Não Culpe o Capitalismo



Pessoal, eu,

Anselmo Heidrich, o Fernando Raphael Ferro de Lima e o Luis Lopes Diniz Filho,

administradores dos blogs


respectivamente, acabamos de lançar um libelo da GEOGRAFIA ANTI-MARXISTA, o 1º do país!

Prestigiem...

Compre o livro NÃO CULPE O CAPITALISMO nos links abaixo:




domingo, julho 01, 2012

Elegia ao espaço público / Elegy to the public space


Este é o tipo de assunto que passa desapercebido da maioria de nossas considerações e, sinceramente, a falta de espaço público é um fator que amplifica nossa falta de sociabilidade. Estranhamente, nossos estatistas de plantão não atentam para isto como um grave problema. Para dizer a verdade, nunca os vi considerando isto como um problema. Já, os liberais fundamentalistas, leia-se “libertários” em seu mito do “Homem Econômico Racional”, como se tudo fosse orientado pelo objetivo do lucro, não percebem que um motor capitalista competitivo depende de uma sociedade minimamente estável e esta estabilidade não se dá apenas por uma maior renda média.

Cresci em uma periferia urbana, com poucos carros, mas calçamento e esgotamento sanitário completo, com um grande campo a nossa frente (havia poucas favelas) à época. Não, não se trata de saudosismo barato, hoje há inúmeros elementos que trazem superioridade em nossa qualidade de vida, mas outros não precisavam ser perdidos e o espaço livre, parques e praças são cada vez mais escassos. No entanto, em muitas cidades brasileiras, o terreno baldio toma o lugar do que deveria ser oficial, um espaço público por excelência com ordem. Esta ordem funciona apropriadamente quando o mesmo espaço é ocupado pelos cidadãos. Cidadãos estes que não preciso chamá-los “de bem”, pois os outros, rebotalhos, ralé, lixo fugiam como ratos pela presença destes. A partir de um certo momento, eu infiro que seja nos anos 70, mas pode ter sido antes, as pessoas foram tirando suas cadeiras das calçadas e levando-as para dentro de onde saia uma luz azulada. Era o início do fim da estabilidade...
Cf.: 571 - The Great Indoors, or Childhood's End? | Strange Maps | Big Think
/

This is the kind of issue that goes unnoticed by most of our considerations, and frankly the lack of public space is a factor that amplifies our lack of sociability. Strangely, our statists do not look on call at this as a serious problem. To tell the truth, considering I never saw this as a problem. Already, the liberal fundamentalists, read "libertarian" in their myth of the "Rational Economic Man," as if it were guided by the goal of profit, do not realize that an engine depends on a competitive capitalist society minimally stable and this stability is not done only by a higher average income.

I grew up in an urban periphery, with few cars, but paving and sanitation, complete with a large field in front of us (there were few slums) at the time. No, it is not cheap nostalgia, today there are numerous elements that have superiority in our quality of life, but others need not be lost and the free space, parks and squares are increasingly scarce. However, in many Brazilian cities, the vacant lot takes the place of what should be official, a public space par excellence in order. This command works properly even when the space is occupied by citizens. These citizens do not need to call them "good" for others, leftovers, scum, trash fleeing like rats by their presence. From a certain point, I infer that it is in the 70s, but may have been before, people were taking their seats sidewalks and bringing them inside where they get off a bluish light. Was the top end of the stability ...
See: 571 - The Great Indoors, or Childhood's End? | Strange Maps | Big Think

Nenhum comentário:

Postar um comentário