quarta-feira, julho 20, 2011

Irish Coffee - Hear Me


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E a segurança pública no governo petista, tudo bem?

Tudo passa, ninguém comenta...

Pois é, nada como um dia depois do outro.

O pior salário da categoria no Brasil! Policiais invadem o Palácio Piratini e exigem audiência com Tarso Genro:


http://t.co/KuoAtQj 


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Isaac Asimov




Vasculhe cada exemplar da pseudociência e você encontrará um cobertorzinho de estimação, um dedo para chupar, uma saia para segurar.

Isaac Asimov
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E todo comediante sem graça deveria tomar onde?


"Toda mulher que eu vejo na rua reclamando que foi estuprada é feia pra c. (... ) Tá reclamando do quê? Deveria dar graças a Deus. Isso pra você não foi um crime, e sim uma oportunidade."




Ok, então tu merece um processo pelo péssimo repertório piadista. Talvez o processo do qual é acusado seja descabido, não sei... Mas, se tivéssemos público com um mínimo de bom senso, a audiência de onde ele se apresente devesse cair. Mesmo que isto signifique sacrificar o conjunto do programa e canal de veiculação que participa. Sabe... Não é preciso ter mãe, irmã, mulher ou filha para saber que o 'comediante' superou a falta de equilíbrio sacramentando a canalhice total.

Acho que não deveria ser proibido de dizer as sandices que disse, apesar de completamente estúpido, porque esse tipo de cultura tem é que ser combatido em seu próprio âmbito, o da moral e da cultura. Este é o caso de um dos melhores filmes que vi a respeito, um verdadeiro thriller de ação e suspense em que saímos de alma lavada: I spit on your grave ("Doce Vingança") de 2010, sob direção de Steven R. Monroe é o caso. Sarah Butler interpreta uma jovem escritora que vai buscar inspiração em uma cabana retirada na área de rednecks, "lixo branco" como também são conhecidos nos EUA. Pelas figuras abaixo dá pra imaginar como ela se vinga daqueles que passam de 'piadas' a la Rafinha para algo mais...






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Partidário eu? 'Magina...

A continuação do post após o intervalo é importante porque inclui uma grande errata que me foi favorecida por um colega. Se lerem a primeira parte, não deixe de continuar a explicação.

a.h
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Este é o ponto: os republicanos que tinham dúvidas sobre o abraço do fanatismo dos cortes fiscais poderiam ter assumido uma posição forte se houvesse algum indício de que esse fanatismo tinha um preço, se pessoas de fora estivessem dispostas a condenar os que assumiram posições irresponsáveis.
Mas não houve esse preço. Bush esbanjou o superávit dos últimos anos de Clinton, mas gurus proeminentes fingem que os dois partidos dividem a culpa por nossos problemas de dívida. O deputado Paul Ryan, presidente da Comissão de Orçamento da Câmara, propôs um suposto plano de redução do déficit que incluía enormes cortes fiscais para as corporações e os ricos, e então recebeu um prêmio por responsabilidade fiscal.
Assim, não houve pressão sobre os republicanos para demonstrar qualquer tipo de responsabilidade, ou mesmo racionalidade - e certamente a coisa foi para o buraco. Se você está surpreso, quer dizer que fazia parte do problema.
Em Crise da dívida dos Estados Unidos é o apogeu de um processo de décadas, 
por Paul Krugman


Não concordo com esse sujeito não. Primeiro, sim, ele está certo, o GOP (Great Old Party, apelido do Partido Republicano) se comporta como o PT, quando na oposição faz tudo para derrubar o oponente, mas depois que chega no poder adota políticas parecidas. Mas, minha concordância pára por aí... Como ele mesmo diz, Reagan e Bush não só reduziram gastos, eles também aumentaram receitas, i.e., impostos. Então, como que ele afirma que os adeptos do GOP sempre mantiveram o fanatismo. Quem é o fanático de fazer uma afirmação que contradiz parte do que afirma é ele mesmo. Outro detalhe não mencionado, embora os últimos governos republicanos tenham se caracterizado por maiores gastos indevidos, digamos assim, com guerras, ao longo da história foi o contrário, foram os governos democratas que mais provocaram intervenções externas, como é um exemplo claro a Guerra do Vietnã. Então, por isso e outras questões -- como o aumento de gastos públicos a partir do governo Roosevelt, democrata --, os dois partidos têm sim grande responsabilidade na atual crise e não só o GOP, como quer o partidário e pouco objetivo Paul Krugman.



