Não Culpe o Capitalismo



Pessoal, eu,

Anselmo Heidrich, o Fernando Raphael Ferro de Lima e o Luis Lopes Diniz Filho,

administradores dos blogs


respectivamente, acabamos de lançar um libelo da GEOGRAFIA ANTI-MARXISTA, o 1º do país!

Prestigiem...

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terça-feira, maio 09, 2017

Macron liberal e agregador?

Esta é a imagem que venderam dele, mas Le Pen não iria ser uma boa escolha: mesmo querendo conter a "invasão islâmica" na França, com políticas econômicas desastrosas não conseguiria combustível para manter sua agenda social por muito tempo. Vargas Llosa dispensa apresentações, mas sua visão do vencedor é por demais otimista. Boa demais para acreditar...

"A França é um país riquíssimo ao qual as más políticas estatizantes, pelas quais foram responsáveis tanto a esquerda como a direita, mantiveram empobrecido, atrasando-o cada vez mais, tanto que a Ásia e a América do Norte, mais conscientes das oportunidades que a globalização ia criando para os países que abriam suas fronteiras e se inseriam nos mercados mundiais, foram deixando-a cada vez mais para trás. Com Macron se abre pela primeira vez em muito tempo a possibilidade de que a França recupere o tempo perdido e inicie as reformas audazes – e custosas, claro – que afinem esse Estado adiposo que, como uma hidra, freia e regula até a exaustão sua vida produtiva, e mostre a seus jovens mais brilhantes que não é a burocracia administrativa o mundo mais propício para exercitar seu talento e criatividade, e sim a vastidão à qual todos os dias a fantástica revolução científica e tecnológica que estamos vivendo acrescenta novas oportunidades."
Tribuna | Macron; por Mario Vargas Llosa http://brasil.elpais.com/brasil/2017/05/04/opinion/1493896853_149460.html?id_externo_rsoc=TW_CC via @elpais_brasil

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