Não Culpe o Capitalismo



Pessoal, eu,

Anselmo Heidrich, o Fernando Raphael Ferro de Lima e o Luis Lopes Diniz Filho,

administradores dos blogs


respectivamente, acabamos de lançar um libelo da GEOGRAFIA ANTI-MARXISTA, o 1º do país!

Prestigiem...

Compre o livro NÃO CULPE O CAPITALISMO nos links abaixo:




sexta-feira, maio 31, 2013

Distorção do mapa e distorção mental


In 1569, the Flemish cartographer Gerardus Mercator, the first to mass-produce Earth and star globes, devised a system for projecting the round Earth onto a flat sheet of paper. His ‘new and augmented description of Earth corrected for the use of sailors’ made the Earth the same width at the Equator and the poles, thus distorting the size of the continents. Although Mercator created his projection (still used today in almost all world maps) for navigation purposes, his scheme led to a bloated sense of self for the northern countries, located at the top of the map, while diminishing the southern hemisphere’s sense of size and importance.


Esta é uma típica deturpação do objetivo da obra de Mercator que foi eminentemente prático: navegar.

Entre outras deturpações, o que "foi inflado" não foi o Hemisfério Norte, mas médias e altas latitudes, logo o Sul não foi 'diminuído', mas sim as baixas latitudes. E nem de longe "quase todos os mapas do mundo" a adotam, que exagero!

Quando será que os geógrafos irão parar com suas análises ideológicas infladas e começarão a tratar assuntos como esse como devem: de modo eminentemente técnico?

quarta-feira, maio 29, 2013

Veneno como remédio

Sobre: Filhos | Lux Lucet in Tenebris
Qual seria a saída para o arbítrio professoral que não seja o próprio livre-arbítrio do professor? Esta ordem externa subentendida pelo articulista não passa de outra amarra que impõe uma moral, mas não permite que a mesma surja de um indivíduo, com autonomia e consciência. 

terça-feira, maio 28, 2013

Bom dia, por mais este dia

Recém nascido é encontrado vivo em tubulação de esgoto. Fonte: dailytelegraph.com.au
 O vídeo abaixo pode não ser tolerado por quem for mais sensível, ou não quiser encarar a realidade. Um bebê recém nascido foi encontrado com vida em uma tubulação de esgoto na China. Com 2,3 kg, o bebê foi jogado dentro de uma privada e acabou entalado, provavelmente, em um cano de 100 mm. Seu chorinho atraiu atenção de vizinhos que chamaram o resgate. Os pais, ou seja lá quem for que tenha feito isto, que tenha tentado assassiná-lo está sendo procurado. Foi salvo e sofreu pequenos cortes no rosto.
       Antes de mais nada deixe-me dizer algo, por mais que explicações sociológicas procurem causas mais abrangentes, como a política de um filho único pressionar casais chineses para cometerem o infanticídio, isto não é desculpa; filhos gerados fora de casamentos também não são desculpa para serem assassinados; acusar o governo em última instância por este tipo de atrocidade não é desculpa.
             Sei que Pequim tenta evitar o pior, uma bomba demográfica chinesa que crescendo menos de 1% ao ano significam milhões de seres humanos acrescentados. Se subestimássemos os dados chineses, como algo em torno de 1,2 bilhão ao crescimento de 1% teríamos uma população de São Paulo (município) por ano. Sendo que a produtividade agrícola não aumenta na mesma medida e seu PIB tem desacelerado, um inferno malthusiano se avista no horizonte. Mas, a moral não é matemática. E uma esterilização se configura como solução ética para monstros. Não chorar sob o leite derramado não significa se eximir de propor políticas de prevenção, que deveriam ser adotadas por qualquer infame que ache que o sacrifício e dedicação de seus pais não seja uma obrigação. 
A matéria:
Newborn pulled alive from sewage pipe in block of flats | thetelegraph.com.au
O vídeo:
          O mundo se divide em quem presta e quem não vale o feijão que come ou, no caso, o arroz.

