Não Culpe o Capitalismo



Pessoal, eu,

Anselmo Heidrich, o Fernando Raphael Ferro de Lima e o Luis Lopes Diniz Filho,

administradores dos blogs


respectivamente, acabamos de lançar um libelo da GEOGRAFIA ANTI-MARXISTA, o 1º do país!

Prestigiem...

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segunda-feira, janeiro 07, 2013

Repugna-me - 1



Por mais que eu não goste da arquitetura do Niemeyer, o que ele fez está lá, para ser criticado com objetividade. Agora, este pedagogo só elucubrou suas abstrações, com péssimos resultados que sentimos até os dias de hoje. E quanto mais abstratos e vagos são os conceitos, maior é a retórica de admiração de fanáticos e oportunistas que não têm algo concreto para mensurar, avaliar e julgar. Quem quer que já tenha dado aula, 8, 12 ou 14 por dia sabe muito bem que o blá blá blá deste sujeito não resiste a menor irrupção de indisciplina. Só mesmo um teórico - no péssimo sentido da palavra - e que nunca se dedicou a ensinar full time para disseminar tais vaguidades e nulidades.  

Mas, pior não é sua obra, mas o séquito de fiéis que tem. Simplesmente, repugnante.

Entusiastas do método de Freire falaram que era ingenuidade de minha parte desconsiderar toda situação socioeconômica e a falta de investimentos no ensino. Redargüi dizendo que a crítica deles validava justamente minha opinião, pois SE a tal da Pedagogia do Oprimido visava atender as "classes desfavorecidas", nesta má situação socioeconômica, que era feita especificamente para tal contexto, então a situação atingida pela educação brasileira prova que o próprio método não funciona. E te digo porque não funciona: se um aluno pobre, "oprimido" vá lá, precisa se desenvolver intelectualmente, ele tem que almejar e ser incentivado a galgar degraus na escala social e não apenas utilizar sua posição inferior, socioeconomicamente falando, como desculpa e auto-vitimização. A diferença é que enquanto os devotos de Paulo Freire enfiam, doutrinam os seus pupilos com textos de consciência, a falecida educação tradicional disponibilizava, leitura de clássicos, noções espaciais, fatos históricos, raciocínio lógico, matemática e por aí vai. Mesmo que houvesse detalhes no ensino tradicional que precisassem ser aprimorados, o conteúdo como um todo nunca poderia ter sido jogado fora. Na verdade, o que se jogou fora foi nossa própria oportunidade de se desenvolver intelectual, moral e socialmente.



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