quinta-feira, fevereiro 28, 2013

sábado, fevereiro 23, 2013

O que é certo sobre Justiça Social?




O problema é o prazo e o populacho, inclusive a chamada "classe média", esta nebulosa prefere apostar suas fichas no aqui e agora do subsídio e das bolsas-esmola do que regar o solo de colheitas futuras. Quem tem culhões de dizer que vamos passar meia década cortando gastos e mais meia década para, na melhor das hipóteses, nos estabilizarmos para, talvez, se tudo der certo, depois crescermos? Ingênuos preferem apostar em personagens romantizados de filmecos subsidiados.


segunda-feira, fevereiro 18, 2013

Santa Catarina e Maquiavel



Apresento aqui o texto de Milton Simon Pires, médico intensivista de Porto Alegre com um artigo claro e conciso sobre a atuação de parte da mídia nacional que, malgrado passa a ser hegemônica. Por estas e outras que devemos observar a linguagem... Chamar tais ocorrências de “confusão” é um eufemismo forçado demais. Na verdade são ataques deliberados com o propósito de medir forças com o estado.
Eventualmente teremos a participação deste colaborador em nosso blog. Que seja bem vindo!

*Veja este outro lúcido comentário sobre a tragédia de Santa Maria aqui.


SANTA CATARINA E MAQUIAVEL – HOMENAGEM A IMPRENSA “ENGAJADA”

Bombeiro tentando apagar em 2013 o incêndio começado na década de 1960!

segunda-feira, fevereiro 04, 2013

Reducionismo barbaridade


Esta autora aí tem um grande valor para países como o Brasil de hoje, sua saga contra o coletivismo é louvável. MAS, em se tratando de filosofia, ela deixa muitas brechas, principalmente por tentar reduzir a ação humana a uma mera ação econômica e esta não está livre de percepções morais e da cultura como um todo. Há também entre os chamados 'randianos' uma certa falta de clareza e objetividade(!) no que se refere ao conceito das palavras, como é a questão do próprio egoísmo. Ora, se o egoísmo tem sua racionalidade, o que ela propôs chamar de "egoísmo racional" é totalmente redundante. E tentar levantar um véu semântico para justificá-la, como fazem muitos de seus adeptos, não adianta, pois dizer tudo que tem a ver com o Eu é fruto do egoísmo confunde este com o egocentrismo. Ademais, se hoje vivemos uma guerra cultural contra o coletivismo, em particular na sua forma estatista, isto não exime que atores individuais possam, de livre e espontânea vontade agir altruisticamente. O que me incomoda demais na autora é esta filosofia simplista de lógica binária, na qual ou eu sou "do bem", um "egoísta racional" ou eu sou "malvadão", um coletivista que quer obrigar todos a um altruísmo forçado e falso. Ora, como indivíduo, sobretudo se eu for bem sucedido economicamente, nada me impede, sem que eu tenha sido obrigado para tanto partir para ações voluntárias (se me permitem a redundância...) e ajudar os demais. Veja... O trânsito serve como analogia: se formos totalmente egoístas em um dia de chuva com semáforos pifados e não cedermos a vez para ninguém, o "sistema não anda". Da mesma forma, se formos completamente altruístas e cedermos sempre, nossa fila é que não andará prejudicando todo o sistema de tráfego também. Claro que esta é uma analogia igualmente simplista para caracterizar todos os sistemas sociais, mas o que se percebe é que a filosofia de Ayn Rand é tão simplista que até com uma analogia destas é possível contestá-la de modo, pelo menos para mim, bastante eficaz. 
 Cf.: Tomatadas: Sobre "Egoísmo racional: o individualismo de Ayn R...: Faz um tempo que estou para comentar o livro Egoísmo racional: o individualismo de Ayn Rand , do economista Rodrigo Constantino (Documenta ...

quarta-feira, janeiro 30, 2013

Pondérações sobre a Guerra de Secessão Americana

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Categoria:Batalhas_da_Guerra_Civil_Americana

 Pondé... O causo é o seguinte, ele mistura fatos, certos historicamente falando, com opiniões, algumas claramente anacrônicas. Primeiro um aspecto moral, Lincoln não atacou o Sul para "estuprar mulheres", embora isto ocorra em maior ou menor grau em todas as guerras. Generais de moral ilibada e outros oficiais punem severamente subordinados que façam este tipo de coisa, mas aí é outro assunto... O que Lincoln fez teve um subproduto que foi a abolição da escravidão, o que foi algo muito bom. Só não foi 'ótimo', porque isto só ocorreria com a redução drástica do racismo, que não termina por decreto, como bem sabemos. O racismo só diminui (porque não termina nunca, assim como a inveja) para níveis irrisórios, com a maior miscigenação, o que vai ocorrer de uma forma ou de outra com a maior imigração nos EUA que, no caso, é latino-americana. Isto também gera, inadvertidamente, reações racistas dos próprios negros contra hispano-americanos, dentre outras razões por menos recursos para divisão em benefícios estatais. 

sexta-feira, janeiro 25, 2013

Algumas razões para relativizar São Paulo

"Há 40 anos, o trânsito de São Paulo já era assim. A foto foi tirada próximo ao cruzamento da avenidas Consolação e São Luís. Para comemorar o aniversário de SP, o Estadão lança um guia de informações históricas. Agora, no iPhone ou no Android, basta dois toques para saber mais sobre lugares emblemáticos, como Praça da Sé e Masp. E ver fotos. Veja mais em http://migre.me/cY7Ae" 
Neste texto Folha de S.Paulo - Especial - 10 razões para odiar São Paulo - 25/01/2013, Bárbara Gancia aponta razões para criticar São Paulo. Acho que em alguns casos lhe faltou um senso de relativização...

ÔPS!

segunda-feira, janeiro 14, 2013

Urbanismo Populista

TUESDAY, MAY 31, 2005

Urbanismo

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por Anselmo Heidrich em 24 de fevereiro de 2004
Resumo: Tanto permanecer legal quanto se tornar legal é extremamente difícil em países pobres e esta é, em grande medida, uma das razões de sua pobreza. O estado e sua corja burocrática induzem a ilegalidade, a informalidade e a ausência de cidadania