Não Culpe o Capitalismo



Pessoal, eu,

Anselmo Heidrich, o Fernando Raphael Ferro de Lima e o Luis Lopes Diniz Filho,

administradores dos blogs


respectivamente, acabamos de lançar um libelo da GEOGRAFIA ANTI-MARXISTA, o 1º do país!

Prestigiem...

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domingo, junho 10, 2012

A insustentável sustentabilidade do ambientalista

É interessante comparar o mapa acima, com a cobertura florestal original, e o seguinte para se perceber que o quadro global atual não é tão ruim quanto dizem. / It is interesting to compare the above map with the original forest cover, and the next to see that the current global context is not as bad as they say.

O texto a seguir parte de algumas reflexões sobre meio ambiente e sociedade. Já é um pouco antigo, 2006, mas há questões que ainda me são pertinentes:


Monday, July 31, 2006

A insustentável sustentabilidade do ambientalista

Anselmo Heidrich

Um conceito bastante vago, adotado pelos ambientalistas, é o de “superpopulação”. Vago por que o que é super? Algo demais? O Japão tem uma população próxima a de Bangladesh e não apresenta problemas como este país. Pelo contrário, os japoneses são muito bem providos em suas necessidades e a tecnologia nipônica, igualmente bem adaptada ao seu meio.[1]
Isto confunde muito os leitores, mesmo os com critérios liberais-econômicos, pois quando a população é tratada como mero recurso se esquece que é formada por gente, de pessoas. Esta visão torpe os aproxima dos próprios opositores desenvolvimentistas que costumam louvar as benesses do controle de natalidade como se fosse uma panacéia, o que é na verdade uma Caixa de Pandora. Separar o joio do trigo faz bem. O que ocorreu na China é um bom exemplo disto. O controle (coerção) estatal em que cada casal possa ter apenas um filho levou à preferência por homens, sobretudo na zona rural (melhores como “burros de carga”). Como conseqüência, nos anos 80 para cada 100 mulheres havia 118 homens. Sombrio... Hoje em dia, o estado chinês tenta driblar esta tendência, inclusive coibir o infanticídio feminino, não revelando o sexo em exames pré-natais.

Uma proposta liberal, por seu turno, permite o consciente planejamento familiar que só pode merecer desaprovação mediante algum dogma religioso. Enquanto que o controle de natalidade parte de premissas socialistas e totalitárias, o planejamento familiar parte do liberalismo, decidido e escolhido pelos próprios progenitores e que tem como subproduto desejável, não ter que recorrer ao aborto. Digo isto, pois o argumento liberal-econômico não pode prescindir de outro, liberal-moral em que o próprio agente de interesse, o ser humano, não seja um mero recurso, mas fim em si mesmo, i.e., dotado de meios necessários para atingir seu próprio bem-estar. E qual é o maior bem-estar se não aquele condizente ao princípio de liberdade?



Um modo mais inteligente de se conceituar “superpopulação” não é por seus números absolutos, mas por sua distribuição. Uma das maneiras consiste em distinguir o que é zona urbana de rural. Mas, cuidado! Mesmo aí tem maracutaia! Ocorre que muitas vezes se chama algo de “urbano” pela simples conveniência de criar mais municípios e com isto, ampliar a rede de dependência dos governos estaduais na geração de empregos públicos e seus subprodutos indesejáveis como clientelismo, fisiologismo, nepotismo etc. Esta “mania” não é exclusividade nossa, mas também de outros países latino-americanos que definem “cidade” como um amontoado de favelas e submoradias semi-rurais sem infra-estrutura básica.[2] No Brasil do IBGE somos 80% urbanos, mais que nos EUA! Com este recurso quantitativista, professores ensinam aos alunos que já temos nossas “cidades globais”, simplesmente por que estão conectadas ao mercado mundial e têm filiais de multinacionais. É compadre... Analise o que seu filho anda estudando por aí.



