixo, eu concordo com praticamente tudo que Janer escreveu. Com o essencial, mas gostaria de ter certeza sobre a maioria ser descendente de imigrantes ou imigrante. Empiricamente, posso até achar isso, mas queria ter acesso a algo mais concreto, dados se é que divulgam isto no R.U. No entanto, sendo ou não sendo maioria, com certeza contingente significativo destes grupos integra sim as hostes do lumpen-punk que assola o R.U., particularmente, a Inglaterra desde o final dos anos 70. Aliás, rótulo apropriado mesmo: podre. 
Agora, este Estado de Bem Estar Social que não tem ligações com a produção, tem que acabar mesmo. Dar chance de educação a quem cospe neste prato não tem sentido, dar direito à expressão a quem visa por fim a própria liberdade de expressão é um paradoxo. Cameron tem em mãos a chance de ser lembrado como grande líder no futuro. Goro que tenha sucesso.

...

quinta-feira, agosto 11, 2011

Quem odeia, educa


A matéria sobre os distúrbios em Londres English Riots, Moral Relativism, Gun Control, and the Welfare State acerta no alvo. Não se trata de culpar os imigrantes ou seus descendentes, mas a não exposição dos insurgentes em mídia brasileira e apenas comentários com a expressão "bairros multirraciais" indica que há presença daquele elemento. Por causa da raça ocorreram os distúrbios? Da cultura? Evidente que não, se não eu não teria colocado uma matéria que dá um rumo diferente para as explicações. Acontece que a perda moral recai, sobretudo, nessas camadas populacionais porque elas são mais expostas, justamente, ao amparo (e desestímulo) estatal. Na medida em que não lutam por si e, portanto, não adquirem o estofo moral de quem vive por conta própria se tornam o alvo de si próprios. A matéria, feliz em minha opinião, ainda mostra outros imigrantes ou de ascendência estrangeira (coreanos em L.A. e turcos em Londres) que, ao contrário de qualquer insurgente vândalo estão justamente lutando por defender seu patrimônio. Então, tu perguntaria (imagino) por que a insistência em mostrar o rosto dos baderneiros? Ora! Por que não? Em minha opinião, mostrar quem são, se filhos de imigrantes, árabes, muçulmanos da África Setentrional ou brancos não serve para estigmatizar tais grupos (embora eu reconheça que muitas pessoas assim o farão), mas serve para mostrar o fim, ou produto adquirido com as políticas sociais que ao invés de integrar o indivíduo acabam tendo efeito contrário.


Não me surpreendeu nem um pouco que um professor estivesse entre eles.




E um menor de 11 anos que a mãe deve mimar a vontade.

Aqui seguem trechos que escrevi para alguém que acusava a segregação como a responsável pelos distúrbios em Londres...