terça-feira, junho 06, 2017
Those 7 Times Jordan Peterson Went Beast Mode
Matador.
Façam um esforço e tentem assistir este vídeo. Utilizem as legendas em inglês, se for o caso (como eu fiz). Jordan Dr Jordan B Peterson, Professor of Psychology critica o vitimismo atual presente, sobretudo, entre os millennials (ou Geração Y, são os primeiros que atingiram a idade adulta no ano 2000) e a pretensão desta geração de mudar toda a linguagem para os gêneros, que dizem ser "socialmente construídos". O ponto que Petersen chama atenção é que se há uma igualdade de gênero legítima, ELA NÃO PRECISA SER ASSEGURADA POR LEI NENHUMA e que se esta igualdade é natural, do ponto de vista de sua evolução social, exemplos contrários às tendências entre homens e mulheres deveriam confirmar isto e não o contrário. Exemplos como 80% dos estudantes do curso de psicologia no Canadá serem mulheres e 20 mulheres para 1 homem formados em enfermagem na Escandinávia, sem falar no acachapante predomínio masculino nas engenharias são provas de que existem tendências naturais que, em que pese todo o discurso politicamente correto (PC) de que "gêneros são construções sociais" insistem em provar o contrário. A questão é que tais discursos que se pretendem garantir a igualdade aos grupos só segmentam mais e mais a sociedade em negros e brancos, mulheres negras e brancas, latinos, asiáticos e esquecem, absolutamente, dos indivíduos. Se em um país como o Canadá, livre até então se inicia uma verdadeira cruzada linguística em torno do que que se chamada IDENTIDADE aos grupos, na verdade se produz mais desigualdade devido ao tratamento diferenciado que deve ser dispensado aos mesmos, na medida em que a maioria de alguns grupos não têm o mesmo desempenho e sucesso econômico. Isto acaba por relegar a esfera individual, onde todos deveriam ter os mesmos direitos a um plano inferior em uma estratégia autoritária de que SE DEVE reconhecer a todos os grupos direitos distintos para que sua condição social se equalize. E o primeiro passo para tanto é absorver o discurso moral, como se fosse imoral não termos o mesmo respeito por quem não concordamos e até abominamos, seja a pessoa ou seus argumentos. Ora, respeito não é obtido através de direitos, mas sim pela espontaneidade alheia. Eu posso exigir que tenham respeito para meus direitos essenciais, como a liberdade de expressão, mas nunca para a qualidade de meus argumentos, ninguém é obrigado a admirá-los ou defendê-los. Então, o direito de alguém ser o que é,homossexual, p.ex. não deve ser confundido com o direito a exigir que essa condição seja aprovada socialmente.
As pessoas é que decidem o que aprovam ou não. Na medida que se cria leis para garantir, não o direito de ser, mas o direito de exigir aceitação alheia, se passa da esfera do direito individual para o não direito individual, no qual o coletivo, vários grupos identitários se tornam antecâmeras de uma estrutura estatal e não há melhor nome para definir isto do que TOTALITARISMO.