O vício de citar números sem a menor consideração sobre as premissas de seus levantamentos tem respaldo entre ambientalistas e nacionalistas-estatistas. Refiro-me aqui aos “nacionalistas” que louvam o subsolo e deploram os “macacos pelados” que o pisam. A matriz teórica de ambos é a mesma, não passa de um desprezo e ignorância sobre o capital cultural e uma apologia à “mãe natureza” tão somente.



Um exemplo caro aos dois consiste no senso comum sobre a economia restrita a extração de matérias-primas, a mera retirada de recursos do subsolo. Em um passe de mágica, de verdadeiro fetichismo econômico, tomamos o extrativismo como cabeça de ponte da geração de riqueza. O que é problema vira “solução econômica” já que tudo não passa de uma questão de “conservação de recursos”. Esta chaga, a de não beneficiar nossos produtos, enviando-os em estado bruto decorre de outra: quanto mais beneficiado o produto, mais imposto se paga.


O que pode haver de “sustentável” no simples extrativismo? Nada. Portanto, nada mais conveniente a ambientalistas tomarem extrativismo como sinônimo de economia capitalista aplicada à natureza. Sua visão de “sustentabilidade”, econômica e ambiental, a primeira de ciclo curto e a segunda de uma utopia de produtores de subsistência não passam de uma distorção.

Exemplos desta tática deturpadora como a tradicional poluição de mercúrio nos rios, embora já exista métodos de evitá-la, são recorrentes. Assim, explorar pedras preciosas e semi-preciosas na Amazônia não deveria ser um problema enquanto tal. Tais mistificadores criam um “problema”, enquanto se trata de uma situação que já tem soluções.

A ignorância é mimetizadora. Vocês já devem ter ouvido ambientalistas e “nacionalistas” defenderem, paranoicamente, nossas riquezas naturais, especialmente as amazônicas. E ainda com a seqüência de que nossa dívida externa não passa de um expediente para tomá-la de nós, sendo este o objetivo último de los gringos! Quanto às riquezas inexploradas na Amazônia brasileira, bem sei eu que são potencialmente enormes, mas dentro do que se conhece, é exagero supor que dêem para pagar a dívida externa. Mesmo por que, quanto mais se explora, mais cai o valor da matéria-prima, ao passo que os juros da dívida têm efeito inverso. Se o fossem, seria estúpida uma proposta de penhora da Amazônia, uma vez que as possibilidades de ganhos futuras com a sintetização de seus produtos seriam ainda maiores. Pior vai ser quando propuserem o mesmo para pagamento da dívida pública gerada pela gastança estatal, cujo financiamento é mais caro que o da dívida externa.

Mas, diriam nossos “defensores geológicos”, “o país perde com o contrabando, com a biopirataria, com as privatizações”... E continuaremos assim, enquanto existir a atual obstrução burocrática e carga tributária que incidem sobre os empreendimentos, sem contar que privatização não tem nada a ver com contrabando. Isto é sofisma de nacional-desenvolvimentista de outrora reciclado pelo ambientalista de hoje. É a atual legislação que atrapalha. Ao invés da sede por “mais legislação”, temos que desenvolver facilidades na legislação. Seria mais conveniente se perguntar por que as reservas indígenas de muitas regiões já exploram seus recursos e de forma altamente predatória, senão pelo fato de que com um estado hipertrofiado e inepto como o nosso, a própria sociedade cria suas regras e métodos. Contrabando e ilegalidade não são causa, mas conseqüência em um sistema político e econômico, este sim, insustentável.

Sustentabilidade deveria ser encarada como viabilidade de longo prazo, coincidindo necessidades de mercado com reprodução ambiental. Uma prova disto pode ser encontrada na atividade madeireira legalizada. Justamente, a idéia de se aproveitar o reflorestamento ou mesmo o simples florestamento (introdução de florestas onde não havia vegetação superior) para evitar o desmatamento irracional de uma biodiversidade amazônica, potencialmente mais lucrativa com fármacos entre outros. Creio na sensatez de equilibrar a idéia de economia de mercado com o ambientalismo cético e de resultados. Neste sentido, sou realmente fã do eucalipto, esta “planta high tech” que se adapta a ambientes áridos. Ele possui alelopatia, i.e., ele puxa água quando não tem, quando não há, ele sobrevive com pouca.

