Não Culpe o Capitalismo



Pessoal, eu,

Anselmo Heidrich, o Fernando Raphael Ferro de Lima e o Luis Lopes Diniz Filho,

administradores dos blogs


respectivamente, acabamos de lançar um libelo da GEOGRAFIA ANTI-MARXISTA, o 1º do país!

Prestigiem...

Compre o livro NÃO CULPE O CAPITALISMO nos links abaixo:




sexta-feira, dezembro 30, 2011

¡Feliz Ano Novo!

FrontPage Magazine - Tehran’s Killing Fields

Globalização em Shangai

http://www.theatlantic.com/business/archive/2011/01/picture-of-the-day-shanghai-in-1990-and-2010/69959/

Como disse certa vez o Paulo Francis "é contra isto que eu me oponho?" ao visitar os EUA... O mesmo posso dizer dos que são contrários à GLOBALIZAÇÃO "é contra isto que vocês se opõem?!" Veja a mudança de Shangai em apenas 20 anos...

The 11 Most-Read iAtlantic/i Business Stories of 2011 - The Atlantic


The 11 Most-Read iAtlantic/i Business Stories of 2011 - The Atlantic

Mapas FEE

BLOG DA INSEGURANÇA : ENGAVETADO PLANO NACIONAL DE REDUÇÃO DE ASSASSINATOS

RIDÍCULO! PATÉTICO! Quer dizer que "até 2013" teremos os dados?! Ora! Eles já existem!!! Agora, tudo é motivo para criar mais uma secretaria, mais um departamento, mais um órgão inteiro?! Cadê o IBGE, os órgãos estaduais de aferição de dados, as delegacias? Como se não soubéssemos nada, como se agíssemos só por intuição... Patética a desculpa. Esta mulher tem é medo de peitar oligarquias estaduais, isto sim!

quinta-feira, dezembro 29, 2011

A marcha e os tropeços russos na saída do comunismo

Cf.:

IMB - A Rússia e sua longa marcha de saída do comunismo


Parabéns por este artigo, muito didático. Agora, quanto à aprovação de Putin pelo eleitorado, este é um bom sinal para lembrar que não há uma homogeneidade nas ações em torno da liberdade, pois o mesmo governo que favoreceu, ao menos parcialmente, a estrutura econômica em prol do mercado no plano interno é o que em termos de sua periferia externa (o Cáucaso, p.ex.) comete atrocidades e guerras nitidamente mercantilistas, como a perpetrada contra a Geórgia a título de defender a auto-determinação da etnia russa na Ossétia do Sul, uma das províncias georgianas. Ora, se isto fosse realmente verdade, por que eles, o governo russo, não defenderam a auto-determinação do povo checheno que queria se libertar de Moscou? É a velha história dos dois pesos e duas medidas ou "faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço".


Steve Howe - Clap

O que é uma fraude?

Aluno de Direito ao fazer prova oral:
- O que é uma fraude?
- É o que o senhor, Professor, está fazendo, responde o aluno.

O professor fica indignado:
- Ora essa, explique-se.

Então diz o aluno:
- Segundo o Código Penal, ‘comete fraude todo aquele que se aproveita da ignorância do outro para o prejudicar’.

Campanha do desarmamento é ineficaz

Para não dizer inócua... http://www.diariodecuiaba.com.br/detalhe.php?cod=404388

Porque atacar o Irã é uma má ideia

http://geopolicraticus.wordpress.com/2011/12/28/a-review-of-iranian-capabilities/

