quarta-feira, junho 29, 2016

12 CONSIDERAÇÕES SOBRE A SAÍDA DO REINO UNIDO DA UE


Por João César de Melo, publicado pelo Instituto Liberal

Pela histeria da mídia internacional, parece que a Rainha Elizabeth declarou guerra contra o resto da Europa e a RAF bombardeou Paris. Vamos, então, esclarecer algumas coisas:1 – O artigo 50 do Tratado de Lisboa, assinado em 2007, concede a qualquer país o direito de sair da União Europeia. Diante disso, pergunto: Qual o absurdo na decisão da população do Reino Unido?Respondo: Não há absurdo. Há, apenas, o inconformismo da grande imprensa e da intelligentsia internacional que tenta, a todo custo, formar um arquétipo social, econômico e político. O velhíssimo cacoete comunista de controlar tudo e todos.2 – Através de um processo democrático, foi eleito um prefeito muçulmano em Londres. A esquerda comemorou.Através de um processo democrático, foi decidida a saída do Reino Unido da União Europeia. A esquerda se descabelou. Quer anular o plebiscito.Isso demonstra que para a esquerda a democracia é uma conveniência, não um princípio. Festejam quando a maioria apoia suas ideias. Desqualificam quando a maioria as rejeita.Ao menosprezar que o voto pelo Brexit foi uma decisão majoritariamente dos cidadãos mais pobres de cidades pequenas, torna-se evidente que os ideais “progressistas” são ideais elitistas. São os mais ricos que desejam permanecer na União Europeia.3 – Sim, o movimento pela saída da UE foi promovido por grupos xenófobos, mas isso não desqualifica o resultado, tampouco seu benefício.Há uma grande distância entre a saída da UE e a imposição de políticas xenófobas no Reino Unido. Cabe a sociedade regular as ações do governo.Apesar do perfil xenófobo da liderança do movimento Brexit, a população que votou em seu favor não é necessariamente xenófoba no sentido que a grande imprensa sistematicamente tenta nos fazer crer. Os eleitores do Brexit apenas se sentem coagidos por serem obrigados a sustentar uma política de imigração praticamente sem controle e que despeja nas pequenas cidades dezenas de milhares de pessoas que, apenas por estarem ali, passam a receber todo tipo de ajuda do governo sem estarem sujeitos a quaisquer responsabilidades, sequer ao compromisso de respeitar a cultura e a religião local.Será mesmo tão difícil se colocar no lugar de um cidadão comum, que vive numa mesma região desde quando nasceu, que trabalha duro todos os dias e que de repente começa a ver pessoas de outra cultura e religião se instalando ao seu redor à custa dos impostos que ele paga porque assim foi decidido por burocratas em Bruxelas?O fato não explorado pela grande mídia: A maioria dos imigrantes muçulmanos opta por países como Alemanha e Reino Unido apenas visando seus programas sociais; e neles se instalam sem o interesse em se integrar à sociedade e à cultura local; não raro, cobrando que o governo adote políticas de acordo com a religião deles. Isso é justo?Quem, que defende isso, aceitaria em sua casa um visitante que impusesse a todos seus próprios hábitos?4 – Além da questão da imigração, há também a insatisfação dos pequenos empresários com as regulações da UE, que beneficiam principalmente a grande indústria. O mesmo acordo que aboliu alfândegas e impostos também criou uma série de normas e burocracias. Com toda certeza, os burocratas que assinam essas medidas não tem noção de como elas encarecem e desgastam a vida de um pequeno empresário.5 – O termo União Europeia se transformou em eufemismo de distribuição de lucros e prejuízos entre os países, punindo governos austeros e premiando governos irresponsáveis.A Grécia cometeu