JÁ PASSOU DA HORA!
ESTA HISTÓRIA DE BOLSA-FAMÍLIA não passa de compra de votos,
INSTITUCIONALIZADA! Uma coisa é promover uma ajuda provisória, como bem disse a
jornalista, para que haja tempo e preparação de massa de pobres entrarem no mercado de trabalho. Mas, se
isto não está ocorrendo, das duas uma, ou não estão promovendo o mais
importante que seria uma educação funcional, com vistas ao trabalho e autonomia
social OU não passa disso mesmo, de criar uma massa de dependentes, parasitas políticos
para usufruto partidário. Se não for nenhuma das duas alternativas, são as duas
concomitantemente, o que é pior!
Outra notinha: tem gente que diz que manifestar a
opinião assim "não é jornalismo"... Ora, o que é
"jornalismo" então, vender jornal?! Eu prefiro opiniões consistentes,
mesmo que contrárias, do que fingimento de neutralidade, enquanto que se vende
o peixe de modo subentendido, implícito, a guisa de neutralidade, mas com
proselitismo político-ideológico embutido. Em países mais avançados
institucionalmente se compra a mídia que se quer, o fato mesmo é levantado por
agências especializadas, mas os jornais são de opinião. Só mesmo em um país de
mancomunados com o poder, onde todos sonham em ser "chapa-branca"
para se achar que o discurso da neutralidade vende. A esquerda, cuja base
anencéfala de militantes diz a todo hora que a realidade exige que se tome
partido, mas quando seus jornalistas berram, a primeira coisa que dizem é
"a mídia é parcial". Ora! Eles são o que então?! Cordeirinhos ingênuos?!
Ah! Vão plantar batatas, bando de hipócritas! O que esta jornalista aí disse
foi a mais pura verdade e ela ainda é ética, pois primeiro noticia e só depois
então dá sua opinião, clara, concisa e honesta. Em sua narrativa fica claro
onde termina o fato e onde começa a visão e opinião próprias, ao contrário de
esgotos ideológicos como Carta Capita e Caros Amigos que desde o início da
matéria até o fim não passam de uma deturpação informativa com julgamento.
Agora, se em um meio onde se tem mais divulgação e
discussão como a TV ou internet já é assim, cheio de gente falando em
"imparcialidade", "neutralidade", mas que não faz outra
coisa senão empurrar seus preconceitos e ignorância goela abaixo dos outros,
imaginem na academia onde alunos que ousam discordar são chamados de
"reaças", de "alienados" ou coisa pior? Por isto que eu
defendo a privatização do ensino público superior. Não sou ingênuo, o ensino privado
está cheio de marxistas e freireanos com preguiça mental, mas pelo menos neste
caso, não sou eu que estou custeando filhinho de papai para brincar de
revolucionário e criar campus com autonomia onde a segurança pública tem que
pedir licença para entrar.
Cada um que pague por sua ilusão e falsa
consciência. Eu é que não quero pagar por discurso hipócrita de neutralidade.
Sim, sou contra a permanência do bolsa-família sem prazo e método para mudar,
sem planejamento de evolução para as famílias que dele dependem. Assino
embaixo, meu nome é Anselmo Heidrich.
Quem concorda comigo que assine aqui: