quarta-feira, dezembro 30, 2015

Dica bibliográfica - 1


North, Douglas C. Understanding the Process of Economic Change. Londres : Institute of Economic Affairs, 1999.


Regulação governamental - 1


Muita regulação por parte do governo tem consequências inesperadas: quando uma regulação falha em alcançar os objetivos, segue-se outra com a esperança de ser bem-sucedida. Assim, o Estado regulador leva à acumulação de camadas de regras, sendo um dos seus efeitos a redução da responsabilidade democrática.

BLUNDELL, John e ROBINSON, Colin. Regulação sem o Estado. Rio de Janeiro : Instituto Liberal, 2000, p. 16.
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segunda-feira, dezembro 28, 2015

Double Loop Dare Documentary | Hot Wheels


Para meu filho, que tu sempre siga tua paixão, mesmo que tenha que fazer vários e vários loops para isto. Se é que a paixão não é o próprio laço dessa estrada vertical...


E a rede levou




segunda-feira, dezembro 21, 2015

Thomas Sowell destrói chavão feminista em 5 minutos - Legendado PT




Quem é que está falando em segregação, mesmo?



Imagem: nacaomestica.org

Sem limites para a imbecilidade... http://nacaomestica.org/blog4/?p=10178. Por mais lógico que pareça, uma vez que também temos territórios definidos para "afro-brasileiros" ou "afro-descendentes" e territórios indígenas. Na verdade, todas estas segmentações é que são excrescências culturais, retrógradas que mantém o atraso intelectual e, portanto, das comunidades que integram.

E antes que alguém deturpe a minha mensagem, eu sou favorável à integração, mescla, miscigenação. Por isto que não vejo com bons olhos mais esta separação proposta no PL do deputado do PT de criação de "territórios brancos".
Cf. http://nacaomestica.org/blog4/?p=10178 O deputado federal Angelo Vanhoni (PT-PR) apresentou o Projeto de Lei (PL) 3056/08 , que visa criar territórios para descendentes de imigrantes brancos e preservar sua identidade racial.O PL de 2008, que está em estágio adiantado de tramitação, estabelece que os territórios terão entre seus princípios, “a preservação dos direitos culturais, o exercício de práticas comunitárias, a memória cultural e a identidade racial e étnica”. O PL recebeu parecer favorável do deputado Pedro Wilson (PT-GO), da Comissão de Educação e Cultura e tem recebido apoio de grupos neonazistas e supremacistas brancos.

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quinta-feira, dezembro 17, 2015

Minha participação no programa Conversas Cruzadas da TVCOM


Edição do programa Conversas Cruzadas da TV COM no qual participei. O tema foi a construção de marinas na Ilha de Sta. Catarina, as quais sou favorável por diversas razões. A mesa composta por empresários e advogada deveria contar também com um ambientalista, motivo pelo qual chamaram um colega, Halem Guerra Nery, que não pode ir e me indicou. Bem... Não sou exatamente um ambientalista, como se costuma chamar atualmente, mas tenho sim, como poderão ver, uma visão particular sobre a interação ambiente/sociedade. Aproveitem.

1º módulo – meu comentário aos 15:50:


2º módulo – Sem comentários meus neste módulo, mas carreguei o vídeo para dar sequência lógica aos seguintes:


3º módulo – Neste bloco já compenso, por volta dos 00:35 já sou inquirido:


4º módulo – Encerramento, curto, meu comentário aos 2:45:


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*Se gostou, compartilhe. Você estará ajudando nossa causa.

quarta-feira, dezembro 16, 2015

Indignação seletiva com a educação


Imagem: bemparana.com.br/tupan/

Como bem observado pelo Implicante, onde estão aqueles indignados pela educação que ocuparam as escolas de São Paulo contra a reestruturação proposta pelo governador Geraldo Alckmin, do PSDB? Em nenhum lugar, pois como está claro e cristalino, a indignação deles é seletiva, ou seja, nada contra o que o PT faz contra a educação ou deixa de fazer em favor dela. Óbvio.