sexta-feira, maio 24, 2013

O parasitismo do Bolsa-Família - 1





JÁ PASSOU DA HORA!
ESTA HISTÓRIA DE BOLSA-FAMÍLIA não passa de compra de votos, INSTITUCIONALIZADA! Uma coisa é promover uma ajuda provisória, como bem disse a jornalista, para que haja tempo e preparação de massa de pobres entrarem no mercado de trabalho. Mas, se isto não está ocorrendo, das duas uma, ou não estão promovendo o mais importante que seria uma educação funcional, com vistas ao trabalho e autonomia social OU não passa disso mesmo, de criar uma massa de dependentes, parasitas políticos para usufruto partidário. Se não for nenhuma das duas alternativas, são as duas concomitantemente, o que é pior!
Outra notinha: tem gente que diz que manifestar a opinião assim "não é jornalismo"... Ora, o que é "jornalismo" então, vender jornal?! Eu prefiro opiniões consistentes, mesmo que contrárias, do que fingimento de neutralidade, enquanto que se vende o peixe de modo subentendido, implícito, a guisa de neutralidade, mas com proselitismo político-ideológico embutido. Em países mais avançados institucionalmente se compra a mídia que se quer, o fato mesmo é levantado por agências especializadas, mas os jornais são de opinião. Só mesmo em um país de mancomunados com o poder, onde todos sonham em ser "chapa-branca" para se achar que o discurso da neutralidade vende. A esquerda, cuja base anencéfala de militantes diz a todo hora que a realidade exige que se tome partido, mas quando seus jornalistas berram, a primeira coisa que dizem é "a mídia é parcial". Ora! Eles são o que então?! Cordeirinhos ingênuos?! Ah! Vão plantar batatas, bando de hipócritas! O que esta jornalista aí disse foi a mais pura verdade e ela ainda é ética, pois primeiro noticia e só depois então dá sua opinião, clara, concisa e honesta. Em sua narrativa fica claro onde termina o fato e onde começa a visão e opinião próprias, ao contrário de esgotos ideológicos como Carta Capita e Caros Amigos que desde o início da matéria até o fim não passam de uma deturpação informativa com julgamento. 
Agora, se em um meio onde se tem mais divulgação e discussão como a TV ou internet já é assim, cheio de gente falando em "imparcialidade", "neutralidade", mas que não faz outra coisa senão empurrar seus preconceitos e ignorância goela abaixo dos outros, imaginem na academia onde alunos que ousam discordar são chamados de "reaças", de "alienados" ou coisa pior? Por isto que eu defendo a privatização do ensino público superior. Não sou ingênuo, o ensino privado está cheio de marxistas e freireanos com preguiça mental, mas pelo menos neste caso, não sou eu que estou custeando filhinho de papai para brincar de revolucionário e criar campus com autonomia onde a segurança pública tem que pedir licença para entrar. 
Cada um que pague por sua ilusão e falsa consciência. Eu é que não quero pagar por discurso hipócrita de neutralidade. Sim, sou contra a permanência do bolsa-família sem prazo e método para mudar, sem planejamento de evolução para as famílias que dele dependem. Assino embaixo, meu nome é Anselmo Heidrich.
Quem concorda comigo que assine aqui:

terça-feira, maio 21, 2013

O porque do Brasil ocupar o penúltimo lugar no ranking mundial de educação

Folha Política: Enquanto o país ocupa o penúltimo lugar em ranking...: Segundo ranking realizado pela Pearson Internacional (referido em matéria de O GLOBO), o Brasil ocupou, em uma lista de 40 países, a pen...
Parabéns pelo desabafo, Caio. Eu sou professor (de geografia) há mais de 20 anos. Sempre trabalhei com ensino médio e pré-vestibular na rede particular, em São Paulo. Quando me mudei para Florianópolis, após um período fui trabalhar em uma cidade vizinha no ensino fundamental (6º ao 9º ano, antiga 5ª a 8ª séries) e, para minha surpresa, só melhorei meu rendimento enquanto professor e, consequentemente, o de meus alunos quando deixei de ensinar especificamente minha matéria, apenas usando-a como pano de fundo para focar meu esforço em uma tarefa mais simples: ensiná-los a ler. Onde está o problema? Infelizmente, nosso sistema educacional foi constituído por "gente boazinha", seja na legislação, na pedagogia, administração etc. Gente que prefere a demagogia ou teorias com pitadas de populismo de quem nunca teve a sala de aula como seu esteio econômico. Hipócritas dominam e os alunos se transformaram em seu reflexo porque, como se diz, se aprende pelo exemplo.