terça-feira, dezembro 27, 2011

Culpando o mito


(...) Os liberais não desejam intervenção estatal na atividade econômica, exceto para “salvar” a economia em momentos de crise, de modo a “socializar as perdas” causadas pela permissividade do sistema. Esse modelo proporciona, antes da crise, imensos ganhos especulativos para alguns, e, com a crise, prejuízos para o sistema econômico, para os mais pobres e para toda a sociedade, quando o Estado é obrigado a injetar dinheiro dos contribuintes para “salvar” a economia da crise.
De nada adianta culpar este ou aquele indivíduo: enquanto o sistema for permissivo, haverá pessoas dispostas a correr riscos para obter lucro fácil, especialmente se quem arcar com as perdas for o Estado. Porém, os liberais não irão reconhecer que o sistema capitalista desregulado é frágil e incapaz de evitar crises, optando por afirmar que as crises são inerentes ao sistema e apontando os erros cometidos por governantes e por agentes econômicos para justificar a existência da crise.
A CRISE GLOBAL E O FINANCIAMENTO IMOBILIÁRIO - SUBPRIME MORTGAGE 
Os emergentes têm crescido como era de se esperar, os empregos nos EUA têm sido retomados. Não vai ser agora que o capitalismo precisará de um controle global ou nacional voltando a um estágio econômico anterior. O que se precisa observar é o comportamento individual, ainda sujeito a políticas de recuperação que estimulam ao erro. O desenvolvimento em regiões, como a África corresponde a uma "fronteira horizontal", depois vem a "vertical" onde, nos mesmos locais, se intensificará a produção. Agora, olha que interessante... Os anti-liberais chamam o liberalismo econômico de mito, acusam os que acreditam e o defendem de ingênuos, não raro de hipócritas, mas.... Quando se trata de criticar uma crise, qualquer que seja, não levam em consideração os governos, os estados. É como se estes simplesmente deixassem de existir. Ué?! Ou o capitalismo liberal é uma fábula e os governos são agentes de peso, os estados são de pesos-pesados ou -- quando eis que surge uma crise... -- eles, misteriosamente, deixam de existir e passa a ser uma crise do “capitalismo liberal”. Ah, vá...

A política externa de Ron Paul é "pura doideira"

Eu já desconfiava, mas agora está evidente:
Ex-Aide: Ron Paul's Foreign Policy is 'Sheer Lunacy' - The Atlantic

segunda-feira, dezembro 26, 2011

Quando água e óleo se misturam

Interessante texto sobre a relação entre religião e economia publicado 7 anos atrás no Valor Econômico:


Economistas estudam a religião sob a ótica da oferta e demanda
Joseph Weber e Peter Coy ,
da BusinessWeek Valor Econômico - 29/11/2004 - edicão nº 1146

Economia e religião são como o óleo e a água, não se misturam. É verdade que Adam Smith sondou a religião no clássico de 1776 "A Riqueza das Nações". No entanto, a maior parte dos economistas considera a religião como um continente negro além do alcance de suas ferramentas analíticas.
Mas a religião é grande demais para ser ignorada pela economia, e agora esse abismo está se fechando. Uma nova geração de economistas da religião está seguindo as pegadas de Gary S. Becker, da Universidade de Chicago, que ganhou um prêmio Nobel por aplicar a economia no estudo do crime, das drogas e das interações familiares.

Embromação européia

Freud foi mais bem acolhido na França do que nos Estados Unidos, e Lacan talvez seja a prova mais convincente disso. Surgiu preconizando o retorno a Freud contra o que ele chamava de human engineering, prática americana decorrente do behaviorismo e inteiramente contrária à manifestação do inconsciente.
Mas o fenômeno Lacan não significa que o pensamento psicanalítico tenha de fato penetrado na França. Pode-se mesmo dizer que o futuro da psicanálise, nesse país, não é menos incerto do que na América do Norte. São as idéias cartesianas que imperam no meio intelectual francês, a crença no “penso, logo existo”, que não favorece uma cura em que o sujeito deve se deixar preceder e surpreender pela palavra e cujo pressuposto é “digo, logo existo”. 
Betty MilanO futuro da psicanálise (1996)

É difícil para alguns compreenderem que mesmo quem diz algo o faz porque pensa. Talvez, para a autora, os vegetais e minerais não se sujeitem a psicanálise justamente porque não dizem nada e não porque não pensam. Este tipo de recurso argumentativo não estabelece uma teoria, apenas “dá um jeito” de argumentar em cima de algo com uma resposta evasiva. Seria difícil admitir que os EUA não têm uma queda psicanalítica por que uma visão psicológica alternativa lhe traz mais segurança ou resolutibilidade? Para conferir a eficácia da psicanálise como método de cura de patologias, o mínimo que se deveria fazer é um apanhado estatístico da permanência ou reincidência de certos transtornos ou, se preferirem, “situações” que a falta de apoio psicanalítico não lograsse sucesso.
Mas, provavelmente, para aqueles que crêem na psicanálise, a própria estatística seria contestável já que tudo que tem a ver com ciência não lhes inspira confiança. Vai saber...