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Acho que errei feio neste post. Aqui vão os comentários de meu amigo, Fernando Raphael Ferro:



terça-feira, julho 19, 2011

Jornalismo chinfrim não entende significado de demanda popular[*]




Segundo o Dicio.com, a definição de cerco é “caçadores em círculo para pegar a caça. Operação militar em torno de uma cidade, de uma posição inimiga; sítio. Operação policial para controlar uma zona, para perseguição a criminosos”. Vale lembrar ainda que os chamados cercamentos (enclosures, em inglês), foram a forma de acabar com o entendimento da terra como bem comum (como era no modo de produção pré-capitalista) na Inglaterra. Com a transição para o modo de produção capitalista, a terra passou a ser encarada como um bem de produção, e os senhores feudais ingleses passaram a cercar as suas terras, arrendando-as como pastagens para a criação de ovelhas, e delas expulsando os camponeses. Esse cercamento como exclusão e aquele cercamento como controle e perseguição do inimigo – nesse caso, a pobreza – são os cercamentos defendidos por Zero Hora para os espaços públicos de Porto Alegre, incluindo-se aí os parques.


Tolice, tem mais é que cercar mesmo. Se o que está causando incômodo é o crime, por que manter algum receio de dizer em alto e bom som que o que se quer é cercar a criminalidade? É disto que se trata.

E óbvio, a comparação com os cercamentos britânicos foi forçada, pois não se trata aqui de assegurar a passagem de um sistema econômico ao outro, mas de manter a ordem e a paz social nas nossas cidades.

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[*] Continua em Falsa consciência como modelo público.

Livre arbítrio vs. Nacionalismo


Veja em Ooh! Do It Again!: Randy Cassingham's Blog, a discussão do articulista com alguns leitores que o criticam por destinar parte de sua renda às vítimas do maremoto no Japão ao argumentar que melhor seria fazê-lo às áreas atingidas pelas inundações no Mississipi.

Obviamente que acho que nesses casos, um sentimento maior e correto suplanta qualquer outro de apego ou preferência pela sua terra.

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segunda-feira, julho 18, 2011

Voltaire


Sou uma parte insignificante do grande todo.É verdade; mas todos os animais condenados a viver,Todas as criaturas sensíveis, nascidas sob a mesma severa lei,Sofrem como eu e como eu também vem a morrer.
O abutre agarra-se a sua tímida presaE fere com o bico sanguinário os membros trêmulos;Tudo vai bem, assim parece, para ele. Mas pouco depoisUma águia despedaça com suas garras o abutre;A águia é trespassada pela seta do homem;O homem, prostrado no pó dos campos de batalha,Misturando na agonia o sangue ao dos semelhantes,Passa a ser por sua vez alimento das aves famintas.
E assim o mundo inteiro geme em cada um dos membros:Todos nascidos para o sofrimento e a morte mútua.
E com relação a este caos terrível direisOs males de cada um fazem o bem de todos!Que bem-aventurança! E quando, com voz trêmula,Mortal e lastimosa proclamais: “Tudo vai bem,”O universo vos desmente e vosso coraçãoContradiz cem vezes o conceito de vossa mente.
Qual é o veredicto da Mente Suprema?Silencio: O livro do destino está fechado para nós.
O homem é um desconhecido para si próprio;Não sabe de onde vem e nem para onde vai.
Átomos atormentados num leito de lamaDevorados pela morte, um escárnio do destino;Mas átomos pensantes, cujos olhos de ampla visão,Guiados pelo raciocínio, estudaram as estrelas,Nosso ser confunde-se com o infinito;A nós mesmos nunca chegamos a ver ou conhecer.
Este mundo, este palco de orgulho e de erros,Está apinhado de tolos que falam e felicidade....
Houve tempos em que cantei, em tom menos lúgubre,As alegrias do império jovial dos prazeres;Os tempos mudaram e, com a experiência da idade,Participando da fragilidade do gênero humano,Procurando uma luz por entre a escuridão crescente,Posso apenas sofrer, porem, não me lamentarei.

Voltaire

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domingo, julho 17, 2011

Justaposição


Em Juxtaposing Self-Interest and the Common Good » Sociological Images, vemos a ideia do "egoísmo racional" de Ayn Rand ser posta abaixo. Derrubada por um simples cartaz promocional de metrô. O chamado egoísmo racional não passa de uma ideia primária, fraca filosoficamente falando, de que todos seres humanos são livres se totalmente egoístas esquecendo que parte da própria liberdade individual ser ou não solidário.

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terça-feira, julho 05, 2011