quarta-feira, fevereiro 29, 2012

WhoCares: Ian Gillan, Tony Iommi & Friends - Holy Water OFFICIAL VIDEO

Tragédia dos comuns no sushi nosso de cada dia

Mesmo sendo considerada 'artesanal', a pesca da tainha em Santa Catarina pode sofrer com seu incremento, que vai desde a Lagoa dos Patos, no Rio Grande do Sul até o estado de São Paulo.

A produção de pescado em São Paulo está no limite devido à sobre-pesca, comum mundialmente e que agora estaria afetando as costas brasileiras:

Estoques estão no limite - vida - versaoimpressa - Estadão
Se não se respeita a época de reprodução dos cardumes, um dia irão diminuir os estoques parece óbvio. E não é por falta de lições neste sentido:

segunda-feira, fevereiro 27, 2012

Gesto evita briga no trânsito

Um simples gesto pode evitar uma briga no trânsito. Campanha pela gentileza na estrada.

A noite escura da amoralidade

A criminologia se apóia em varias ciências para descobrir seu objeto de estudo, o crime. Entre elas está a biologia e a sociologia, das quais derivam diferentes correntes de pensamento. Em sua meta de compreender as causas do crime, a criminologia se distingue do direito penal que, por sua vez, é normativo. Mas, divergências a parte, me parece faltar um pedaço da pizza nesta historia toda... Se a criminologia pressupõe o estudo da sociedade para compreender o comportamento delituoso, temos que admitir a moral ou comportamentos orientados por padrões morais como constitutivos das sociedades. E a moral é claramente normativa, sendo uma base da justiça e, por extensão, do direito. Não levá-la em conta tem como produto (direto) o crime, que começa na imoralidade. Por essa razão temos a sensação que comunidades menores, em priscas eras, havia uma maior estabilidade e repressão espontânea, realmente social e não só estatal ao crime. Portanto, dizer que “tudo é relativo” leva ao universo sem referências onde o próprio estudo das leis perde todo seu sentido. Vejamos esta bizarrice aqui:

Liberalismo vs. Libertarianismo

Porque eu apoio o Partido Liber, embora não acredite no anarcocapitalismo? Por razões diferentes do autor do excerto abaixo, porque eu creio no liberalismo enquanto ele no libertarianismo. O comum entre nós é que tem que se passar pelo primeiro:
"Uma crítica interessante ao anarco-capitalismo, que não me lembro de ter sido feita por ninguém, tem a ver com o fato de que a estratégia política para se eliminar o Estado conta unicamente com a persuasão racional do público. Nenhum libertário advoga a revolução violenta. Acontece que essa premissa também fundamenta o programa do liberalismo ortodoxo. É impossível constituir e manter uma sociedade sem Estado, sem o apoio da opinião pública, da mesma forma que é impossível atingir e preservar uma sociedade na qual o Estado seja reduzido ao mínimo necessário dos liberais clássicos (Segurança e Justiça) sem o apoio da opinião pública. Então é mais fácil chegar e ficar no liberalismo clássico, pois o anarco-capitalismo causa muita estranheza e escândalo. Quanto a mim, prefiro mirar no libertário nem que seja para só acertar no liberal clássico."
-link original, porém quebrado: http://www.midiasemmascara.com.br/artigo.php?sid=3543

Comunismo é nazismo?

O nazista diz que te odeia e odeia mesmo, o comunista diz que é teu camarada, mas quer te escravizar. Sim, o comunismo é um pouco melhor, se morre...homeopaticamente."
- Anselmo Heidrich 

The BRICs and U.S.: There's Nothing to Fear From a Little Competition - The Atlantic

The BRICs and U.S.: There's Nothing to Fear From a Little Competition - The Atlantic

Is There Such a Thing as ‘Rural’ Gentrification? | Planetizen

Is There Such a Thing as ‘Rural’ Gentrification? | Planetizen

Debate com professores é o mesmo há 30 anos » Agenda 2020

Se a situação não muda por que deveria ser diferente?
Debate com professores é o mesmo há 30 anos » Agenda 2020
E os salários não são ínfimos? Negar isto é tapar o Sol com a peneira. Sem bons salários, NUNCA melhorará o ensino. Mas, apenas isto é insuficiente, pois os mesmos bons profissionais têm que ser CONSTANTEMENTE avaliados como QUALQUER outro profissional. Isto é o que os sindicatos de categoria não querem nem ouvir falar.