Não Culpe o Capitalismo



Pessoal, eu,

Anselmo Heidrich, o Fernando Raphael Ferro de Lima e o Luis Lopes Diniz Filho,

administradores dos blogs


respectivamente, acabamos de lançar um libelo da GEOGRAFIA ANTI-MARXISTA, o 1º do país!

Prestigiem...

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domingo, setembro 30, 2012

Problema: Espaço Público e Falta de Ordem: O Caso da Pça. Roosevelt Em São Paulo - Cidade Democrática

Problem: Lack of Public Space and Order: The Case of Roosevelt Pça In Sao Paulo - Democratic City

Problema: Poluição Sonora e Involução Civilizacional - Cidade Democrática

Problem: Noise Pollution and Involution Civilization - Democratic City

Mudança climática aquecerá economia do "Novo Norte" / Climate change heats economy of the "New North"

Fiquei curioso com o livro, mas muito mais pela expectativa de saber o que ele acha sobre a imensidão russa e canadense com relação à agricultura. Isto poderia ser uma pá de cal para os exportadores de commodities tropicais... Quanto à geopolítica atual, o problema dos Norc se chama "Rússia".
Cf.: Folha de S.Paulo - Entrevista da segunda - Laurence C. Smith: Mudança climática aquecerá economia do "Novo Norte" - 17/01/2011

sexta-feira, setembro 21, 2012

O papel do bairro na civilidade / The role of the district for civility

Adultos atentos enquanto crianças brincamFoto: Cynthia Vanzella, Diário Gaúcho.

         Estamos prestes a mais uma eleição municipal nas cidades brasileiras e me pergunto como as pessoas podem esperar que um prefeito resolva integralmente seus “problemas urbanos”. Se os gestores urbanos eleitos fizessem o mínimo, i.e., administrar com idoneidade e não deixar rombos no orçamento já seria um bom começo. Mas daí surge aquele sentimento de impotência que nos diz, para que serve então um partido e suas plataformas de governo se não podemos eleger quem execute reformas e mudanças significativas nas cidades? Bem, acontece que simplesmente atribuir tudo isto a um executivo e um corpo de legisladores que se notabiliza por criar nomes de ruas é querer “tirar leite de pedra.”

Funny Commercial

terça-feira, setembro 18, 2012

Rigor conceitual para atacar a raiz do problema / Conceptual rigor to attack the root of the problem




O vídeo é muito bom e o padre aponta, realmente, muitas incoerências da sociedade e estado brasileiros da atualidade. O único senão que tenho a considerar é o papel e definição do "novo príncipe", que utiliza como analogia para o partido comunista, socialista etc. Acho que a definição conceitual deve ser mais rigorosa e não se trata de mero pedantismo de minha parte não.

segunda-feira, setembro 17, 2012

Pólos de crescimento de renda nos EUA / Poles of income growth in the U.S.

Cf.: America's Best Places for a Raise Since the Great Recession

No mapa acima temos as áreas dos EUA que tiveram maiores aumentos na renda, de acordo com dados salariais de 2006 (antes da crise imobiliária) até 2011, os mais atuais disponíveis. Tais pólos são como vórtex que disseminam inovações levantando o país da crise e que, como ondas, afetam todo o globo. Banal, mas não para mentes afetadas e limitadas pelo jogo de soma zero que atribui a pobreza como consequência da longínqua prosperidade.

A excepcionalidade do modelo econômico brasileiro / The exceptionality of the Brazilian economic model


"A mediocridade escapa da inveja" - Tito Lívio 

"O dólar baixo é bom para o consumidor brasileiro comprar importados e viajar para o exterior, por exemplo. Porém, é ruim para a indústria porque os produtos brasileiros ficam muito caros no exterior."
Após pacote nos EUA, Brasil estuda formas para evitar que o dólar caia demais - 17/09/2012 - UOL Economia - Da Redação
Sim, e melhor ainda para o oligopólio industrial. O que precisa ser dito (e escancarado) é que o modelo econômico brasileiro é pior que medíocre, pois se baseia, tão somente, na desvalorização cambial para ampliar nossas reservas externas e não na necessária redução tributária e aumento da produtividade via inovação tecnológica e administrativa. 

