terça-feira, abril 30, 2013

Affirmative action in Brazil: Slavery's legacy | The Economist - II


TJJackson in reply to Anselmo Heidrich Apr 29th, 21:56
So growing up poor or at a social disadvantage automatically makes you less intelligent and capable? Brazil's efforts are about giving the MAJORITY of Brazilians access to opportunities they've been denied just because of the color of their skin.
[http://www.economist.com/comment/1993252#comment-1993252]

Of course it does not make you less able, who said this? What I said, clearly, is the poorest who, incidentally, is not only black but also white in Brazil and especially mixed desperately needs a quality basic education. Contrary to what has been done, cover the Sun with a sieve ... Give admissions to students, regardless of their color or race, who come from education systems without good educational background will not make them better, but elude them. Do you want to help them? Then propose a better education, with better facilities, salaries for teachers and safety (against drug dealers) on socially vulnerable areas. What makes our hypocritical government? I tell you this is difficult, you have to spend a lot and change our Paleolithic Criminal Code. But we have no other way to do better. The problem in Brazil, and if you are Brazilian like me will understand ... In this country, the impunity that benefits criminals or "white collar" is absurd. Now tell me, if you have to do heart surgery, you would opt for a white doctor, who was poor and had low grades in elementary and high school or by another physician, casually black, who studied without benefit quotas, with excellent graduation? You'd be racist if you opted for black doctor? Of course not! So why choose a doctor with better curriculum which, incidentally, is white would be racism?

segunda-feira, abril 29, 2013

Affirmative action in Brazil: Slavery's legacy | The Economist

Fonte: alemdovinho.wordpress.com
Let me ask you something ... Once in Brazil, in 20 years, the editors of The Economist, needing a cardiovascular surgery emergency will prefer a doctor trained in traditional teaching or other, with the support of the quota system? Remember ... Politically correct leftist policies are trendy, but are actually very convenient for governments to ignore their basic task, to invest in a quality basic education. It is much cheaper to distribute crumbs to build a solid building. Welcome to Brazil, the country of the future, in which their governors, legislators, lawyers, prosecutors, law enforcement officers and teachers are committed to providing more fun than bread ...
Cf.: Affirmative action in Brazil: Slavery's legacy | The Economist

quinta-feira, abril 25, 2013

Como se deve fazer

Certas notícias acendem minha fé na humanidade.
A BUS driver has allegedly attempted to rape a female passenger but ended up in a stranglehold as the woman used her military training to beat him into submission.
The woman, a 28-year-old member of the US Navy, was traveling alone on a bus in Dubai while she was on 24-hour leave from her ship, a court heard this week. The bus driver tried to kiss her, then when she spurned his advances he allegedly said he would rape her. She knocked a knife from his grasp, broke it in two, bit his hand, wrestled him to the ground and put him in a stranglehold between her thighs, before leaving the bus and reporting the attack. 
[Brekkie Wrap: 'Sex attacker' beaten into submission; Boston bombers discussed Times Square | thetelegraph.com.au]


Sobre o PL que proíbe bailes funk em São Paulo

"É pesado, às vezes muito pesado. Mas, bem, primeiro que ninguém é obrigado a ouvir." Antes fosse assim tão simples. Com as tecnologias disponíveis e relativamente baratas somos sim obrigados a ouvir. Mas, claro que não endosso esta proibição, pois não é questão de estilo musical e sim de liberdade e suas extensões... A questão é a poluição sonora que somos atingidos por quem ouve, e considero aqui qualquer tipo de música. É consensual quando falamos em externalidades negativas de algum impacto ambiental, por que então não levar este tipo de poluição mais a sério enquadrando quem desobedeça os limites do Código de Posturas Municipal? Agora outra questão: é mais fácil angariar votos dos incautos por um novo Projeto de Lei do que impor os rigores da lei já existente e que dá trabalho e indisposição com os sindicatos de servidores municipais que exigirão condições para tornar tais leis e códigos exequíveis. 
Cf.: Querem proibir o burlesque em Paris - Diário do Centro do Mundo

quarta-feira, abril 24, 2013

Neologismo e valoração seletivos


(...)
ABL RESPONDE

Pergunta : Presidente ou presidenta? É possível colocar um ponto final nesse debate? Obrigada pela atenção.

Resposta : Prezada consulente:
Ambas as formas “a presidente” e “a presidenta” são aceitas, registradas e corretas. No artigo do Acadêmico Prof. Dr. Evanildo Bechara, escrito no dia 7/11/2010, p. 23, no jornal O Dia, podemos ler: “(…) A língua permitirá “a presidente” ou “a presidenta” em referências à nova ocupante do cargo (…). Os nomes terminados em -e são mais resistentes a uma regra gramatical na formação do feminino. “Mestre/Mestra”, “parente/parenta”, “infante/infanta” são correntes, e não doem no ouvido; mas tal facilidade não se dá com “ouvinte”, “estudante”, “amante” e muitos outros. O repertório lexical que regula ocorrências nos mostra a presença de “a presidente” com um pouco mais frequência do que “a presidenta”. Com “vice” a forma vitoriosa é “presidente” sobre “presidenta”. Já havia registro da forma presidenta no VOLP de 1998.