Portanto, nem tudo que é natural é necessariamente melhor. Mesmo por que o que é chamado de “natural” faz parte de uma evolução induzida na maioria dos casos e, muitas vezes, superada tecnologicamente. O mesmo princípio que norteou avanços de outrora que, hoje é defendido pelos ambientalistas é o que move as inovações hoje contestadas e rejeitadas in limine. Um exemplo que nossos ambientalistas ludditas desconhecem é que os produtos orgânicos têm alto risco. Vocês já imaginaram qual o grau de contaminação ao consumir um produto que utilize como insumo, bosta de cavalo? Que tal uma invasão de bactérias como tempero?

Que fique bem entendido, não sou contra a comercialização dos orgânicos, desde que estes atendam normas de segurança alimentar. Não sou contra a priori por que acho que é um mercado interessante, mais uma alternativa de consumo. Vê-los, por outro lado, como uma “redenção alimentar” é ingenuidade.[3]

Em um tempo em que o produtor não era penalizado por melhorar sua produção, as técnicas de aprimoramento produtivo já eram testadas e introduzidas. Na Inglaterra, as cercas vivas constituem tradição para os entre propriedades agrícolas e, muitas vezes, entre cultivos dentro de cada uma. Além da beleza cênica proporcionada, o que é um fator a mais para incremento do turismo rural, elas mantêm uma pequena fauna local que ataca insetos que poderiam se tornar pragas, contém deslizamentos de terra e minimizam a erosão. Se deixassem tudo “ao natural” a própria eficiência agrícola e preservação ambiental seriam menores, bem como, daí sim, a destruição se alastraria.[4]

Não há contradição intrínseca entre produção e conservação. É uma simples verdade e o resto que se diz por aí é pura mistificação. Para produzir no longo prazo é necessário conservar, com vistas ao mercado. Mas, ambientalistas são personagens sui generis que condenam o aquecimento global, cada vez mais contestado teoricamente, o buraco na camada de ozônio, que em alguns anos tem diminuído ou, simplesmente, sumido sem refletir minimamente quando compram mochilas e óculos de plástico com detalhes emborrachados para suas trilhas, nem quando sonham com um Land Rover no merchandising de uma revista Terra. Para muitos desses seres urbanos por excelência, não há nenhuma aparente contradição nisto tudo. Usar botinas e comer pão integral é legal, mas ter que trabalhar em banco, usar terno, não. Tudo se resume a uma questão de estilo. Para eles, “ser ambientalmente correto” se resume a ignorar os avanços tecnológicos, desdenhar a compreensão da economia e filosofia clássicas, enquanto que usar trancinhas rastafari parece adequado e suficiente.

[1] Se pudermos objetar a caça à baleia, isto não significa o mesmo para seu excelente programa de reciclagem de resíduos domésticos, por exemplo. Cabe diferenciar um caso de outro...

[2] Quem dá a dica sobre o que seria a real urbanização brasileira segundo critérios aceitos comumente no mundo é José Eli da Veiga em seu Cidades Imaginárias.

[3] Para compreender melhor a situação vale acessar este link da agência nacional de biossegurança: www.anbio.org.br/mentiras_verdades.pdf

[4] Exemplos de falta completa de planejamento (por parte do produtor) e inadaptação ambiental existem “às toneladas”. Um caso que me ocorre agora é o do café no Vale do Paraíba, entre Rio de Janeiro e São Paulo, introduzido em vertentes íngremes que poderia ser evitado com a simples técnica de plantio em curvas de nível ou terraceamento.