China contemporânea


Pessoal, e o cotidiano chinês contemporâneo?

[Trechos sublinhados por mim e em vermelho. Meus comentários aparecem entre colchetes e em vermelho.]


A nova classe média



A súbita prosperidade da China traz liberdades jamais sonhadas - e uma série de ansiedades.
Aos 4 anos, a menina Zhou Jiaying estava inscrita em dois cursos: inglês americano falado e conversação em inglês. Ela também ganhou um nome em inglês: Bella. Seus pais empenhavam-se em que ela fosse fazer faculdade no exterior.
No ano seguinte, puseram-na em um curso de teatro. Quando Bella completou 8 anos, começaram as aulas de piano, em que ensinavam disciplina e desenvolviam o cérebro. Nos verões, ela aprendia a nadar na piscina. Com a natação, diziam os pais, ela ficaria mais alta. Bella queria ser advogada, e, para isso, a pessoa tinha de ser alta.

domingo, dezembro 25, 2011

20 Years Since The Fall of the Soviet Union - Alan Taylor - In Focus - The Atlantic

20 Years Since The Fall of the Soviet Union - Alan Taylor - In Focus - The Atlantic

Disturbing the Santa Claus


‎"Somente quando o gelo se quebra você vai realmente saber quem é seu amigo e quem é seu inimigo."


Este é o perfeito tópico natalino para este blog porque (1) se passa no quintal do Papai Noel e porque, obviamente, (2) mostra estratégias de atores globais.

Protecionismo Econômico - 4



O Papai Noel é um velhinho anti-protecionista, pró-livre mercado, um velhinho globalizante!


Cf.: IMB - O Papai Noel seria bem-vindo?

Afinal, o que seria dos presentes dados às crianças se não fosse o comércio global? Como seria o Natal das crianças com o travamento alfandegário? "Ah! Mas, os recursos estratégicos são diferentes! Não podemos nos acostumar e nos acomodar apenas vendendo commodities." Concordo, mas para isto temos que nos globalizar, i.e., importarmos mais mercadorias e tecnologia para exportarmos mais ainda. Aliás, ferro é como banana, só um recurso a mais. Se os EUA "não seguiram por esse caminho" foi menos por episodicamente se fecharem do que pela agressividade competitiva que caracterizou sua história. Este é o ponto, não existem "estados puros", "ideais permanentes", mas regiões, países que atingiram graus de excelência ou simples aprimoramento dos quais deveríamos tomar como exemplos. A Embraer e a Vale são exemplos e o Brasil pode mais neste sentido, de modo que nossa abertura comercial fez mais pelo país (como está ocorrendo) do que o processo de substituição de importações, episódico e, este sim, totalmente dependente do fracasso alheio (a crise de 29 nos ajudou neste sentido), nos viciando em determinada conjuntura que quando deixou de existir fez perdermos o bonde da história. Aumentar as importações nos induz a continuar aumentando as exportações para determos reservas e continuar importando e assim e assim e assim... Ou seja, é um moto contínuo. Isso é o que tem que ser buscado e não um momento que queremos que perdure na eternidade, enquanto que nada o é, nem na natureza, nem nas sociedades.

Uma conveniência religiosa


Sobre: IMB - As lições econômicas de Belém

Alguma coisa não fecha neste texto: e aquele famoso episódio em que Jesus ataca os mercadores do templo, não era por que em sua visão, os mercadores profanavam o templo? E se o governo sempre está contra o indivíduo, por que diabos três reis magos foram celebrar o nascimento do messias e presenteá-lo? 