graves erros de administração, ocultou seus dados por alguns anos e quando a bomba estourou, mandou a conta para a União Europeia, que a repassou para todos os países do bloco. Isso é justo?6 – Os custos com o acolhimento de imigrantes também são distribuídos entre todos os países, a despeito da opinião da população residente.Para os burocratas sediados em Bruxelas e para os anjinhos socialistas de todo o mundo que amam os imigrantes com os quais não convivem, é muito fácil arbitrar que esse ou aquele país tem que receber imigrantes e ponto final. Difícil é a situação do cidadão comum que não é apenas obrigado a sustentar isso, mas também a tolerar aqueles que sequer respeitam sua cultura e religião.7 – Para manter o livre trânsito de pessoas e mercadorias não é necessária uma caríssima (mais de 140 bilhões de Euros em 2015) estrutura política-burocrática como a União Europeia. Bastam assinaturas. Acordos podem ser firmados a partir de simples reuniões.8 – A ideia de que os países europeus precisam da UE para se evitar conflitos não passa de um capricho socialista, pelas razões descritas na primeira consideração.A humanidade amadureceu na medida em que o capitalismo se desenvolveu. O mundo civilizado aprendeu que é muito mais vantajoso estreitar relações comerciais do que invadir o vizinho para se apossar de suas riquezas. A Europa de hoje não é mais a Europa de um século atrás.9 – O mundo não vai acabar por causa disso. Pouco ou nada mudará com a saída do Reino Unido da União Europeia. Acordos comerciais e políticos serão feitos caso a caso. O país continuará recebendo imigrantes, porém, a partir de seus próprios critérios, o que é um direito deles – assim como o é a cada indivíduo, que seleciona suas amizades a partir de afeições e interesses.10 – A imigração não é um problema em si. O problema é a concessão de benefícios aos imigrantes. Primeiro, porque não é justo que cidadãos locais sejam obrigados a arcar com os custos de recém-chegados com os quais não têm qualquer relação ou afinidade. Segundo, porque quando um país se oferece para recebê-los, cria-se automaticamente uma demanda e o interesse político.11 – Quem não está satisfeito com a situação de seu país tem todo o direito de buscar outro, porém, sem lhe cobrar nada além de liberdade para trabalhar.12 – Pessoas que se sensibilizam com o drama dos imigrantes, que acham que eles merecem ajuda, devem se organizar para esse fim, dispor de seus próprios recursos para socorrê-los. O que não pode ser feito é cobrar que os governos obriguem todos a viabilizar isso.Pessoas é que devem ajudar pessoas. Voluntariamente. 
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Entre outros absurdos se encontra o fato dessas economias mais desenvolvidas europeias tenham que sustentar outras, claramente perdulárias, como a da Grécia por questões geopolíticas. De crise em crise se formou uma consciência de quem viu (isto é importante), o bloco decair. Agora querem imputar a pecha de "ultraconservadores" e "xenófobos" ao eleitor idoso que, no passado, foi justamente aquele que referendou através de seus representantes eleitos que se atrelassem à União. Ora! Ele deve ser observado, justamente pela sua decepção, por reconsiderar sua opinião no passado. Será que nossos críticos politicamente corretos não deveriam, no mínimo, prestar atenção nas razões do eleitor que, democraticamente, votou pelo fim da incorporação à União Europeia? Mas, não... Arrogantemente, eles acham que sabem de tudo, que são especialistas e que o eleitor médio não passa de um pobre ignorante. Erraram! Salve o Reino Unido! Sigam seus rumos livremente...

