sexta-feira, setembro 23, 2011

É o inchaço da máquina pública mesmo


A esquerda dirá que a crise foi causada pela especulação financeira.  A direita, que o estado assumiu obrigações que não pode cumprir.
 Ambos têm metade da razão.

Acho que a razão não é de 50% para cada um:

Só direitos. Nenhum dever.
Entre as economias que ameaçam a zona do euro, a Espanha tem a maior taxa de desemprego - mas reluta em eliminar o excesso de benefícios sociais
O sol está a pino e as areias das praias de Cádiz, uma charmosa cidade do sul da Espanha, repletas de gente. Há férias na Europa e a costa da Andaluzia figura entre os destinos preferidos de ingleses e alemães. A maioria dos banhistas, porém, é de espanhóis, moradores da cidade. Até setembro, eles aproveitam ao máximo o horário de verão. Nada de adiantar ou atrasar o relógio. Horário de verão na Espanha significa trabalhar apenas seis horas por dia, em vez de oito. Na praia desde as 2 da tarde, os espanhóis podem curtir o clima até 10 da noite, quando o sol se põe. Cádiz é a terceira cidade com maior desemprego na Espanha: 32% da população economicamente ativa. Procurar trabalho está fora de cogitação por três motivos. O primeiro é o calor de 43 graus. O segundo é que não há ninguém nas empresas privadas ou nas repartições públicas para quem se possa entregar o currículo. Todos estão na praia. O terceiro é que mesmo os desempregados que recebiam um salário considerado baixo, de 1000 euros (os mileuristas, no jargão espanhol), conseguem viver bem recebendo um auxílio equivalente a 75% da antiga remuneração, pago pelo governo. É melhor ficar na praia.
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Mais em Revista Veja: "Que crise é essa?" apud Relações do Trabalho.
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quinta-feira, setembro 22, 2011

Idea 3g Ad - Population Control (July 2011) --=JaGjIt=--



O que Malthus nunca teria imaginado: celulares e controle de natalidade. 
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Sobre o lixo debaixo do tapete

Dilma... PresidentA coniventA?
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O velho e eficaz recurso aos arabescos colaterais. Não importa se as provas de um crime são procedentes ou não. O que importa é a forma como foram obtidas. Não se julga mais o mérito de uma questão. Mas os procedimentos de investigação. Corrupto perde tempo se constituir como advogado um criminalista. Estará melhor servido com um processualista. Não interessa mais se alguém cometeu ou não um crime. O que interessa é como foi denunciado.

O PT inaugurou o governo mais corrupto do qual se tem notícia no Brasil. Dona
Dilma, enquanto ministra da Casa Civil, foi ciente e conivente com toda esta corrupção. Posa agora de faxineira. Mas só tem varrido o lixo para baixo do tapete.

Fosse o caso de minha faxineira, eu a demitiria incontinenti. Mas brasileiro é generoso. Corruptos notórios – vide Sarney - denunciados pela imprensa se reelegem ad aeternum. José Dirceu quer voltar à política. Se voltar, é claro que será reeleito. O problema do Brasil não são os corruptos. Corrupto segue sua vocação natural - como um rio segue sua corrente - a de ser corrupto.

O problema é este povinho que os elege e reelege.

Mais em Janer Cristaldo

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quarta-feira, setembro 21, 2011

Impostos nos veículos brasileiros - 1

Absurdo!
http://raphaelhagi.wordpress.com/2011/04/14/preco-do-corolla-no-brasil/
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Legalização das drogas é inócua



Eu não entendo porque se fala tanto na legalização das drogas. Em termos práticos, elas já estão disseminadas em nossa sociedade. No entanto, não creio que a violência como subproduto seja totalmente eliminada porque as consequências de se usar drogas vão continuar existindo. Exemplo: que controle teríamos sobre os efeitos do uso do crack no sistema de trânsito? Há fiscalização e leis específicas suficientes para isso? Aqui no Brasil, o número de casos não solucionados e a morosidade da justiça para crimes envolvendo atropelamentos é tão algo que, na prática, há um verdadeiro incentivo à criminalidade neste sentido. O caso é que muitos desses delitos são claramente motivados pela ingestão indevida de álcool e o consumo de outras drogas nos finais de semana. E então, basta legalizar as drogas para termos paz e segurança? Claro que não! Isto é ingenuidade, se tal liberação do uso de drogas não vier acompanhada de um recrudescimento da repressão (e fiscalização) em outros momentos, como o pós-uso das drogas.

Cf.: México y Estados Unidos: la verdad sobre las drogas aquí y allá | AméricaEconomía - El sitio de los negocios globales de América Latina


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Walter Williams


Vale a pena ler:

terça-feira, setembro 13, 2011