segunda-feira, dezembro 14, 2015
sábado, dezembro 12, 2015
domingo, dezembro 06, 2015
Mais um profeta em busca de seu best-seller
Segundo a matéria abaixo linkada, o livro retrata o "fim do
capitalismo" devido, entre outros fatores, à fusão entre papéis de
produtores e consumidores: os cidadãos poderão produzir seus objetos de consumo
ao criá-los com impressoras 3-D cada vez mais sofisticadas. É como se a
"previsão" marxiana de que a tecnologia (chamada por ele de
"forças produtivas") levasse à implosão do próprio sistema que a
engendrou. Bem... Ele falou de "bens", mas não de serviços. Se eu
produzo minha xícara de café, não significa que esteja no café onde vou bebê-lo
e sairei mais às ruas, justamente porque maior produtividade me sobraria mais
tempo para o lazer. O capitalismo não deixaria de existir porque "grandes
corporações" perderiam espaço para pequenos negócios, uma vez que a
propriedade privada fosse mantida. Este é um furo da tese do autor. Outro é de
que o sistema terminando daria lugar a uma "economia colaborativa"...
Ora, se temos maior produtividade e sobra de tempo para nos envolvermos em
atividades sociais, não deixamos de ganhar o suficiente, inclusive com margem
de lucro para reinvestirmos em nós mesmos e nas atividades que temos como
hobby, inclusive a de ajudar os outros e interagirmos. Não vejo antinomia
nenhuma aí. Quanto ao fim do automóvel, ou dele como objeto icônico do
capitalismo revela uma má leitura desse sistema mesmo, pois ninguém disse que
não teríamos mais capitalismo sem grande montadoras. O importante é que haja
circulação de capital que, não deixa de ser um reflexo da interação humana,
criativa e livre que caracteriza o capitalismo com sua relação de trabalho
assalariada, comércio e propriedade. Podemos té ter outras moedas (ou nenhuma
moeda) que ainda teremos capitalismo se suas características essenciais forem
mantidas.
Mas eu não venderia tantos livros se escrevesse que o capitalismo vai
perdurar, não é mesmo?
Cf. Capitalismo dará lugar à economia colaborativa, prevê autor de best-seller http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2015/12/1715273-obra-preve-fim-do-capitalismo-para-dar-lugar-a-economia-colaborativa.shtml?cmpid=comptw
....
The Bigger the Government...
Perfeito. É este meu modelo e, dentro do próprio EUA há aqueles estados que se aproximam mais deste ideal e que, não por acaso, mesmo durante crises como a de 2008, não deixaram de gerar mais empregos que os outros (mais da metade para ser mais exato), como é o caso do Texas. Outro detalhe é que esta análise contempla um liberalismo (econômico) "pé no chão", i.e., não descarta o governo de todo, mantendo ele para atividades em que se faz necessário, como a defesa externa e outras, muito bem colocado aliás, como o ÚLTIMO recurso. Assim deve ser.
Aprendendo Física com Olavo
Aprendendo Física com Olavo https://youtu.be/ujJJ9bNJMBE Excelente! Este picareta chamado Olavo de Carvalho precisa ser desmascarado mesmo.
sábado, dezembro 05, 2015
Para que estudar marxismo, não é mesmo?
Muitos
desdenham da importância de ler o inimigo, como se ele já fosse galinha morta.
Discordo... Alegar que porque o número de países que, oficialmente, se diz
governado por um “regime marxista-leninista” ou simplesmente comunista é um
argumento falho. Assim como a história já nos surpreendeu diversas vezes com
seus revezes, nada garante que este sistema ideológico possa dar frutos
novamente ou se apresentar com nova roupagem...
Portanto, não se deve confundir a
ideologia que está bem viva para milhões de simpatizantes e milhares de
militantes com um “sistema que já acabou”. Trata-se de objetos de análise
distintos. Uma coisa foi o comunismo ou 'socialismo soviético' e afins, outra É
a filosofia que o inspirou e CONTINUA inspirando (infelizmente) milhões de
pessoas ao redor do mundo. Muitos acreditam que não há mais o que discutir, que
está tudo feito e acabado etc. Ledo engano, o preço da liberdade é a eterna
vigilância. Pergunte aos cubanos que atravessam o Caribe sobre tubarões e sob
furacões se não há nada mais a temer pelas consequências desta ideologia
nefasta; pergunte às massas famélicas na Coreia do Norte se não há mais nada
com que se preocupar; pergunte aos civis sul-americanos que vivem sob ameaça de
perda de direitos fundamentais, como a liberdade de expressão que é
constantemente atacada por decretos de governos como Maduro, Rousseff e, até
recentemente, Kirchner para ver se não vale a pena lutar contra isto (e o
primeiro passo é conhecer seu inimigo). Agora se pergunte de onde vem a
inspiração para todas essas ações?
Marxismo é um sistema ideológico, que obviamente nunca funcionou fora de
suas páginas amarelas, mas a discussão é fundamental para se entender porque
tantos acreditam nisto, assim como tantos outros acreditam em tolices como um paraíso
com 72 virgens, no Juízo Final ou em ETs capturados pela NASA. Ou na doideira
de achar que eles ainda trabalham para o governo canadense!!!! Mas o louco
mesmo é saber que há quem compre estas ideias.
...
sexta-feira, dezembro 04, 2015
quinta-feira, dezembro 03, 2015
Mar de lama em Mariana
Vale muito a pena assistir este vídeo, um primoroso trabalho de argumentação do Pirula. Assista a estas considerações sobre o acidente e impacto do rompimento da barragem da Sanmarco em Mariana, MG:
quarta-feira, dezembro 02, 2015
Marxismo sob Nova Perspectiva por Anselmo Heidrich
Palestra
ministrada por Anselmo Heidrich e organizada pelo Grupo de Estudos e Debates
sobre Liberalismo (GEDLib) do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC) e o
Grupo Henry Maksoud dos Estudantes pela Liberdade (EPL).
1. Apresentação, formalidades e “a
real”...
2. Metodologia; como discutir com
marxistas...
3. Materialismo histórico; economia...
4. Mercado; meritocracia; vícios do
setor público...
5. Ciência e política; fato e norma...
6. Lucro; capitalismo como sistema
dinâmico...
7. Despedida...
Há outros temas não contemplados neste sumário. Assim que reassistir aos vídeos, eu retifico.
Mais
uma vez, obrigado aos organizadores pela oportunidade de poder fazer esta
apresentação.
a.h
....
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