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Separatismo Paulista 01


 
Imagem: jornalggn.com.br
Se for uma questão de PIB apenas, então caberia a separação do pujante interior paulista em relação a sua metrópole, já que o PI B regional é maior do que o da capital. E, de quebra, se desvincilhar do pobre Vale do Ribeira de Iguape, região economicamente mais atrasada do estado.

Vê-se também a falta de visão econômica do ilustre entrevistado "favorecer a indústria"... Ora, foi por essas e outras que a indústria nacional, paulista incluso não aprendeu a competir, vivendo de mordomias protecionistas.

Enfim, querem fundar um novo país, que vão à luta, mas pelo menos com mais conhecimento e senso lógico.

Cf. Movimento São Paulo Livre: 'Queremos fundar um novo país' http://blogs.oglobo.globo.com/gente-boa/post/movimento-sao-paulo-livre-queremos-fundar-um-novo-pais.html?utm_source=Twitter&utm_medium=Social&utm_campaign=compartilhar

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sábado, junho 25, 2016

Vouchers e Charter School


 
A charge acima retrata muito bem o preconceito que se tem contra a charter school e esquece (esquece?) de apontar o verdadeiro buraco dos recursos públicos na educação, que é a sua má gestão e descaso com sua eficiência (imagem: delawareonline.com).
Os vouchers e, melhor, as charter school são, justamente, para a "população desassistida". Tais medidas não são para alunos de maior renda. O Pro-Uni, nada mais é do que o sistema de vouchers aplicado ao Ensino Superior, p.ex. Prefiro ainda as charter porque a cobrança de melhoria não incide somente nos alunos (como nos vouchers), mas nos professores igualmente. Ao contrário do que se diz, é o caminho para renovar o ensino público, pois introduz o critério meritocrático dentro do ensino público e este é o nó górdio da questão.

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quinta-feira, junho 23, 2016

Tem algo errado no ensino privado em Santa Catarina?


Sérgio Roberto, professor de história em Chapecó critica os baixos salários do setor privado em sua região:
Cf. Sem frescura: Tem algo errado no ensino privado.: Falar sobre educação é necessário e sempre muito importante, principalmente porque sabemos das enormes carências e deficiências que ainda t... 
Os baixos salários dos professores da rede privada em Santa Catarina são compreensíveis, embora imorais e injustificáveis se tomarmos em consideração que esta deveria ser uma das principais políticas públicas no país. Mas, são compreensíveis exatamente porque o estado detém a menor taxa de natalidade do país, logo de reposição de jovens no mercado de trabalho, nativos, catarinenses mesmo. O efeito disto é lógico: há menos demanda pelos serviços educacionais e os professores não tem sua oferta reduzida na mesma proporção, o que leva a um excesso de oferta desses profissionais. O resto é Lei da Oferta e Procura, muita banana na feira, banana em promoção. Triste, duro ouvir isso, mas estamos oferecendo muitos profissionais e, cá entre nós, de nível cada vez mais sofrível em um estado com cada vez menos jovens (proporcionalmente falando). Como se tudo isto não bastasse, ainda temos uma elevada taxa de evasão no ensino médio. Como resolver? Valorizando, i.e., pagando melhor o profissional da rede pública porque isto reflete no setor privado. Se não há fundos para tanto deve se reconfigurar os gastos públicos para setores essenciais (Educação, Saúde e Segurança) que, como bem sabemos, tem sido muito mal gastos neste país. 

Anselmo Heidrich
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quarta-feira, junho 22, 2016

NEM OS SANTOS CONDENARAM A SANTA INQUISIÇÃO


segunda-feira, abril 25, 2005
NEM OS SANTOS CONDENARAM
A SANTA INQUISIÇÃO

Em artigo para o MSM (http://www.midiasemmascara.org/artigo.php?sid=3557), Marcelo Moura diz que afirmei que a Igreja desejava que quem dela discordasse fosse para o inferno. E continua: "Essa é a razão pela qual falei da Inquisição, para explicar que uma simples discordância nunca foi motivo para a existência da Inquisição". Não é bem assim. Afirmei que ao declarar "Nós queremos que o Papa queime vivo no inferno", Hebe de Bonafini demonstrou ser simpatizante dos métodos usados pela Igreja na Idade Média. Mas atenção: inferno e inquisição são coisas distintas. O inferno existe na mitologia grega (o Hades), nas religiões hebraica (Xeol ou Geena), islâmica e até mesmo budista (o samsara). No catolicismo é concebido como um lugar de condenação eterna. O inferno é criação de teólogos e sua origem se esconde no início dos tempos.

EUA na Guerra do Vietnã: como relatar uma luta de boxing com um único lutador



 ·        "Voltando ao mundo real" (~1:45)... Quer dizer então, que até agora, tudo que foi mencionado não passou de ficção? Imaginação histórica? Será que uma visão materialista suplanta, elimina a cultura política, a ideologia como fatos que tem consequências?