"(...) não há nada de imoral em relação à riqueza; riqueza é para ser valorizada, gerida privadamente, presenteada e comercializada." Concordo, mas não é isso que uma vida de limitações, auto-impostas inclusive, sempre procurou demonstrar. Olha... Querer criticar governos é bem vindo, estados também, mas sem criar mitos, pois de mitos já temos o suficiente na religião, na política, na economia etc.
...

Brasil VS China - 1

Vejam só:
China age para vetar o Brasil no Conselho de Segurança da ONU | Forças Terrestres - ForTe - Estratégia, Tecnologia Militar e Segurança
-- China querer vetar o Brasil no CS? Não pode! O inimigo sempre são os EUA, têm que ser eles...
-- Mas os EUA são espertos, já sabem que não temos a menor chance, deixa outro queimar o filme.

Não trato nenhum organismo do porte de um estado-nação como uma entidade sujeita a humores e hormônios, exceto quando centralizada na figura de um "grande líder", geralmente um déspota, mas sim como dotada de objetividade segundo seus interesses e este parece, claramente, o caso chinês. Não faz o menor sentido para membros de um grupo seleto que, por isso mesmo detém maior poder popularizar suas cadeiras. Mesmo que o candidato seja o Brasil, pois amanhã pode ser o México, uma Turquia etc. e daí, como ficarão os membros deste grupo, com cotas menores de influência política e econômica mundial? Claro que isto não lhes interessa e o Brasil provavelmente faria o mesmo, caso detivesse uma posição semelhante... Então, em boa parte de minhas intervenções adoto um Q de ironia para meus missivistas que acham e tratam o EUA como um verdadeiro "império do mal", como se tudo que de lá proviesse posse constituído de glacê com recheio de veneno. E, pior que muitos ainda se vêem como "cientistas"... That's all! Ôps! Me desculpe por usar o idioma inimigo, tenho que adotar o tupi-guarani e me comunicar só com os da mesma linhagem...


sábado, dezembro 24, 2011

Pinheiro Solitário


http://www.weru.ksu.edu/ftp_site/NRCS/Pictures/Wind_Erosion_Pictures/MI%20wind%20erosion/

Teus galhos já agüentaram tanta neve, teus braços já sustentaram tantas asas e patas. Mas, o solstício assinala um novo tempo, para nascer e morrer.

A origem da diferença

http://www.theatlantic.com/entertainment/archive/2011/08/rise-and-fall-of-the-planet-of-the-apes/243135/
Assisti ontem ao belo Planeta dos Macacos: a Origem. Triste também, um mundo em que o indivíduo símio perde sua referência. A natureza, primitiva, é um útero que nos protege ao mesmo tempo em que estamos vulneráveis. Crescer intelectualmente, como é o processo de Caesar atormenta. O conhecimento e as inseguranças geradas nos tornam reféns da incerteza.

quarta-feira, dezembro 21, 2011

The Scourge of "Environmental Justice"

 The Scourge of "Environmental Justice"
ou http://www.canadafreepress.com/index.php/article/1906
...

Para quem quer vomitar


Pequena nota que expresso meu nojo por um canal de informação que abusa do sofismo para defender o crime sob o clichê da "vitimização social":

Marilene Felinto escreveu um artigo digno de ânsia de vômito em A morte da menina rica e o ódio de classe, na revista Caros Amigos. A colunista denuncia o “ódio de classe” daqueles que passaram a clamar pela pena de morte como o rabino Henry Sobel por ocasião da morte de Liana Friedenbach e Felipe Caffé em Embu-Guaçu, periferia paulistana pelo menor “Champinha” em 2003. Seu argumento é que nossa mídia é hipócrita ao não tratar da “violência que essa desigualdade social [brasileira impõe] diutunarmente aos jovens pobres”. É como se casos bárbaros como esse, não ocorressem em países ricos ou menos desiguais.
Segundo Felinto, pesquisa do IPEA publicada em 2001 mostrou que a concentração de renda brasileira entre os 20% mais ricos e os 20% mais pobres era de “25, 30 vezes mais”. Só ‘esqueceu’ de avaliar que na Dinamarca, esta mesma comparação entre os 20% mais ricos e mais pobres que é de apenas 4,3 vezes (1997) aumentou o número de tiroteios para 55 em 2008 contra 20 em 2007. São crimes relacionados à droga e ajustes de conta.
A desculpa da ‘desigualdade’ é um clichê sociológico que serve para advogados e críticos levianos da sociedade aberta que vêem no estado totalitário, uma panacéia para crimes que têm na psique e no próprio indivíduo, a verdadeira causa da criminalidade. (27/12/2008)