sexta-feira, maio 17, 2013

Reforma Política: O quê ela NÃO é e como isto tem a ver com os Partidos e a Sociedade

Apresento a vocês, um novo colaborador do blog, cuja presença me deixa lisonjeado...

a.h





Reforma Política:
O quê ela NÃO é e como isto tem a ver com os Partidos e a Sociedade?
José Roberto Bonifácio
(Sociologo UFES, Cientista Politico IUPERJ)

Na semana passada, dentre uma série de manchetes em que despontam disputas  -  entre evangélicos e ruralistas de um lado, e simpatizantes da causa de gênero, indigenas ocupando as galerias do Congresso Nacional, do outro  - voltou aos holofotes do debate público o tema da reforma politica. Um retorno esperado, por certo, mas ainda assim abrupto e perturbador.

quarta-feira, maio 15, 2013

Lynyrd Skynyrd - Workin' For MCA (live '76) - YouTube


Lynyrd Skynyrd - Workin' For MCA (live '76) - YouTube

Felicidade não se resume em estabilidade econômica

Sobre: Somalia - GDP - real growth rate - Historical Data Graphs per Year
Há duas maneiras de nós apoiarmos o liberalismo: de modo utilitário ou fundamentalista (calcado na liberdade). Não vejo nenhum dos dois na Somália, mesmo porque a ausência de um estado não significa uma liberdade individual assegurada quando alguns indivíduos em grupo perpetram atrocidades dignas do pior estado totalitário. Estabilidade nenhuma paga isto, assim como dizer que a abolição da escravatura no Brasil prejudicou os cafeicultores. Ora, não há como utilitariamente, exceto para os produtores de café defender a escravidão ou, no Chifre Africano dizer que por não existir uma burocracia e repressão estatal, o somali é livre. Só se for "livre" para ser oprimido, brutalmente oprimido. E é por este mesmo utilitarismo que matérias como esta aprovando o "grau de felicidade" na Venezuela são renomadas bobagens. Como se mede a felicidade? Da boca para fora? Marxista que posta isto nunca leu relatos de Marx em comentário a Engels amaldiçoando a felicidade calcada na ignorância de quem se banhava no Ganges. Agora, se ao invés de "felicidade" tu substituir por "desejo realizado", tudo bem, é bem mais objetivo. Mas, me diga o seguinte, como categorizar desejos? O desejo realizado de copular com uma garota entra na mesma qualidade de um prato de feijoada? Mais? Ok, mas a realização do 1º caso pode ser menos frequente que o 2º. Então, a soma de vários casos do segundo tipo compensa o primeiro? Isto é dificílimo definir e quantificar. De modo que uma sociedade saudável, desenvolvida e estável economicamente não tem a ver com supostas ilações psicanalíticas e picaretas sobre o que vem a ser "felicidade". Quando começaram esta asneirada de FIB (Felicidade Interna Bruta), o 1º país considerado como tal foi a Nigéria que saiu de 10 anos de guerra civil e é assolada pelo terrorismo do Boko Haram hoje. E aí, alguém aí troca a fria e "depressiva" Suécia pela Nigéria? Fala sério...

Venda de crianças VS. Planejamento familiar



A argumentação do Fraga apresenta lógica e é consistente, mas só até o ponto em que ele descarta a crítica utilitarista ("um monte de gente fará bebês para ganhar dinheiro"), como "simplista". Ora, toda visão dele, de que é melhor vender os bebês do que abandoná-los (no que eu concordo) é calcada na utilidade deste bebê para quem o quer, mas não aceita a ideia de quem quer descartá-lo TAMBÉM procurará maximizar a utilidade de seu ato. Então, caro Fraga, ou teu argumento utilitarista vale para um lado, mas não para o outro? Se estiver lendo isto atente para o fato de que EU não considero tua proposta infundada não Sr., mas o que tem que ser considerado é que externalidades significativas surgirão desta equação simplista (daí sim) que usaste como solução, à guisa de solução, melhor dizendo. Eu não tenho ideia de como seria uma melhor solução, mas criar um mercado para transacionar bebês não deve ser a solução ideal. Bem... O que seria o ideal? Boa pergunta. Talvez, melhor de tudo, a esterilização, não compulsória é evidente.