·        "Os EUA nunca declararam guerra ao Vietnã" (~2:40)... E por que deveriam, se eles não guerrearam contra o país? Uma vez que não só os EUA, mas boa parte da população, do povo vietnamita não aceitava a imposição econômica e política comunista, por que teríamos que assumir que esta facção representava o Vietnã, como um todo? Pode-se criticar o envolvimento americano antes da guerra propriamente dita interferindo na política do país, não há dúvida, mas dizer que a intervenção militar americana foi contra o país, Vietnã é um sofisma. Foi sim contra os vietcongues e o comunismo, o que se explica muito bem em termos geopolíticos.
 
·        Por volta dos 3min de vídeo, tu descreves muito bem os detalhes das operações militares, os bombardeios etc. E tem que descrever mesmo, mas me causa muito espanto que a URSS seja um FANTASMA neste cenário! O que ela fez? O que ela subsidiou? Não há o que pesquisar a este respeito? Tampouco vi citações sobre perseguições impostas pelos vietcongues aos sulistas, atrocidades, minas etc. Tua narrativa é de UM único vilão contra vítimas indefesas que nada tiveram a ver com isto anteriormente.

Filipe, teu vídeo é profissional, muito bem feito, claro, didático, culto etc., mas não é honesto, intelectualmente falando. Embora não exista neutralidade científica, nem por isto devemos nos furtar à OBJETIVIDADE CIENTÍFICA (cf. Weber e Popper). Eu duvido que quando fizeres um vídeo sobre o Afeganistão a partir da invasão soviética (o Afeganistão, como deves saber é tido como "o Vietnã da URSS"), tu não irás mencionar ou minimizar a participação (bem conhecida, aliás) dos EUA no conflito. Duvido.
Tu podes ser de esquerda, o que for, mas não omita fatos importantes. Só isso que peço. Parabéns
pelo vídeo, de qualquer jeito, mas mandei um dislike. Ele pode ser ESTETICAMENTE BEM FEITO, mas foi ETICAMENTE MAL FEITO.
Abraço,
Anselmo Heidrich

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terça-feira, junho 21, 2016

Tomatadas: Bolsonaro, Wyllys e a miséria da política brasilei...



#NemBolsonaroNemWillys Leiam e vejam quem é o maior responsável pela ascensão dos irracionais:

Tomatadas: Bolsonaro, Wyllys e a miséria da política brasilei...: Recentemente, comentei que Jair Bolsonaro possui ideias afinadas com as do fascismo italiano, afirmação essa embasada numa pesquisa organiz...

domingo, junho 19, 2016

Violência Escolar 01


Professora agredida no Rio Grande do Sul por aluno que não apreciou a nota recebida (imagem: otempo.com.br).

Apesar de acreditar em soluções liberais para a administração pública (no setor privado, só pode ser assim), há que se ter uma boa dose de autoridade envolvendo disciplina de grupos. Sim, me refiro à educação. Na pesquisa abaixo citada na matéria da BBC, os países campeões em violência escolar são: Brasil, Estônia e Austrália. Sim, somos ouro...

O interessante nesta pesquisa é que não se pode deduzir generalizações fáceis como, p.ex.:
·        "É pobre porque é violento": somos acompanhados de perto pela Austrália, país com excelente qualidade de vida;
·        "Apresenta um bom ensino porque é ex-comunista": enquanto que a Romênia está entre os com índice zero de violência escolar, outros como a Eslováquia tem seus professores dentre os que se sentem menos valorizados (embora não seja algo claro e objetivo dizer o que é "se sentir valorizado");
·        E, ao mesmo tempo em que países como a Malásia estão entre os que apresentam menores índices de violência escolar (juntamente com Coreia do Sul e Romênia), a percepção interna é de que a criminalidade em ascensão está associada, justamente, ao afrouxamento do ensino de valores morais nas escolas (cf. http://inter-ceptor.blogspot.com.br/2016/06/decadencia-educacional-malaia.html e https://shar.es/1JGlkL).

Há que se procurar respostas na própria cultura e história, além de dados conjunturais associados às pesquisas psicológicas (das científicas mesmo, behavioristas). Tema instigante de análise.

