Excelente entrevista que ensina o básico. Se pensássemos a educação como este sujeito pensa a economia em geral não estaríamos tão mal como estamos. Como se quer melhorar o sistema de ensino e a educação sem um objetivo, meta? Como podemos almejar melhorar alguma coisa se não há avaliação (externa), uma auditoria da categoria profissional que se diz responsável, primordial pelo processo educacional, os professores? Assim como a abertura comercial só faria melhorar a economia como um todo deixando a proteção estagnadora para trás é a mesma coisa no que se refere à estabilidade do servidor público, para os professores da rede pública em especial. Não há como fazê-los se mexer se a garantia de permanecer no emprego não passa por um processo que leve em conta o desempenho, nem estes critérios estejam claros para profissionais e clientes, sejam eles alunos ou responsáveis por estes. A propósito chega a ser risível que professores reclamem de alunos e seu desinteresse na medida que eles próprios não dão mostras, o chamado bom exemplo, para que os alunos se espelhem e façam similarmente. Faltando do jeito que faltam e perdendo tempo com bobagens como 'dinâmicas', projetos, chamadas em sala de aula e outras bobagens que só servem para se perder tempo e não trabalhar, o aluno nunca entenderá que as aulas deveriam ser para prestar atenção, copiar, escrever e responder/debater do início ao fim. Algo óbvio...
http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/entrevistas/ 20150525/brasil-precisa- urgentemente-abrir-mais- economia/263107.shtml