Perfeito: Geofactualidades: Agricultura vertical em Singapura. Vejam a economia de espaço, aproveitamento de energia e qualidade dos produtos. Realmente, cada vez mais, creio que o futuro está reservado às "cidades-estado", como é o país chamado Singapura. Claro que há aí uma boa dose de wishful thinking e utopia de minha parte, pois o futuro também é de caos no horizonte, mas o futuro que perdurará e trará esperança à humanidade é, como sempre foi, aquele calcado na ciência, tecnologia, transparência e agora, uma administração mais próxima ao cidadão, dando um caráter de cidade ao lugar em que se vive. Divagações a parte vejam o vídeo e imaginem uma rede de cidades onde os futuros mapas não representaram espaços terrestres divididos por linhas grossas ou marcas d'água coloridas e sim pontos ou manchas de maior extensão ligados entre si por linhas de fluxos cada vez mais intensos. Como processos intermediários, federações se formarão para se unir mais tarde deixando os estados-nações na memória e nos museus das realizações humanas.
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sexta-feira, dezembro 20, 2013
quinta-feira, julho 26, 2012
sábado, março 17, 2012
O açaí ganhou o mundo, mas é pouco
"O açaí é de importância incalculável para a região amazônica em virtude de sua utilização constante por grande parte da população, tornando-se impossível, nas condições atuais de produção e mercado, a obtenção de dados exatos sobre sua comercialização. A falta de controle nas vendas, bem como a inexistência de uma produção racionalizada, uma vez que a matéria-prima consumida apoia-se pura e simplesmente no extrativismo e comercialização direta, também impedem a constituição de números exatos."
E devido a esta desorganização se sentem no direito de proibir a comercialização do nome por estrangeiros. Patético.
A fruta ganhou o mundo? E os sucos, extratos, doces e marcas que poderiam ser comercializados, caso a propriedade fosse respeitada? Podemos mais, muito mais que a mera exportação da commodity, se tivéssemos segurança institucional.
sexta-feira, setembro 09, 2011
quinta-feira, setembro 23, 2004
Preocupação ambiental dá dinheiro
Tratamento dos efluentes líquidos na Eliane: desenvolvimento sustentável Foto: Divulgação Estar em dia com as mais rígidas normas da responsabilidade ambiental não é apenas uma obrigação. É também uma boa receita para cortar custos. Um grupo de 26 empresas catarinenses investiu R$ 2,2 milhões em ferramentas de Produção Mais Limpa (PML) e conseguiu obter um retorno cinco vezes maior. Com a ajuda do Instituto Euvaldo Lodi (IEL) da Fiesc, as companhias identificaram 225 pontos que poderiam ser melhorados nos seus processos industriais. O investimento retornou rapidamente, com a redução dos resíduos sólidos, do consumo de água e de energia elétrica. "Os benefícios ambientais e econômicos alcançados pela implantação da PML superaram nossas expectativas", comemora Leandro Medeiros, diretor industrial da Eliane, uma das companhias que participa do projeto. Segundo João Stramosk, presidente da Metalúrgica Riosulense, de Rio do Sul (SC), a identificação precisa dos resíduos gerados na produção resultou em um retorno de cerca de R$ 1,5 milhão por ano. A metodologia do PML, seus resultados e o potencial para identificar inovação nas empresas serão apresentados no seminário "Caminhos para Inovação Tecnológica e Sustentabilidade", que acontece dias 22 e 23 de setembro em Joinville (SC). (Sílvia Lisboa) Link relacionado:
http://amanha.terra.com.br/ Newsletter diária - 20/09/2004
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