A CORRUPÇÃO NO BRASIL E NOS EUA

Are the poor getting poorer?

segunda-feira, dezembro 19, 2011

Irã - Relações Perigosas | Documentarios.org


Documentário que vale a pena ser visto:


"Protecionismo Científico"


Se há uma coisa incompreensível sobre todo este "auê" em torno do ambiente natural é como certas pessoas, entidades ou seja lá o que for que se dizem compromissadas podem ser contra a pesquisa. Notadamente, tal ocorre por que o "discurso verde" acabou ocupando o lugar de órfãos socialistas. Então, nada mais conveniente que se posicionar contra o "capital estrangeiro", mesmo que esse capital seja antes de tudo cultural. 

IMB - A Guatemala e seu exemplo de privatização


Um bom artigo sobre as privatizações na América Latina: 


IMB - A Guatemala e seu exemplo de privatização

domingo, dezembro 18, 2011

O Blog do Stephen Kanitz - Sobre o Livro "Privataria Tucana"


Este excelente artigo do Kanitz O Blog do Stephen Kanitz - Sobre o Livro "Privataria Tucana" diz o que muitos ignoram sobre as privatizações na Era FHC, que as empresas já eram privadas na maior parte da composição de seu capital. O problema, este sim bem apontado, é que não havia nem houve posteriormente democracia sobre as decisões tomadas pela empresa. Claro que o poder de decisão não é o mesmo para todos acionistas, mas algum poder existe, em maior ou menor medida. Bem, o livro que critica as privatizações na época de FHC revela bem uma coisa, que acreditar que empresas têm que se manter estatais, custe o que custar significa que no Brasil ainda é comum confundir bem público com empresa estatal.

Boa leitura:


sexta-feira, dezembro 16, 2011

Clinton vs. FHC - análise torta




Crise do México, Crise da Ásia, Crise da Rússia... Não são exatamente "problemas que a sua própria política econômica produzia"; a observação de Clinton também não foi uma crítica a "política neoliberal do governo FHC", seja lá o que isso signifique, mas sim a falta de instituições sólidas, confiáveis, como ele elogia no Chile (ele menciona isto, literalmente); o que FHC propôs foi "uma CPMF", um imposto (isto sim, vergonhoso) sobre os capitais que migram de bolsa a bolsa de valores, não que ele enfatizasse uma doação pura e simples e Clinton criticou-o porque isto é o tipo de coisa que, justamente, cria mais insegurança e portanto fuga de capitais. Em suma, as conclusões tiradas são antípodas ao que o vídeo e seus comentários querem produzir.

terça-feira, dezembro 13, 2011

IBGE :: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística


Publicação aborda evolução da divisão territorial brasileira de 1872 a 2010

IBGE :: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

...

Sensacionalismo ambientalista -- o caso da Carta Capital

Anos atrás li uma típica matéria sensacionalista do pasquim Carta Capital relacionando geopolítica mundial ao aquecimento global. Disponibilizo abaixo o ridículo texto original e a série de artigos que tive oportunidade de fazer como resposta:


Silêncio de Ensurdecer
Silêncio de Ensurdecer:: WebMaster :: A mídia custa a dar voz ao debate científico sobre o aquecimento global.A repercussão internacional da matéria publicada pela revista britânica The Observer, no domingo 22 de fevereiro, embute uma omissão, como notou o escritor e jornalista australiano Tom Engelhardt em seu blog TomDispatch. Mas a forma como isso passou despercebido da maioria dos leitores e comentadores revela um problema quase tão grave quanto o do próprio aquecimento global.

sábado, dezembro 10, 2011

Educação ou ensino?