Se você não entendeu, aí, o problema é mais grave! Procure imediatamente um professor ou uma professora de Língua Portuguesa e vá aprender a ler. Ou melhor: pratique compreensão de texto. Ou nunca mais toque no assunto, sob risco de ficar feio para você.

Entendi sim, mas não precisamos consultar professores e sim cabos eleitorais. Quando o ex-ministro Magri saiu com um neologismo "imexível" foi uma grita geral. Zombaram do indivíduo até não poder mais, mas agora, que uma "companheira" está no poder, nossos especialistas se adaptam, por que não? 


Na verdade este parece ser o vício do país: gostam de criticar as privatizações que ocorrem dentro da lei, mas esquecem da auto-crítica da venda de suas consciências.

"I don't know de nothing!"

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva terá uma coluna mensal que será distribuída pela agência do jornal norte-americano The New York Times. O contrato foi assinado nessa segunda-feira, 22, nos Estados Unidos. (...)
Lula vai ser colunista mensal do 'New York Times' - politica - politica - Estadão

Tá achando brincadeira?



terça-feira, abril 23, 2013

Danish amoral porque dane-se a moral

O que me impressiona no discurso socialista é que ele parte de um princípio moral, que clama pela igualdade substantiva (de renda) e não, meramente formal (jurídica), como se esta não fosse a mais importante... Mas, quanto às injustiças perpetradas pela desigualdade de trabalho, de quem trabalha mais para sustentar quem não o faz, não parece chamar tanto a atenção de seus apologistas. O caso abaixo, da Dinamarca e seu estado de bem-estar social poderia ser descrito como um verdadeiro "estado de mal-estar mental", uma vez que a moral pouco lhes importa. Dane-se a moral, que no caso deles poderia ser danish amoral.
Cf.: Com benefícios sociais generosos, Dinamarca sofre com "preguiçosos" - Economia - iG


NYT

NYT
Robert Nielsen vive de benefícios desde 2001: não quer "trabalhos degradantes" e comprou até apartamento

PMSP, MST, vírus, bactérias e fungos

Fonte: mst.org.br

Uma comissão do MST fez uma audiência com o prefeito de São Paulo Fernando Haddad, na manhã de sexta-feira (19/4), na sede da Prefeitura. O MST apresentou a Haddad produtos produzidos por cooperativas organizadas em áreas da Reforma Agrária, que são a base da alimentação de alunos matriculados nas escolas em diversas prefeituras, por meio do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), 
(...)
Os alimentos fornecidos são arroz orgânico e convencional, feijão, macarrão, leite de caixinha e em pó, achocolatado, suco de uva, iogurtes e queijo mussarela, entre outros. Em São Bernardo, o MST abastece 100% da demanda de arroz e feijão, garantindo a alimentação de todas as crianças e jovens do ensino municipal. (Grifos meus.)


Produtos orgânicos sem adequada inspeção sanitária são mais sujeitos a contaminações. Conferir o artigo abaixo:

segunda-feira, abril 22, 2013

Pobrezas Absoluta e Relativa

Sobre: Banco Mundial fixa 2030 como meta para fim da pobreza extrema - Economia - Notícia - VEJA.com
Qual realmente importa? As duas são importantes, mas apesar do nome são bem diferentes. Pobreza deveria ser isto, apenas pobreza, mas se todos (ou a imensa maioria) ao nosso redor apresenta um padrão de vida bem superior ao nosso, mesmo que nosso padrão de vida tenha evoluído para o dobro em uma década, a sensação de pobreza não nos abandonará. Portanto, mesmo que se diga que a pobreza absoluta terminará em 2030, podem apostar, haverá quem diga que "a pobreza relativa é o que realmente importa", pois a desigualdade seria indutora de crimes e sensação de insegurança devido às diferenças de renda. O que não é verdade, pois não é simples assim. Vejamos a comparação ao final do artigo sobre Brasil e China, nosso país foi citado como tendo combatido e diminuído a desigualdade, um caso de sucesso como exemplo. Mas, vem cá... Não foi a China que abandonou a taxa histórica de miséria absoluta herdada de sua história e acirrada pelo comunismo de Mao Tsé-Tung? E o Brasil, que mágica é esta que fez para diminuir a desigualdade? Trouxe milhões para um patamar de renda superior ao mesmo tempo que achatou a classe média. Digam que não estão pagando mais impostos, se é que discordam de mim. Não estou defendendo a ignorância e o descaso para os com mais pobres, mas não seria promissor sonhar com um método como o chinês em que os pobres realmente diminuem graças ao enriquecimento geral?