Façam um esforço e tentem assistir este vídeo. Utilizem as legendas em inglês, se for o caso (como eu fiz). Jordan Dr Jordan B Peterson, Professor of Psychology critica o vitimismo atual presente, sobretudo, entre os millennials (ou Geração Y, são os primeiros que atingiram a idade adulta no ano 2000) e a pretensão desta geração de mudar toda a linguagem para os gêneros, que dizem ser "socialmente construídos". O ponto que Petersen chama atenção é que se há uma igualdade de gênero legítima, ELA NÃO PRECISA SER ASSEGURADA POR LEI NENHUMA e que se esta igualdade é natural, do ponto de vista de sua evolução social, exemplos contrários às tendências entre homens e mulheres deveriam confirmar isto e não o contrário. Exemplos como 80% dos estudantes do curso de psicologia no Canadá serem mulheres e 20 mulheres para 1 homem formados em enfermagem na Escandinávia, sem falar no acachapante predomínio masculino nas engenharias são provas de que existem tendências naturais que, em que pese todo o discurso politicamente correto (PC) de que "gêneros são construções sociais" insistem em provar o contrário. A questão é que tais discursos que se pretendem garantir a igualdade aos grupos só segmentam mais e mais a sociedade em negros e brancos, mulheres negras e brancas, latinos, asiáticos e esquecem, absolutamente, dos indivíduos. Se em um país como o Canadá, livre até então se inicia uma verdadeira cruzada linguística em torno do que que se chamada IDENTIDADE aos grupos, na verdade se produz mais desigualdade devido ao tratamento diferenciado que deve ser dispensado aos mesmos, na medida em que a maioria de alguns grupos não têm o mesmo desempenho e sucesso econômico. Isto acaba por relegar a esfera individual, onde todos deveriam ter os mesmos direitos a um plano inferior em uma estratégia autoritária de que SE DEVE reconhecer a todos os grupos direitos distintos para que sua condição social se equalize. E o primeiro passo para tanto é absorver o discurso moral, como se fosse imoral não termos o mesmo respeito por quem não concordamos e até abominamos, seja a pessoa ou seus argumentos. Ora, respeito não é obtido através de direitos, mas sim pela espontaneidade alheia. Eu posso exigir que tenham respeito para meus direitos essenciais, como a liberdade de expressão, mas nunca para a qualidade de meus argumentos, ninguém é obrigado a admirá-los ou defendê-los. Então, o direito de alguém ser o que é,homossexual, p.ex. não deve ser confundido com o direito a exigir que essa condição seja aprovada socialmente.
As pessoas é que decidem o que aprovam ou não. Na medida que se cria leis para garantir, não o direito de ser, mas o direito de exigir aceitação alheia, se passa da esfera do direito individual para o não direito individual, no qual o coletivo, vários grupos identitários se tornam antecâmeras de uma estrutura estatal e não há melhor nome para definir isto do que TOTALITARISMO.
Anselmo Heidrich
quinta-feira, junho 01, 2017
Delegado Francischini e projeto que reduz indultos para presos
Agora... posso ser ingênuo, mas porque a estrutura arquitetônica dos presídios tem que ser dividida em galerias? Não dá para projetá-los em celas para, no máximo, dois presos e assim exercer maior controle? Sei sei que seria mais caro, mas não se economizaria em custos no combate à criminalidade, justamente, pelo sistema prisional ser mais eficaz? E de mais a mais, com maior combate à corrupção, a reforma estrutural (física) desses presídios poderia alavancar. Afinal, isto deve ser troco perto do que se desvia.
Public "Education" has become indoctrination and distraction
Pesquisando sobre "doutrinação" e "educação" encontrei este vídeo e quase abortei a visualização porque... Bem, porque começou com aquela cantilena de que "somos formatados para a sociedade sem questionar, objetivando somente o lucro e bla-bla-bla", mas, MAS, M-A-S, como gosto de insistir até o fim para formar uma opinião tive uma grata, não, GRATÍSSIMA surpresa ao ver a abordagem do sujeito. Por diversas razões, eu vi que mesmo questionando, na base do cliché certos paradigmas que temos (sociedade industrial, educação em massa, lucro etc.) há informações muito, mas muito pertinentes mesmo. Como, p.ex., a de que o atual modelo educacional vigente na maior parte dos países partiu de uma necessidade da revolução industrial e do Iluminismo, quando uma minoria recebia a educação, particular e dada pelos jesuítas. Enfim, há detalhes por discutir, como a recente onda de Transtorno por Déficit de Atenção (TDA) não ser um transtorno, verdadeiramente falando, mas segundo o argumento esboçado, uma condição consequente de uma grande gama de informações que se perde na modorrenta e anacrônica sala de aula. Um dado interessantíssimo levantado pelo apresentador é que no jardim de infância, 98% (se bem me lembro) das crianças são diagnosticadas com Q.I. de "gênio" e após, apenas(!) 5 anos, a taxa cai para, no máximo, 15%. Evidente que esses números têm que ser conferidos. Estanho que Q.I. caia assim por fatores meramente ambientais (série de estudo), mas de qualquer forma fica a suspeita de que haja uma 'moda' ou corrente que diagnostique casos de dispersão de foco ou atenção com base em um viés cultural. Volto a dizer, se é que os dados apresentados são corretos e/ou fidedignos. Mais, a demonstração do crescimento do 'transtorno' (déficit de atenção) em direção à costa leste (onde haveria mais centros de estudo nessas patologias) é interessantíssimo (assim como vale a piada sobre Oklahoma). Agora o que mais me interessou foi saber que lá, a oposição ao modelo educacional "contra o sistema", o que seria aqui equivalente ao discurso de esquerda é contra a padronização e uniformização do ensino, sem artes, sem criatividade -
- Inteligência Divergente -, enquanto que aqui, nossa oposição ao sistema reza a cartilha centralista, planificadora, totalitária do sistema curricular unificado (para um país tão diverso, tão variado etc.). Vejam que mesmo caindo o PT (ainda que temporariamente) o novo governo (em parte, novo...) ainda mantém a perspectiva da construção de uma anacrônica Base Nacional Curricular Comum, a BNCC. Até no discurso de "oposição ao sistema educacional", nossa Esquerda é paleolítica.