Aqui está o link do 2º artigo mais lido no facebook em 2011:
Professores são educadores, não babás - Educação - Notícia - VEJA.com

Trata-se de um artigo sobre educação que diz o que todos professores sérios sabem que o processo educativo não funciona sem a participação dos pais. Mas, o artigo tem furos sim. Eu acho justamente o contrário neste parágrafo:

COVERS & LOVERS: ROGER DEAN


A maioria dos jovens (e muitos velhos) nem imaginam de onde James Cameron tirou inspiração gráfica para seu Avatar.


Dica:

COVERS & LOVERS: ROGER DEAN

Mais aqui:


...

Hero Dog Reagan Rescues Two Kittens Left to Die


Só podia se chamar Reagan mesmo, um herói...

...

sexta-feira, dezembro 09, 2011

Os Bolsonaros da esquerda são piores. | Implicante


Outro bom artigo:


Também chamam Bolsonaro de “reacionário”. Eu tomaria como elogio. Na mitologia grega, o fogo (símbolo da razão) foi dado aos homens por Prometeu (“aquele que enxerga antes”), enquanto os males foram liberados ao mundo por um descuido de seu irmão Epimeteu (“aquele que só enxerga depois”). Ser reacionário, saber como as coisas reagem antes que elas aconteçam, ter cautela ao invés de acreditar cegamente na benevolência de alguma força escolhida no presente, é característica de pessoas experientes. O revolucionário é aquele que acredita no poder das armas dadas ao povo – o reacionário é aquele que já descobriu que todo tiro disparado faz a arma ter um repuxo forte sobre o próprio atirador. Ele aprende com o tempo a esperar essa reação.
Já os revolucionários, que querem mudar toda a sociedade – ou seja, sempre querem te obrigar a se comportar desta ou daquela maneira, através dos graus de violência que lhe estejam disponíveis – acreditam apenas na força propulsora da sua própria benevolência em governar o próximo. Seu projeto é a concentração de poder em suas próprias mãos, ditando o que os outros devem fazer, e os que se opõem a isso são “reacionários”. Os comunistas usaram o termo “reacionário” nos versos da “Internacional” e os nazistas na “Canção de Horst Wessel” para qualificar seus inimigos.

Grand Funk Railroad - Inside Looking Out 1969


...

Judiciário Brasileiro

Excelente texto:


A Justiça no Brasil vai mal, muito mal. Porém, de acordo com o relatório de atividades do Supremo Tribunal Federal de 2010, tudo vai muito bem. Nas 80 páginas – parte delas em branco – recheadas de fotografias (como uma revista de consultório médico), gráficos coloridos e frases vazias, o leitor fica com a impressão que o STF é um exemplo de eficiência, presteza e defesa da cidadania. Neste terreno de enganos, ficamos sabendo que um dos gabinetes (que tem milhares de processos parados, aguardando encaminhamento) recebeu “pela excelência dos serviços prestados” o certificado ISO 9001. E há até informações futebolísticas: o relatório informa que o ministro Marco Aurélio é flamenguista.

A leitura do documento é chocante. Descreve até uma diplomacia judiciária para justificar os passeios dos ministros à Europa e aos Estados Unidos. Ou, como prefere o relatório, as viagens possibilitaram “uma proveitosa troca de opiniões sobre o trabalho cotidiano”. Custosas, muito custosas, e...
veja.abril.com.br
Com palavras e imagens, esta página tenta apressar a chegada do futuro que o Brasil espera deitado em berço esplêndido. E lembrar aos sem-memória o que não pode ser esquecido.


quinta-feira, dezembro 08, 2011

Protecionismo Econômico - 3

Este Tang sabe das coisas...

Em contrapartida, do lado chinês, o pedido é por mais abertura no mercado brasileiro, seja pelo fim de barreiras para a compra de terras ou para a venda de veículos importados, sobretaxados com impostos sobre produtos industrializados.

"Os produtos chineses não são a causa da desindustrialização brasileira. O que causa isso é o 'custo Brasil' (em referência à carga tributária elevada e custos burocráticos)", defendeu Charles Tang, presidente da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-China.

"O país deveria usar a receita das commodities para combater isso e dar mais competitividade à sua indústria."