Cf. http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2014/08/140822_salasocial_eleicoes_ocde_valorizacao_professores_brasil_daniela_rw?SThisFB

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quarta-feira, junho 15, 2016

Jornalista diz: "europeus são afeminados e as mulheres estão em perigo"


Sobre estupros (eu diria 'estupros étnicos') na Europa:



[11:06, 24/6/2016] G.S.: Anselmo, esse assunto é um problema menor aqui. São jovens, quase todos do norte da África, que se aproveitam da imigração maciça de refugiados de guerra da Síria. A maioria absoluta dos imigrantes árabes não faz essas coisas e a maioria absoluta dos europeus de bem entendem que se trata de uma crise em função da guerra.
[11:10, 24/6/2016] G.S.: A violência no Brasil, inclusive contra as mulheres, é um problema infinitamente maior que a pior barbaridade daqui.
[20:23, 24/6/2016] ANSELMO: G., sabemos que o Brasil é muito pior, de longe, inimaginavelmente pior. Segundo dados já ultrapassados, mas que tenho aqui, de 2014, o Brasil tinha uma taxa bruta de homicídios de quase 60.000 a.a. Estava entre os 12 mais violentos do mundo, uma sensação de insegurança similar ao Afeganistão contemporâneo e, mesmo em estados relativamente mais tranquilos, como Sta. Catarina, se tem a maior ascensão proporcional de homicídios do país. Então, não tem comparação com a Suécia. Mas porque minha indignação? Porque é um dos maiores bastiões da civilidade mundial e sua decadência, um dos "menores problemas" como tu diz é perda de espaço para barbárie, perda de nossa esperança de ver um mundo melhor, pois a evolução não se dá só em escala temporal, mas também espacial. Claro, tu deve estar pensando "o que ele quer, que utilizemos critérios raciais e expulsemos todos?" Não, porque não se trata de raça e sim de cultura. Como há uma maioria integrada, o que tem que se fazer é deportação/repatriamento imediato do infrator para este tipo de crime hediondo. E se é nascido na Suécia, então a legislação branda tem que endurecer. É isto, esta é minha lástima.
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Quem é o verdadeiro vilão da gordura?


Imagem: 3dartistonline.com

Quem é o vilão da gordura? O capitalismo???
Does Capitalism Make Us Fat? | Julian Adorney
http://fee.org/articles/does-capitalism-make-us-fat/via @feeonline
Baita texto, o autor mostra como a intervenção do governo nos EUA ditando gostos, avaliando a nutrição (equivocadamente), subsidiando setores de insumos para alimentos calóricos levou a uma epidemia de gordura que está sendo revertida, justamente, pelo mercado, i.e., pelo Capitalismo que certos meios midiáticos e (pseudo-)intelectuais repetem como papagaios para sua religião de novos dogmas ambientalistas. Vale a pena ler.

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terça-feira, junho 14, 2016

Terrorismo Islâmico 01


The Roots of Lone Wolf Terrorism
https://www.foreignaffairs.com/articles/middle-east/2016-01-12/roots-lone-wolf-terrorism?cid=soc-tw-rdr   

Este artigo destrincha as forçantes do terrorismo individual islâmico. Recomendo.

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Geografia em Trânsito - Atentado em Orlando e a Guerra do Islã contra o ...



Duas excelentes notas sobre o atentado em Orlando, um vídeo e um artigo:




E

KIM KATAGUIRI_Atentado terrorista em Orlando une as esquerdas e a extrema-direita

14/06/2016 02h00

No meu artigo anterior, afirmei que as esquerdas não têm pudor em utilizar o sofrimento humano como arma política. O atentado deste domingo (12), que resultou em 49 mortos e 53 feridos, mostrou que o oportunismo dessa gente, de fato, não tem limites. Mais: evidenciou que esse tipo de canalhice se estende a boçais de extrema-direita. Criou-se uma falsa polaridade: "Foi por causa do radicalismo islâmico ou da homofobia".

O presidente Barack Obama aproveitou o episódio para fazer proselitismo contra o porte de armas: "O massacre nos lembra como é fácil pôr as mãos numa arma que permite a eles atirar em pessoas em escolas, cinemas e clubes noturnos. (...) E nós temos de decidir se esse é o tipo de país em que queremos estar. E não fazer nada é também uma decisão."

