"O cargo" não pode ser dissociado da pessoa, isto implicaria em imputar ao crime (de corrupção), uma responsabilidade objetiva, como se os sujeitos da ação fossem meras vítimas de um sistema maligno. Para quem realmente preza o liberalismo, o indivíduo não pode ter um papel menor nesta relação e, consequentemente, se eximir da responsabilidade.