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The following part of some reflections on the environment and society. It is a bit old, in 2006, but there are still issues that are relevant to me:

Monday, July 31, 2006
The environmental sustainability of unsustainable
Anselmo Heidrich

A rather vague concept, embraced by environmentalists, is to "overpopulation". Vacant why that is super? Something else? Japan has a population close to that of Bangladesh and has no problems like this country. Instead, the Japanese are very well provided for their needs and technology Nipponese, equally well adapted to their environment. [1]
This really confuses the readers, even those with liberal-economic criteria, since when the population is treated as a mere resource forgets which is formed by people, people. This view of the very awkward approaching the developmental opponents who often praise the virtues of birth control as if it were a panacea, which is actually a Pandora's Box. Separating the wheat from the chaff is good. What happened in China is a good example. The control (coercion) state that each couple can have only one child led to a preference for men, especially in rural areas (best as "beasts of burden"). As a consequence, in the 80s for every 100 women had 118 men. Dark ... Today, the Chinese state attempts to circumvent this trend, including curbing female infanticide, not revealing the sex of prenatal tests.
A liberal proposal, in turn, allows the conscious family planning can only deserve some criticism by religious dogma. While the birth control part of socialist and totalitarian assumptions, the family planning part of liberalism, decided and chosen by the parents, which is desirable by-product, not having to resort to abortion. I say this because the economic-liberal argument can not do without the other, liberal morality in which the very agent of interest, the human being, not a mere resource, but an end in itself, ie, endowed with the necessary means to achieve their own well-being. And what is the greater well-being that is not consistent with the principle of freedom?
A smarter way of conceptualizing "overpopulation" is not in absolute numbers, but by their distribution. One way is to distinguish what is urban from rural. But beware! Even there is maracutaia! Which often occurs something called "urban" for the simple convenience of creating more districts and with it, expand the network of dependency of state governments in creating public jobs and their undesirable byproducts such as clientelism, patronage, nepotism, etc.. This "mania" is not exclusively ours, but also from other Latin American countries that define "city" as a cluster of slums and semi-rural submoradias without basic infrastructure. [2] In Brazil, the IBGE are 80% urban, more than in the USA! With this feature quantitativist, teachers teach students who already have our "global cities", simply because they are connected to the world market and are subsidiaries of multinationals. It's my friend ... Analyze what your child walks around studying.The habit of quoting numbers without the slightest consideration of the premises of their surveys has support among environmentalists and nationalist-statist. I refer here to "nationalists" who worship the ground and deplore the "naked apes" that step. The theoretical framework of both is the same, nothing but contempt and ignorance of the cultural capital and an apology for "mother nature" so alone.An example is costly to both common sense on the economy restricted the extraction of raw materials, the mere removal of subsurface resources. In a stroke of magic, fetishism of real economic extraction as we take the beachhead of wealth creation. What is the problem becomes "economic solution" since it is all a matter of "conservation of resources." This wound, to not enjoy our products, sending the raw results from another: the more benefit the product, the more tax you pay.
What could possibly be "sustainable" in the simple extraction? Nothing. Therefore, nothing should take the environmental extraction as synonymous with capitalist economics applied to nature. His vision of "sustainability", economic and environmental, the first short cycle and the second in a utopia of subsistence farmers are no more than a distortion.
Examples of this tactic as distorting the traditional mercury pollution in rivers, although there have methods of avoiding it, are recurrent. Thus, exploring precious and semi-precious stones in the Amazon should not be a problem as such. Such obfuscation creates a "problem" as it is a situation that already have solutions.Ignorance is mimetizadora. You may have heard environmentalists and "nationalists" defend, paranoicamente, our natural resources, especially the Amazon. And with the sequence of our external debt is only an expedient to take it from us, this being the ultimate goal of them gringos! As for the untapped wealth in the Brazilian Amazon, and I know that are potentially huge, but within what is known, is supposed to give too much to pay the debt. Even that, the more you explore, but decreases the value of raw material, while interest payments have the opposite effect. If they were, would be a stupid proposal for attachment of the Amazon, since the possibilities of future earnings with the synthesis of their products would be even greater. Worse will be the same when proposing to pay the debt generated by state spending, funding for which is more expensive than external debt.