O discurso do presidente americano faz parecer que quem é contra sua proposta de proibir armas é um monstro que defende que as pessoas tenham o direito de matar umas às outras em "escolas, cinemas e clubes noturnos". Afinal, "não fazer nada" é "uma decisão", e, para Obama, essa decisão é o mesmo que defender assassinos.

É claro que a esquerda brasileira não poderia ficar para trás. O senador Lindbergh Farias (PT-RJ), que nunca perde uma oportunidade de mostrar quão canalha é seu pensamento, deu a entender que a culpa é da ascensão de Donald Trump, pré-candidato do Partido Republicano à Presidência dos Estados Unidos, que teria um "discurso à la Bolsonaro".

Antes de praticar o atentado, o terrorista ligou para o número de emergência e disse que agiria em nome do Estado Islâmico (EI), que, posteriormente, assumiu a autoria do ataque. Apesar de a responsabilidade do crime ser óbvia, figuras como Lindbergh preferiram ignorar as evidências para defender a ideia pronta da homofobia, o que merece o prêmio de malabarismo argumentativo do ano: afinal, é preciso reforçar um polo para enfraquecer o outro, em que se encontra a resposta mais evidente: foi terror islâmico.

Boçais do espectro ideológico oposto também apontam seus dedos para os adversários políticos, corroborando esse falso embate. Donald Trump, um populista de extrema-direita, utilizou a tragédia para pedir a renúncia de Barack Obama e defender o banimento de todos os muçulmanos dos Estados Unidos.

A narrativa que as esquerdas querem que predomine –com a contribuição da ignorância da extrema-direita– é a de que o atentado é culpa única e exclusivamente da homofobia, que, segundo sua lógica, é uma das mazelas da civilização ocidental. Para elas, dizer o evidente, ou seja, que a responsabilidade é do islamismo radical, é uma mera demonstração de xenofobia.

O fato é que não há dilema nem polaridade: o radicalismo islâmico é homofóbico. Mas as esquerdas não podem admitir isso, caso contrário, estariam abrindo mão de uma de suas "minorias".

Não foi uma "cultura da homofobia" que matou as 49 pessoas em Orlando. Foi um terrorista que seguia os valores do Estado Islâmico. Existe homofobia no Ocidente? Figuras como Trump diriam que não. A verdade é que existe, sim, mas ela mais cerceia direitos do que mata, e é preciso que se conheça o mal que se combate para que se indique o remédio correto.

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segunda-feira, junho 13, 2016

Debate sobre o movimento separatista O Sul é o Meu País.




Indisciplina Escolar: um alento


"Entre os argumentos apresentados para que a reparação de danos funcione está a estatística de que 56% dos professores no Estado já sofreram xingamentos em sala de aula. Outros 13,71% foram vítimas de agressão física."

A tomada de consciência deste escândalo vem antes tarde do que nunca, mas temo que a espera por um processo jurídico possa 'esfriar' o problema quando da sua resolução. De qualquer modo, do jeito que está, a escola não tem a autonomia necessária para sanar este tipo de situação, justamente, devido às garantias jurídicas exacerbadas que tiram a autonomia da escola. Se esta existisse, não estaríamos aqui discutindo burocraticamente se um projeto de lei desses será ou não eficaz. Mas, como eu já disse, melhor isto do que nada, pois já é um começo.
 Cf. Estado analisa implantar medidas mais duras para alunos indisciplinados - Correio do Estado
http://www.correiodoestado.com.br/cidades/estado-analisa-implantar-medidas-mais-duras-para-alunos/279552/ 