Governo Dilma não inclui alfabetização no ensino infantil e 40% da matemática será “regionalismo”. Cadê escola invadida, agora?Onde está aquele pessoal preocupadíssimo com o ensino no país?
Cf. http://www.implicante.org/blog/governo-dilma-nao-inclui-alfabetizacao-no-ensino-infantil-e-40-da-matematica-sera-regionalismo-cade-escola-invadida-agora/

E aqui a matéria da Folha de S. Paulo, na qual se baseou:

http://www1.folha.uol.com.br/educacao/2015/12/1718623-proposta-do-governo-nao-inclui-alfabetizacao-na-educacao-infantil.shtml

Vejamos este excerto:

"O documento oficial lançado pelo governo, que define o que deve ser ensinado na escola em cada ano e a cada disciplina, não inclui alfabetização na educação infantil –o que vai de encontro a práticas educativas de países referência em educação."

E mais este:

"No Brasil, a educação infantil vai de zero aos seis anos. Hoje, essa etapa de ensino segue diretrizes nacionais estabelecidas em 2009, mas não há um currículo oficial. De acordo com o documento proposto pelo MEC, a alfabetização teria início só nos primeiros anos do ensino fundamental, ou seja, depois dos seis anos."

Está claro que eles querem mudar. Eles quem?

"A análise é de um relatório inédito elaborado por cerca de 150 especialistas brasileiros e estrangeiros, que a Folha teve acesso com exclusividade. O trabalho foi encabeçado por instituições como a Fundação Lemann, que faz parte do chamado Movimento pela Base. O trabalho durou três meses –começou logo após a divulgação da proposta do MEC. "Não podemos ter medo de perder o lúdico ao incluir a alfabetização no ensino infantil", diz Denis Mizne, diretor executivo da Lemann. A proposta atual enfatiza o brincar."

O "Movimento pela Base" já está em plena atuação e ANO QUE VEM entrarão com esta proposta, de UM CURRÍCULO OFICIAL NACIONAL. Há assessoria britânica, australiana e canadense no processo, porque lá, o currículo não é centralizado, mas no Brasil se copia o quê? O que não presta... Sobre o que e como se ensina não é a questão; mas a nota d'O Implicante é sobre o que o governo não quer ensinar. Cara... Subtrair o ensino de matemática para 'regionalismos' é patético. Nas minhas "formações", cursos que sou obrigado a fazer por contingência do trabalho, eles acham isto correto. Cada vez mais, as exatas não têm espaço.

Leia a matéria completa:

Proposta do governo não inclui alfabetização na educação infantil
Cf. http://www1.folha.uol.com.br/educacao/2015/12/1718623-proposta-do-governo-nao-inclui-alfabetizacao-na-educacao-infantil.shtml?cmpid=comptw

E eu ainda tenho considerações próprias sobre o currículo nacional comum e a alfabetização antes dos seis anos... Acho que não é necessário, mesmo que seja uma tendência internacional, MAS se for o caso, ela tem que estar longe de pessoas como Denis Mizne, quem muito provavelmente irá inocular doses cavalares de paulofreirismo na cabeça das crianças.

Mais curiosidades sobre o tipo de ativista que “se preocupa com a educação do país” aqui:

Agitadora da invasão de escolas em SP é do PCdoB-PR
Cf. http://www.bemparana.com.br/tupan/agitadora-da-invasao-de-escolas-em-sp-e-do-pcdob-pr/#.VnFqbkVqkAI.twitter

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terça-feira, dezembro 15, 2015

Porque a conta não fecha para a Educação melhorar no Brasil?


Segundo Mansueto será impossível gastar 10% do PIB para a educação até 2020. E fica, tristemente, claro porque... Educação não é prioridade neste país, mas sim a transferência de renda. Negócio é o seguinte: com o "coitadismo", esta filosofia que gera a perda moral, NUNCA seremos um país desenvolvido.

Cf. http://wp.me/pAMib-1C2 via @mansualmeida



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segunda-feira, dezembro 14, 2015

Os direitos da criança na visão do estado islâmico




Uma fatwa, decreto feito por líder muçulmano, do ISIS (Estado Islâmico) determina que crianças com deformidades ou doenças congênitas, como síndrome de Down sejam mortas. Já foram confirmadas as execuções de 38 bebês, entre uma semana e três meses de vida. Mortos por injeção letal ou asfixia. Sim, você leu ASFIXIA.

E aí Dilma Rousseff, este é o grupo com o qual a Senhora propôs dialogar. Qual seria o argumento para defesa de um estatuto da criança e do adolescente ou pelos direitos da criança com essa gente? Ou simplesmente mudaria o critério de assassinato como seu governo fez com o da microcefalia?