TAC Campaign - 20 year Anniversary retrospective montage "Everybody Hurt...

sábado, setembro 15, 2012

Como enfraquecer seu argumento com generalizações simplistas / As weaken his argument with simplistic generalizations



"O cargo" não pode ser dissociado da pessoa, isto implicaria em imputar ao crime (de corrupção), uma responsabilidade objetiva, como se os sujeitos da ação fossem meras vítimas de um sistema maligno. Para quem realmente preza o liberalismo, o indivíduo não pode ter um papel menor nesta relação e, consequentemente, se eximir da responsabilidade.

sexta-feira, setembro 14, 2012

Liberdade de Expressão VS. Fanatismo Religioso / Freedom of Speech VS. Religious Fanaticism

Esta fúria é caricatural, como se fosse algo necessário para uma postura e ovação religiosas. Se eu fosse religioso diria que é totalmente fake. Não importa que seja uma foto de 2007 ou de 2012, o teatro é o mesmo. This fury is a caricature, as something necessary for a religious stance and ovation. If I were religious I would say that is totally fake. No matter it is a picture of 2007 or 2012, the theater is the same. (Foto/Photo: http://mikesamerica.blogspot.com.br/2007/06/news-teasers.html.)

Um caminho mais fácil é, realmente, censurar o vídeo. No entanto, se quisermos evitar choques e mortes absolutamente desnecessárias porque fanáticos religiosos não toleram a liberdade de expressão podem se preparar, pois isto é só o começo.
"But Google is trying to do something much harder, and much more thoughtful, than that. As it said in its statement outlining its approach to freedom of expression, "We recognize that there are limits. In some areas it's obvious where to draw the line. For example, we have an all-product ban on child pornography. But in other areas, like extremism, it gets complicated because our products are available in numerous countries with widely varying laws and cultures."
E o conflito entre tais culturas é algo tão antigo que atribuir tal intolerância a uma "provocação" atual é fruto de uma ignorância produzida pelo relativismo cultural como norte ético.

segunda-feira, setembro 03, 2012

Rodovia para a cadeia / Highway to jail

F5 - Humanos - Mulher é presa quatro vezes em 26 horas por ouvir "Highway to Hell" muito alto - 03/09/2012
Joyce Coffey, 53, presa por perturbação
da ordem com volume excessivamente alto / 
Joyce Coffey, 53, arrested for
disturbing the peace with volume too high.
Mas, é óbvio! Eu também gosto de AC/DC, mas só idiotas acham que se pode impor seu gosto musical aos outros. Aliás, só no nosso país (e em outros culturalmente subdesenvolvidos) para achar que ouvir música alta em local público e não autorizado ou em sua residência, mas acima do limite estabelecido para segurança dos vizinhos está "tudo bem". Não é a toa que hoje se encontra maior civilidade entre pássaros e gatos do mato ou guarás do que em nossas cidades litorâneas coalhadas de funkeiros ou no interior dominado por bandos de agroboys com seus sertanojos onde capricham na breguice de enfeitar veículos com woofers coloridos. O volume abusivo é poluição, que quando intencional também é agressão deliberada. Trata-se de um desrespeito à propriedade primeira do indivíduo, seu corpo e sanidade mental. Tem que ser muito, mas muito otário para achar que a polícia e o judiciário britânico estão errados.

Marketing Caricatural / Caricatural Marketing

Porque algo está na moda, então tenho que ser necessariamente contrário? / Because something is in fashion, so I have to be necessarily contrary?

Sobre: Folha de S.Paulo - Colunistas - Luiz Felipe Pondé - Marketing social - 03/09/2012. Eu geralmente gosto dos textos de Pondé, mas neste, o seu “anti-politicamente correto” pecou pelo tom excessivamente oposicionista ao atual modismo intelectual. Este texto consegue ser, no máximo, uma caricatura a guisa de análise.
Em uma das passagens, o autor critica algo sem especificá-lo: é verdade que nem tudo se aprende com os pais, pois o meio social é muito mais amplo do que isto, daí que a “dignidade” passada pelos pais não seria verdadeira. Mas, a qual “dignidade” ele se refere? Então, o paradigma social é o da indignidade mesmo? Dignidade do que, indignidade do que? Isto parece mais um arremedo pseudo-filosófico baseado em um hobbesianismo primário, estilo “o homem é o lobo do homem” ou, na versão mais popular contemporânea, “está tudo dominado!” Ficou, por demais, impreciso. Se ele não define qual dignidade se refere, não dá para saber se o que diz procede, não dá para concordar nem dá para discordar. É um completo vazio.