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sábado, junho 11, 2016

Decadência Educacional Malaia


Visito com certa frequência a mídia externa sobre assuntos específicos, no caso, a INDISCIPLINA ESCOLAR. E é com surpresa que vejo que o DIAGNÓSTICO e PROPOSIÇÕES do que ocorre na MALÁSIA são do MESMO TIPO que o nosso, inclusive com gênese e época similar. Há algo aí, me parece notório que perpassa culturas e religiões, mas que tem tudo a ver com o tipo de mensagem absorvida pelos assim chamados educadores e sua adoção nas salas de aula. Incrível a parte em que o artigo comenta sobre o medo que os professores tem dos pais e a percepção comum de que a extinção da educação moral (que substituiu a punição física) foi a porta de passagem para o domínio da escola pelos alunos. A visão é clara, mas nossos pedagogos brasileiros são cegos e preferem ler lixo ideológico de quem não tem a necessária experiência em sala de aula, mas se põe a divagar entre seus cômodos gabinetes nas universidades públicas e bistrôs dos bairros universitários para "elaborar uma crítica ao capitalismo que resolva o problema educacional". São uns patetas mesmo...

Cf. Hudud is not the cure, good discipline is https://shar.es/1JGlkL

  
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quarta-feira, junho 08, 2016

Estupro: como tirar o foco da questão


Não é possível, o Bolsonaro deve ter um vírus no cérebro, um chip danificado. Mesmo quando ele tem TUDO para acertar, consegue dizer besteira, chega no gol e chuta pra fora:

"Vamos esperar o parecer final, a decisão final, que seria bom que fosse um delegado, agora passaram para uma delegada..." (1:15 - 1:20).
Cf. https://www.youtube.com/watch?v=QqS6LBhyuuc&app=desktop

Qual o problema, não entendo? O cara fala contra a impunidade (certíssimo) que favorece o estuprador. Daí chega e diz que seria melhor que fosse um delegado e não uma delegada? Ele trouxe a baila aqui, novamente, argumentos para desfocar a questão dando chance para quem ele critica fazer, justamente, o que sempre faz, deslocar a questão do crime, da agressão, da impunidade para uma mera questão de gênero. O cara consegue desconsiderar a competência da delegada (que deve ter) para seu sexo. Não dá, eu bem que tento achar algo bom na briga desse deputado, mas ele pisa muito no tomate... 
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HOJE, DEBATE SOBRE SEPARATISMO


Alguns motivos para o separatismo podem parecer fúteis, mas outros são bem consistentes...

Por que o Paraná deveria ser meu país

Esta é uma boa argumentação, embora eu discorde do foco exclusivo dela. Tomando-a tal qual se apresenta, parece impossível argumentar em favor da União, mas minha linha de defesa se sustenta no princípio federativo. Para entender, acesse hoje, às 20 h, o seguinte link:


O debate será transmitido pelo YouTube, ao vivo, e perguntas poderão ser encaminhadas pelo whatsapp 48-9830.2115, antecipadamente ou durante a transmissão.

Lembro que os separatistas estão se organizando para parecerem unanimidade, mas eu não estarei lá para defender a União tal e qual se apresenta hoje em dia, mas sim para defendê-la como eu acredito que deveria ser: com uma organização econômica mais liberal possível e com uma estrutura federalista real entre nossos estados e distrito federal.

Participem, críticas e sugestões serão bem vindas.

Anselmo Heidrich


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terça-feira, junho 07, 2016

O Sul Não É Meu País


Dos estados do Sul do Brasil, o único que não está financeiramente quebrado é Santa Catarina, mas ainda assim por pouco tempo. Que 'país' surgiria depois dessa brincadeira? (Imagem: caviaresquerda).

Pessoal, permitam que eu faça um anúncio aqui. Amanhã à noite participarei de um debate ao vivo sobre *separatismo* com membros do movimento "O Sul é meu País" (e, claro, que eu sou contra), mas levantarei a questão do *liberalismo* e do *federalismo*. Então, quem tiver interesse, assista:

"No próximo dia 08, às 20h00, a equipe do programa Eles e Ela promoverá um debate sobre o movimento separatista O Sul é o Meu País. Representante do movimento também participará.

O debate será transmitido pelo YouTube, ao vivo, e perguntas poderão ser encaminhadas pelo whatsapp 48-9830.2115, antecipadamente ou durante a transmissão."

Para assistir, basta acessar este link: http://www.youtube.com/watch?v=DZ7Sh7pWIGs




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