Revoltas na USP e questões adjacentes



Apesar de tudo que disse o Pirulla, objetivamente falando ele demonstrou que uma facção dos estudantes se comportou de modo destrutivo. Independente da atuação da polícia, que ele retrata como tendo seu papel necessário, haveria chance de diálogo que foi posto na lata do lixo pelos estudantes indignados com a presença da polícia no campus. A questão adjacente, mas original do conflito que foi a posse de maconha tem que ser discutida e eu sinceramente acho que quem quer se drogar que se mate que não me faz falta, mas isto não serve de salvo conduto para desmandos com relação ao espaço público. Da mesma forma que há lei proibindo o consumo de cigarro em determinado espaço, uma vez liberada a droga como a maconha, ela também deverá ser submetida à mesma normatização legal que já existe. A ideia dos estudantes é não se submeter à nenhuma lei e eu me pergunto por que então não fumar em um espaço privado? Hoje em dia não se usa determinado narcótico para usufruir do mesmo ou para virar uma pretensa celebridade underground com síndrome de carência de atenção criada com toddynho, videogame, academia, mas sem relação com os pais. Sim, minha psicologia é de bolso, mas é suficiente para colocar estes caras onde merecem.

quinta-feira, maio 09, 2013

Para professores de geografia e demais interessados

Trata-se de uma boa trilha de slides para apresentação em sala de aula, como degustação do que está por vir. Embora façamos ressalvas, como o peso dado ao aquecimento global e a conotação conclusiva de que existe e somos responsáveis por ele, não dando espaço ao dissenso, assim mesmo é muito útil, basta que nós mesmos contrabalancemos o teor da apresentação. Enfim, não deixe de conferir:

quarta-feira, maio 08, 2013

Na falta de argumentos contra alguém estigmatize

Leia isto: 
Drama familiar de Lobão explica seu aparente problema mental | Blog da Cidadania 
E entenda porque o autor não tem bons argumentos contra o cantor Lobão:

1- Chamar atenção para ele ser uma "celebridade";

2- Tentar desdenhá-lo ao classificar seu livro como "delírios mentais do autor";

3- Se contradizer ao caracterizá-lo como "desinformação e fanatismo". Ora, fanáticos mantém informações que sustentam seu fanatismo que podem estar erradas, é verdade, mas o que os define não é a informação, mas sim sua opinião e crença;

4- Quem desdenha do processo de "golpe branco" pelo qual passa o Brasil em que os poderes são ameaçados, com o Judiciário podendo ficar no cabresto pelo Legislativo (pouco corrupto...) é o autor do blog.

5- Para Dilma Rousseff ser acusada de algo precisamos do aval de ditadura alguma? Ainda estamos em uma democracia e, como tal, se o acusado se incomodou que acione o "mentiroso". Por que a presidente não o faz?

Preciso comentar mais este texto panfletário?

Cuba é o melhor país da América Latina para se mentir, não diz estudo

Opera Mundi - Cuba é o melhor país da América Latina para ser mãe, diz estudo
Pois é... Assim é fácil "ser mãe"... Uma das mais altas taxas de abortos no mundo: http://www.pop.org/content/abortion-and-infanticide-in-cuba-1089

quarta-feira, maio 01, 2013

Mídia como bode expiatório

Fonte: htforum.com


Tende-se a esquecer, nestes tempos, que o melhor meio de comunicação já inventado é a palavra

Qual é a minha porta? Está o leitor, ou a leitora, diante dos toaletes de um restaurante, um teatro ou hotel, e com freqüência experimentará um momento de vacilação. Não que tenha dúvida quanto ao próprio sexo. A dúvida é com relação àqueles sinais inscritos sobre cada uma das duas portas -- que querem dizer? Olha-se bem. Procura-se decifrar seu significado profundo. Enfim, vem a iluminação: ah, sim, este é um boneco de calças. Sim, parece ser isso. E aquela silhueta, ali ao lado, parece ser uma boneca de saia. Então, esta é a minha porta, concluirá o leitor. E aquela é a minha, concluirá a leitora.
A humanidade demorou milhões de anos para inventar a linguagem escrita e vêm agora as portas dos toaletes e a desinventam. Por que não escrever "homens" e "mulheres", reunião de letras que proporciona a segurança da clareza e do entendimento imediato? Não. Algumas portas exibem silhuetas de calças e saias. Outras, desenhos de cartolas, luvas, bolsas, gravatas, cachimbos e outros adereços de uso supostamente exclusivo de um sexo ou outro. Milhões de anos de progresso da humanidade, até a invenção da comunicação escrita, são jogados fora, à porta dos toaletes.
(...)
Fonte: "A televisão e a volta às cavernas." Veja 25/06/97. 