Cf. Islamic State Issues Fatwa Against Children with Down Syndrome, Murders 38 Disabled Infants http://bit.ly/1Uo0PxF via @BreitbartNews
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Esquenta! - preparação para a manifestação em Florianópolis




domingo, dezembro 06, 2015

As ovelhas de Putin - 01/02





Mais um profeta em busca de seu best-seller



Segundo a matéria abaixo linkada, o livro retrata o "fim do capitalismo" devido, entre outros fatores, à fusão entre papéis de produtores e consumidores: os cidadãos poderão produzir seus objetos de consumo ao criá-los com impressoras 3-D cada vez mais sofisticadas. É como se a "previsão" marxiana de que a tecnologia (chamada por ele de "forças produtivas") levasse à implosão do próprio sistema que a engendrou. Bem... Ele falou de "bens", mas não de serviços. Se eu produzo minha xícara de café, não significa que esteja no café onde vou bebê-lo e sairei mais às ruas, justamente porque maior produtividade me sobraria mais tempo para o lazer. O capitalismo não deixaria de existir porque "grandes corporações" perderiam espaço para pequenos negócios, uma vez que a propriedade privada fosse mantida. Este é um furo da tese do autor. Outro é de que o sistema terminando daria lugar a uma "economia colaborativa"... Ora, se temos maior produtividade e sobra de tempo para nos envolvermos em atividades sociais, não deixamos de ganhar o suficiente, inclusive com margem de lucro para reinvestirmos em nós mesmos e nas atividades que temos como hobby, inclusive a de ajudar os outros e interagirmos. Não vejo antinomia nenhuma aí. Quanto ao fim do automóvel, ou dele como objeto icônico do capitalismo revela uma má leitura desse sistema mesmo, pois ninguém disse que não teríamos mais capitalismo sem grande montadoras. O importante é que haja circulação de capital que, não deixa de ser um reflexo da interação humana, criativa e livre que caracteriza o capitalismo com sua relação de trabalho assalariada, comércio e propriedade. Podemos té ter outras moedas (ou nenhuma moeda) que ainda teremos capitalismo se suas características essenciais forem mantidas.

Mas eu não venderia tantos livros se escrevesse que o capitalismo vai perdurar, não é mesmo?

Cf. Capitalismo dará lugar à economia colaborativa, prevê autor de best-seller http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2015/12/1715273-obra-preve-fim-do-capitalismo-para-dar-lugar-a-economia-colaborativa.shtml?cmpid=comptw

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The Bigger the Government...


Perfeito. É este meu modelo e, dentro do próprio EUA há aqueles estados que se aproximam mais deste ideal e que, não por acaso, mesmo durante crises como a de 2008, não deixaram de gerar mais empregos que os outros (mais da metade para ser mais exato), como é o caso do Texas. Outro detalhe é que esta análise contempla um liberalismo (econômico) "pé no chão", i.e., não descarta o governo de todo, mantendo ele para atividades em que se faz necessário, como a defesa externa e outras, muito bem colocado aliás, como o ÚLTIMO recurso. Assim deve ser.


Aprendendo Física com Olavo



Aprendendo Física com Olavo https://youtu.be/ujJJ9bNJMBE Excelente! Este picareta chamado Olavo de Carvalho precisa ser desmascarado mesmo.





sábado, dezembro 05, 2015

Para que estudar marxismo, não é mesmo?





Muitos desdenham da importância de ler o inimigo, como se ele já fosse galinha morta. Discordo... Alegar que porque o número de países que, oficialmente, se diz governado por um “regime marxista-leninista” ou simplesmente comunista é um argumento falho. Assim como a história já nos surpreendeu diversas vezes com seus revezes, nada garante que este sistema ideológico possa dar frutos novamente ou se apresentar com nova roupagem...

Portanto, não se deve confundir a ideologia que está bem viva para milhões de simpatizantes e milhares de militantes com um “sistema que já acabou”. Trata-se de objetos de análise distintos. Uma coisa foi o comunismo ou 'socialismo soviético' e afins, outra É a filosofia que o inspirou e CONTINUA inspirando (infelizmente) milhões de pessoas ao redor do mundo. Muitos acreditam que não há mais o que discutir, que está tudo feito e acabado etc. Ledo engano, o preço da liberdade é a eterna vigilância. Pergunte aos cubanos que atravessam o Caribe sobre tubarões e sob furacões se não há nada mais a temer pelas consequências desta ideologia nefasta; pergunte às massas famélicas na Coreia do Norte se não há mais nada com que se preocupar; pergunte aos civis sul-americanos que vivem sob ameaça de perda de direitos fundamentais, como a liberdade de expressão que é constantemente atacada por decretos de governos como Maduro, Rousseff e, até recentemente, Kirchner para ver se não vale a pena lutar contra isto (e o primeiro passo é conhecer seu inimigo). Agora se pergunte de onde vem a inspiração para todas essas ações?