Cf. Public "Education" has become indoctrination and distraction https://youtu.be/6jZHNjc4Xk0 via @YouTube
- Inteligência Divergente -, enquanto que aqui, nossa oposição ao sistema reza a cartilha centralista, planificadora, totalitária do sistema curricular unificado (para um país tão diverso, tão variado etc.). Vejam que mesmo caindo o PT (ainda que temporariamente) o novo governo (em parte, novo...) ainda mantém a perspectiva da construção de uma anacrônica Base Nacional Curricular Comum, a BNCC. Até no discurso de "oposição ao sistema educacional", nossa Esquerda é paleolítica.
Cf. Public "Education" has become indoctrination and distraction https://youtu.be/6jZHNjc4Xk0 via @YouTube
Jordan Peterson: How to Combat Indoctrination of Students in the Educati...
Negócio é escrever sobre temas sociais com preocupação ética, como a diferença salarial entre homens e mulheres alegando tudo como "culpa do patriarcado", ou maus tratos às crianças como "culpa do patriarcado". O que Jordan PETERSON acusa é a formação ideológica de professores doutrinados que serão doutrinadores por excelência levando este tipo de raciocínio obtuso e explicação conveniente a todas as esferas midiáticas até que se crie leis - LEIS - para coibir as supostas diferenças com artifícios que se não são paliativos escondem os fatores das reais diferenças. Se cria uma realidade distópica a partir de uma imaginação utópica, coisa orwelliana mesmo.
Confira o vídeo:
Confira o vídeo:
Programa nacional do PTB - 25/5/2017
O que eu sempre quis ouvir de um partido no Brasil está aqui:
Mas nunca pensei que viesse de um partido de ESQUERDA!!!
AH AH AH, se continuar assim, tem muito partido "de direita" por aí que ficará a ver navios...
Como disse o grande reformador da China, que a alçou a um patamar de liberdade econômica, mas ainda não social... DENG XIAO PING:
Não importa a cor do gato o que importa é que ele cace os ratos..
quinta-feira, maio 25, 2017
Entenda a Guerra da Síria
Em meio a uma guerra como a da Síria surgem vários oportunistas, dos quais o ISIS é apenas mais um, que se alimenta do ressentimento da opressão aos sunitas, da visão do ocidente invasor, a identidade árabe e a mitologia de antigos árabes. O objetivo do ISIS impacta muitos. Pretendem construir um Estado Islâmico em todo o Norte da África e Oriente Médio, mas seus oponentes não se restringem a Assad ou o Ocidente. Lembre-se dos curdos, que têm organizações políticas, como o Partido dos Trabalhadores do Curdistão (Parti Karkerani Kurdistan, PKK) perseguidas em muitos países, mas com ao tirar proveito da crise passaram a controlar o norte da Síria e eles têm recebido financiamento para lutar contra os insurgentes. Perseguidos por aliados ocidentais como a Turquia, os curdos também são inimigos de “inimigos maiores” dos ocidentais. Na confusa geopolítica do Oriente Médio, a máxima de que “o inimigo de meu inimigo é meu amigo” não funciona, pois o inimigo de meu inimigo pode ser meu inimigo também.
Leia mais em: https://anselmoheidrich.wordpress.com/2018/04/16/por-que-a-guerra-da-siria/
Quais as dificuldades de criar filhos no Brasil?
Exemplo do Rio de Janeiro, mas que muda em graus nas outras capitais e grandes cidades:
Read André Cepêda's answer to What is the hardest thing(s) about raising children in Brazil? on Quora
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