Para Evaldo Alves, todos os desafios desse comércio bilateral terão de ser encarados e negociados cada vez mais, "já que essa relação comercial entre Brasil e países emergentes só tende a aumentar, uma vez que a crise (nos países ricos) ainda vai demorar para ser resolvida".

www.inovacaotecnologica.com.br
A queda nas exportações chinesas para mercados em crise como EUA e União Europeia fará com que Pequim direcione mais vendas à América Latina e à Ásia, informou o Ministério do Comércio daquele país.
... 

sábado, novembro 26, 2011

IDH e obscurantismo da ONU

Um velho texto meu, de 2003, quando escrevia para o MSM. E, claro, muitos links estão quebrados:


IDH e obscurantismo da ONU
por Anselmo Heidrich em 07 de outubro de 2003 
Resumo: A ONU se esforça em semear suas teses estatizantes e antiliberais ao sabor de um ranço tipicamente terceiro-mundista. 

Protecionismo Econômico - 2


Outro bom artigo sobre os benefícios da liberalização econômica:


Protecionismo Econômico - 1


Dois bons artigos para entender os males do protecionismo econômico. Primeiro uma crítica aos EUA e depois, outra ao Brasil:


Globalização e Culturas


A group of American tourists arrived in Italy not long ago. “Amazing!” one said to their tour guide, a friend of mine: “You have pizza here too.” A group of Japanese Boy Scouts landed in Chicago. “Amazing!” they told their troop leader. “They have McDonald’s here too.”
NationalGeographic.com 


Como os antiamericanistas enxergam
a globalização frente às culturas...

Os suplementos culturais dos jornais, geralmente são relegados ao segundo plano. O caso do Valor Econômico, por exemplo, é bastante sintomático, já que o jornal trata de economia e da política quando estreitamente relacionada à própria economia. Mas depois da dança das cotações das ações da bolsa, da crítica aos subsídios externos e ao clamor dos mais sensatos por juros e carga tributária menores, o que resta? A análise da política passa de modo rasteiro. Muitas vezes, sem dar nome aos bois ou revelar interesses, lobbies etc. E o que pode se chamar de “análise cultural”, praticamente nunca é tratada de modo sério, ou seja, revelando mais de uma visão sobre um tema tão amplo e vago. 

Alguns números sobre Belo Monte


...

segunda-feira, novembro 21, 2011

Gryphon - The unquiet grave


...

James Peron: The Artificial Imposition of Poverty


James Peron: The Artificial Imposition of Poverty
...

Muçulmanos nos EUA

http://noiri.blogspot.com/2007/09/be-aware-moslems-in-usa.html?showComment=1207596840000

World Urbanization Prospects: The 2005 Revision


World Urbanization Prospects: The 2005 Revision
...

domingo, novembro 20, 2011

Calúnia sobre Belo Monte - 2


Na entrevista Belo Monte, nosso dinheiro e o bigode do Sarney, a impressão que fica é que deve ser bem cômodo ficar do lado de fora criticando, como esse professor faz. Quero entender se o que ele critica é a falta de transparência do setor ou a necessidade de construção daquela usina ou ambas as coisas? Porque, ao menos para mim, é só mais uma hidroelétrica, embora grande, gigante. E como tal, não vejo como a região Amazônica e mais outras áreas do Brasil possam prescindir da mesma. O que acho que deve ser apontado é se, dentro das normas ambientais vigentes, a sua implantação foge a regra deixando buracos no processo, como a compensação ambiental ou mitigação necessárias. 

Urbanização Mundial - 2

http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/c/c0/Rural_flight.jpg

Quantos países existem atualmente? - Mundo Estranho

Quantos países existem atualmente? - Mundo Estranho
...

Urbanização Mundial - 1

http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_de_pa%C3%ADses_por_%C3%ADndice_de_urbaniza%C3%A7%C3%A3o

Great White Shark Jumping

Sinofobia - 1

Quando se pensa que já atingimos o maior nível de imbecilidade governamental nos enganamos: com vocês, a sinofobia.

La nueva normativa, que podría convertirse en decreto, busca cerrar las fisuras legales que los compradores han estado utilizando, como la compra de tierras a través de compañías brasileñas.