But, say our "defenders geological", "the country loses the smuggling, with biopiracy, the privatization" ... And we will continue so long as there is obstruction to the current bureaucratic and tax burden imposed on enterprises, excluding privatization that has nothing to do with smuggling. This is sophistry of the national-developmentalist of old recycled by environmentalist today. Is the current legislation that hinder. Instead of the thirst for "more regulation", we have to develop facilities in the legislation. It would be more convenient if you ask why the indigenous reservations of many regions are already exploiting its resources and a highly predatory, but the fact that with a bloated and inept state like ours, the company creates its own rules and methods. Smuggling and lawlessness are not cause but a consequence of political and economic system, but this untenable.
Sustainability should be seen as long-term viability, matching market needs with playback environment. Proof of this can be found in the logging legalized. Just the idea of ​​taking advantage of reforestation or afforestation simple (introduction of forest where there was more vegetation) to avoid an irrational deforestation Amazonian biodiversity, with potentially more lucrative drugs among others. I believe in the wisdom of balancing the idea of ​​market economy and environmentalism skeptical results. In this sense, I am really fan of eucalyptus, this "high tech plant" that adapts to arid environments. He has allelopathy, ie, it pulls water when not, when there, he survives with little.Therefore, not everything that is natural is necessarily better. Even in what is called "natural" part of an evolution induced in most cases and often overcome technologically. The same principle that guided advances of the past that is now advocated by environmentalists is what drives innovation today challenged and rejected in limine. An example of our environmental Luddites do not know is that organic products are at high risk. Have you ever wondered what degree of contamination when consuming a product that uses as input, horse manure? How about an invasion of bacteria as a seasoning?
Let it be understood I am not against the marketing of organic products, provided they meet food safety standards. I am not against a priori by which I think is an interesting market, an alternative method of consumption. Check them out on the other hand, as a "redemption food" is naive. [3]
In a time when the producer was not penalized for improving their production, production enhancement techniques were already tested and released. In England, the hedges are for the tradition of farms and often between crops within each one. In addition to the landscape beauty, which is one more factor to increase in rural tourism, they maintain a small local fauna that attacks insects could become pests, contains landslides and minimize erosion. If you leave it "au naturel" to own agricultural efficiency and environmental protection would be lower as well, then yes, the destruction would spread. [4]
There is no inherent contradiction between production and conservation. It's a simple truth that the rest they say is pure humbug. To produce long-term need be kept with a view to the market. But environmentalists are sui generis characters who condemn global warming increasingly challenged theoretically, the hole in the ozone layer, which in some years has decreased, or simply vanished without reflecting minimally when buying backpacks and plastic glasses with rubberized details for their tracks, or when dreaming of a Land Rover in a magazine merchandising Earth. For many of these beings city par excellence, there is no apparent contradiction in this. Wear boots and eating bread is cool, but having to work in a bank, wear a suit, no. It comes down to a matter of style. For them, "to be environmentally correct" boils down to ignoring technological advances, disdaining the understanding of classical economics and philosophy, whereas using Rastafarian dreadlocks seem appropriate and sufficient.

[1] If we object to whaling, this does not mean the same for your excellent program for recycling household waste, for example. It differentiate one case from another ...
[2] Who gives a hint about what would be the real Brazilian urbanization criteria commonly accepted in the world is José Eli da Veiga in his Imaginary Cities.
[3] To better understand the situation worth following this link the agency's national biosafety www.anbio.org.br / mentiras_verdades.pdf
[4] Examples of complete lack of planning (by the producer) and there are environmental mismatch "tonne." A case that occurs to me is the coffee in the Paraiba Valley between Rio de Janeiro and Sao Paulo, introduced on steep slopes that could be avoided with the simple technique of planting or contour terracing.

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