Não Culpe o Capitalismo



Pessoal, eu,

Anselmo Heidrich, o Fernando Raphael Ferro de Lima e o Luis Lopes Diniz Filho,

administradores dos blogs


respectivamente, acabamos de lançar um libelo da GEOGRAFIA ANTI-MARXISTA, o 1º do país!

Prestigiem...

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terça-feira, julho 05, 2016

A Teoria do Valor Trabalho em Marx 01



Imagem: c__west.

Uma crítica destruidora ao cerne da "economia marxista":

A teoria do valor econômico

(...)
Por que capitalistas são tão ricos?
Uma última questão. Conhecemos a explicação de Marx para a riqueza dos capitalistas (a teoria da mais-valia/exploração etc.). Se sua teoria é falsa, qual é a explicação alternativa, baseando-se na teoria neoclássica de preços, para a riqueza dos capitalistas?
Primeiro, note que salários constituem um preço, assim como o preço do chocolate constitui um preço. Eles são apenas o preço pelo qual o trabalho de alguém é vendido. Perceba também que isso é verdade independentemente de qual é o seu trabalho ou do quanto você está ganhando – se seu salário é o preço pelo qual seu trabalho é vendido, o salário de um CEO também é o preço pelo qual o trabalho dele é vendido. Assim, não deveríamos dar uma explicação para os salários de pessoas ricas diferente de uma explicação que damos para os salários de pessoas pobres. Todos os salários, sob a teoria neoclássica, são determinados pelas curvas de oferta e demanda relativas ao tipo de trabalho em questão. A forma da curva de oferta é determinada pela disposição que as pessoas que são capazes de fazer o trabalho em questão possuem para fazê-lo, bem como pelo número existente de tais pessoas. A forma da curva de demanda é determinada pelos desejos de terceiros de ter tal trabalho realizado. Dessa maneira, os altos salários de homens de negócios bem-sucedidos são explicados pela concorrência de três fatores:
(i) O número de pessoas capazes de fazer seu trabalho – ou seja, pessoas capazes de gerir negócios de maneira bem-sucedida. Esse número é pequeno em comparação ao número de pessoas que conseguem realizar os trabalhos de um operário, por exemplo.
(ii) A disposição das pessoas para fazer esse tipo de trabalho. Entre aqueles que têm capacidade de gerir negócios, a maioria não se interessa, e quase ninguém escolheria essa profissão se os salários fossem iguais aos salários de um operário. Seu professor, por exemplo, pode ser capaz de abrir e gerir um negócio, mas ele não deseja fazê-lo; ele prefere ser um professor.
(iii) O desejo que terceiros possuem de ter tal trabalho realizado. Isso é determinado pela utilidade marginal de ter o trabalho realizado, que é muito alta no caso de homens de negócios. Em outras palavras, o benefício econômico total de ter uma pessoa adicional criando e gerindo negócios é maior que o benefício total de ter um operário adicional trabalhando.
“Como isso (o ponto (iii)) é possível?”, você pode perguntar. “O homem de negócios não faz nada; os trabalhadores estão fazendo todo o serviço”. Bom, o trabalhador individual, trabalhando por conta própria (sem fábrica, ferramentas, planos de negócio, pouco conhecimento de indústria e de negócios em geral), é capaz de conseguir muito pouco. Se trabalhasse por conta própria e vendesse diretamente seus produtos finalizados para as pessoas, ele não ganharia muito dinheiro. (Tente e veja.) Um fazendeiro típico, por exemplo, ganharia apenas o suficiente para alimentar sua família, se tivesse sorte. O capitalista aumenta enormemente o valor que cada trabalhador pode produzir; e ele faz isso para uma grande quantidade de trabalhadores (todos os seus empregados). Assim, oaumento marginal de produção de um capitalista é muito maior que o aumento marginal de produção de um trabalhador.
Em certo sentido, essa é uma maneira extravagante de dizer o seguinte: a razão pela qual capitalistas ganham muito mais que trabalhadores é que o que cada capitalista faz possui muito mais valor que o que cada trabalhador faz (onde “valor” é determinado pela oferta e demanda).
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