Mas, faça o que eu digo, não faça o que eu faço:


macua.blogs.com
O BRASIL procurou sossegar os cépticos que receiam a possibilidade de geração de...

quinta-feira, novembro 17, 2011

Calúnia sobre Belo Monte

http://vimeo.com/32115701


Olha... Assisti agora a essa bobagem. É enojante o nível de desinformação desses patetas globais. Esse povo me dá nojo! Isso é pura manipulação travestida de questionamento sério. Pelo pouco que sei, aquele ambiente (equatorial) não passa por época de estiagem, seca coisa nenhuma. Agora, isso não invalida o fato de que energias alternativas (que poderão graças a maior escala se tornarem usuais), sejam interessantes como complemento. Se Belo Monte vai receber recursos estatais, então por que não a eólica ou solar ou de biomassa? Reitero que a UHE Belo Monte não perde seu valor em um milímetro cúbico por segundo por causa disso não, só estou afirmando que tem que se separar a rejeição por essa contrainformação vagabunda desse vídeo aí com a possibilidade de diversificação, que é sempre interessante.
...

Aliança entre Paquistão e China


Mudança nada. A China só pode contrabalançar um pouquinho o poder (hard, power e soft quando interessa) de seu principal aliado -- que fique claro, claríssimo --, os EUA. Só néscios para acharem que um estado de rio que quando dá cheia deixa mais de um milhão de desabrigados miseráveis vai ser um objeto de interesse vital para Pequim. Nada disso barra o poder de 80-90% de produtos chineses no Wal-Mart. Poder paralelo é, na verdade, apenas mais uma carta manipulável e esse é o caso de Islamabad. Ou alguém aí é ingênuo de achar que chinês que é chinês -- HAN -- vai dar trela para estado muçulmano com simpatizantes dos talebãs?! Só olhar como Pequim trata seus próprios turcos no Sinkiang pra ter uma breve noção do que digo. Aliança estratégica, temporária tudo bem. Vital, carnal, besteira...não dá nada, não rende. Já falaram, já louvaram um monte a aliança entre Rússia e China, pois então CADÊ?! No way.

Cf.: DefesaNet - Expansão Chinesa - Paquistão e China efetuam manobras militares conjuntas

...

quarta-feira, novembro 16, 2011

Inovação mundial

Aos sinófilos e antiamericanistas: dêem uma olhadinha nestes gráficos. Em particular no 2º.


www.economist.com
Where are the world's most innovative companies and what do they do? Companies that make semiconductors and other electronic components are collectively the most innovative industry, according to an analysis of patents carrie

terça-feira, novembro 15, 2011

Tomatadas: Marcelo Lopes de Souza é como qualquer militante...


Diniz,

A malandragem é essa mesmo, que tu bem detectou. Agora, imagine se cobrássemos desses movimentos como o MST algo como uma prestação de contas: "Êi, vocês disseram que queriam terra para produzir, que a especulação de terras e bla-bla-bla, a ditadura do grande capital e bla-bla-bla os impedia de produzir... Pois bem, agora que ganharam terra e DINHEIRO [pois, ao contrário do que muitos pensam, a reforma agrária desde os tempos de FHC não se resume à mera distribuição de terras], o que vocês definitivamente produziram?" Sabe o que o Marcelo Lopes de Souza e outros com a mesma mentalidade incrustados em sinecuras estatais nos diriam? "Isto não é justo para com os movimentos sociais, pois é uma cobrança e avaliação típicas da mentalidade neoliberal, que só sabe cobrar resultados..." Ou algo tão patético assim seria alegado, pode crer. O que eles esquecem, no entanto, é que não se trata de cobrar uma "racionalidade neoliberal", mas de cobrar uma racionalidade sequer, o que a leitura de filósofos anarquistas nunca soube responder.

Só responderam com sonhos a guisa de guias para o fracasso.


Cf.: Tomatadas: Marcelo Lopes de Souza é como qualquer militante p...: Na palestra Da “arqueologia” à “genealogia”: balanço e perspectivas dos vínculos entre a geografia e o pensamento libertário , Souza (2009)...
...