Marxismo é um sistema ideológico, que obviamente nunca funcionou fora de suas páginas amarelas, mas a discussão é fundamental para se entender porque tantos acreditam nisto, assim como tantos outros acreditam em tolices como um paraíso com 72 virgens, no Juízo Final ou em ETs capturados pela NASA. Ou na doideira de achar que eles ainda trabalham para o governo canadense!!!! Mas o louco mesmo é saber que há quem compre estas ideias.
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quinta-feira, dezembro 03, 2015

Mar de lama em Mariana


Vale muito a pena assistir este vídeo, um primoroso trabalho de argumentação do Pirula. Assista a estas considerações sobre o acidente e impacto do rompimento da barragem da Sanmarco em Mariana, MG:




quarta-feira, dezembro 02, 2015

Marxismo sob Nova Perspectiva por Anselmo Heidrich


Palestra ministrada por Anselmo Heidrich e organizada pelo Grupo de Estudos e Debates sobre Liberalismo (GEDLib) do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC) e o Grupo Henry Maksoud dos Estudantes pela Liberdade (EPL).

1.     Apresentação, formalidades e “a real”... 


2.     Metodologia; como discutir com marxistas... 


3.     Materialismo histórico; economia... 


4.     Mercado; meritocracia; vícios do setor público... 


5.     Ciência e política; fato e norma... 


6.     Lucro; capitalismo como sistema dinâmico... 


7.     Despedida... 



Há outros temas não contemplados neste sumário. Assim que reassistir aos vídeos, eu retifico.
Mais uma vez, obrigado aos organizadores pela oportunidade de poder fazer esta apresentação.
a.h
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segunda-feira, novembro 30, 2015

Minha entrevista, Rádio NBC – Imbituba, SC


Escute este interessante programa na Rádio Nova Brasília Comunitária, de Imbituda, aqui em Santa Catarina levado ao ar em 21 de novembro deste ano:

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*Se gostou, compartilhe, indique etc. E também se achar útil envie seu comentário, crítica ou sugestão.
Grato,
a.h

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NÃO CULPE O CAPITALISMO na UNIBRASIL


Dia 26 de novembro passado, eu, Anselmo Heidrich, Fernando Ferro e Luis Diniz estivemos na Unibrasil, em Curitiba divulgando nosso trabalho. Como se tratava de uma semana acadêmica promovida pelo curso de direito procuramos voltar nossa discussão para temas relacionados, como capitalismo e criminalidade; capitalismo e desenvolvimento econômico; propriedade privada e favelização etc. Assista aos vídeos a seguir que vale a pena e nos sugira temas novos, novos adendos, perspectivas ou faça críticas que nos serão úteis.
Grato pela atenção,
a.h











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quarta-feira, novembro 25, 2015

Eu, na TV COM


Pessoal, amanhã estarei no Conversas Cruzadas da TV Com, em debate sobre marinas em Florianópolis. Não sei quem mais irá, mas quero desmistificar esta visão de que não é possível visão empresarial com sustentabilidade ambiental.
A gravação será às 12:30 e a transmissão por volta de 21h. Aqui está o site http://tvcomsc.clicrbs.com.br/ para acessar o vídeo (no banner abaixo). Ou, mais tarde, também disponível no youtube.

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terça-feira, novembro 24, 2015

Sobre: JOGOS VORAZES E A METÁFORA POLÍTICA


Leiam: 
DEMOCRACIA E LIBERDADE: JOGOS VORAZES E A METÁFORA POLÍTICA:
Por Fernando Raphael Ferro de Lima             
Há umas duas semanas fui inquirido por minha filha adolescente a assistir Jogos Vorazes...

"Pão" é o nome do país e circo, os jogos. O filme critica a visão imperial, cujo pão e circo (panem et circenses) seria substituído quando a fonte de prazer imposta pelo governo é atacada. Talvez não seja claro, nem intencional, mas o amor romântico é algo posterior, acho que medieval, que se opõe à orgia e ausência de paixão à parceira (no caso, ao parceiro). Lembrei-me da obra prima de Huxley, "Admirável Mundo Novo", que também põe em cheque uma sociedade baseada no hedonismo e amoral.
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