Não Culpe o Capitalismo



Pessoal, eu,

Anselmo Heidrich, o Fernando Raphael Ferro de Lima e o Luis Lopes Diniz Filho,

administradores dos blogs


respectivamente, acabamos de lançar um libelo da GEOGRAFIA ANTI-MARXISTA, o 1º do país!

Prestigiem...

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sexta-feira, novembro 07, 2014

Foro fora de foco - 2


Analogamente, as pessoas também costumam acreditar em qualquer bobagem conspiratória quando se envolve entidades mundiais dotadas de supostos poderes ocultos. Quanto mais fabulosa a teoria, mais verossímil parece seu poder e eficácia. O mundo, realmente, é composto por uma maioria manipulável porque ela simplesmente adora o sobrenatural.

O Foro de S. Paulo existe? As suas atas estão aí para provar, mas não se trata disto. Trata-se, isto sim, se ele teria a efetividade alegada. E não a tem.

E vejam se entendem o que é escrito... Isto não significa que atos e decisões políticas em direção ao totalitarismo não sejam, ou não tenham sido tomadas no Brasil. Marco Civil da Internet, a tentativa de um Estatuto da Imprensa, a tentativa de nivelar "Conselhos Populares" em detrimento da Democracia Representativa (a única democracia) etc. são provas de que SIM, sim, estamos em um caminho ameaçador e aterrorizante, MAS -- LEIAM E ENTENDAM A DIFERENÇA --, isto difere totalmente da presunção de que tenham sido criados, dirigidos e/ou fomentados a partir do exterior, fosse por uma URSS ou pelo atual Foro. Isto é superestimá-lo e criar um espantalho. Na medida -- LEIAM -- que não avaliamos corretamente suas causas, daí sim, daí sim é que nos tornamos reféns do fenômeno porque não sabemos contra o que, nem quando e nem como lutarmos direito. É um processo muito descentralizado -- ao contrário de que uma organização o dirija -- e, por isto mesmo, se torna mais difícil, mas nem por isto impossível de combater. Nos anos 50, a Conferência de Bandung na Indonésia foi um "foro em escala mundial" e deu com os burros n'água. Agora, qual é o fator de sucesso da atual esquerda mundial? Ela não obedece um guru ou cúpula, mas ideias dispersas que se conectam. Ou seja, quando derrotamos um grupo, outro surge como cogumelo em seu lugar, por isto se trata sim de uma guerra cultural na qual temos que destronar suas ideias. Mas como fazer quando nossa direita (oh! direita não!) está dividida em frescurites?! Assim sendo, vocês merecem ser dominados porque são fracos e desarticulados. Minha avaliação senhores, não é moral, mas estratégica e funcional. Ou vocês tomam prumo ou podem tomar.... Ki-Suco para refrescar a cabeça.



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