Roberto Pompeu de Toledo está redondamente enganado. Em primeiro lugar, a utilização de símbolos não é indireta, mas justamente o contrário. O símbolo de homens e mulheres para banheiros são praticamente universais. Se estivermos em um país anglo-saxão, provavelmente conseguiremos, devido à influência cultural, ler o que está escrito nas portas dos banheiros, mas e se estivermos na Índia ou Paquistão teremos a mesma facilidade com idiomas que não nos são familiares? Não sentiremos falta do símbolo, um ícone integrador? Linguagens comuns e de fácil acesso encurtam as distâncias entre os povos e as culturas. Claro que tudo depende das circunstâncias, pois em situações que requerem linguagem mais elaborada, porque o raciocínio exigido também o é (um tribunal, defesa de tese, comunicação jornalística, debate político etc.). Culpar o recurso tecnológico, como celulares e computadores é o caminho fácil e equivocado de quem não conseguiu estabelecer um nexo correto entre causa e efeito. Façamos um exercício mental... Imaginemos nossos alunos de escolas públicas utilizando recursos tecnológicos após um excelente curso de português e literatura, com integrações de currículo com outras matérias, das exatas às humanas. Será que depois de meses sendo educados como se deve, não fariam um uso mais rico de seus instrumentos tecnológicos? Será que não apreciariam programas educativos sobre natureza e história na TV? E mesmo nas programações mais banais, como filmes, desenhos ou novelas, eles saberiam contextualizar no tempo e espaço onde se desenvolvem as narrativas. Saberiam também melhor entender os noticiários confusos que mais parecem uma colcha de retalhos ensangüentada. Se hoje temos analfabetos funcionais com celulares nas mãos, antes tínhamos analfabetos completos sem escolas.
O autor se utilizou de um "raciocínio extremista". Para dizer a verdade, ele foi bem reducionista em sua análise, pois com uma boa educação familiar, as crianças e jovens em geral não "substituirão seus pais" por programas televisivos. O que me surpreende é como se torna fácil criticar inovações sem compreendê-las... Não quero generalizar, mas acho que este tipo de crítica incorre em um erro comum, o de temer o novo. Se na TV há verdadeiros lixos culturais como o BBB, também há pérolas como documentários em certos canais ou mesmo programações mais leves com bom humor.
Lembro-me de quando eu era criança (e faz um bom tempo), quando ao cair da noite, as famílias colocavam cadeiras na rua para conversar. Aos poucos esta cena foi sendo substituída pelas luzes azuladas nas janelas da sala. Era a TV ligada em todos os lares e, aos poucos, a "falta de assunto" foi sendo substituída pela falta de contato humano. Mas, eu ainda sou um pouco otimista... Já li que o uso da internet faz cair o número de horas gasto com a TV em certos países. E o que se busca na internet senão o velho contato humano que perdemos? Talvez, com facilidades e inovações no transporte do futuro possamos novamente substituir o contato virtual pelo real ou, o que parece mais provável, mesclar os dois. 

Climate Change-Driven Prostitution Claim In House Resolution Makes For Misleading Headlines


"Vulnerable communities in developing countries are already beginning to confront water scarcity, severe weather events and reduced agricultural productivity due to climate change, and women with limited access to basic needs are in an especially vulnerable position."

The text ignores the fact that in these countries there is a shortage of the poorest of the population. The document content is alarmist and not properly relate cause and effect preferring weak hypotheses. If poverty increase because of climate change, the supposed global warming, we are led to conclude that poverty and wealth depend on global climate cycles of the planet, which is clearly a fallacy.