Não Culpe o Capitalismo



Pessoal, eu,

Anselmo Heidrich, o Fernando Raphael Ferro de Lima e o Luis Lopes Diniz Filho,

administradores dos blogs


respectivamente, acabamos de lançar um libelo da GEOGRAFIA ANTI-MARXISTA, o 1º do país!

Prestigiem...

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quinta-feira, janeiro 26, 2017

A Estratégia de Contenção Americana está Viva e Forte




Then again, campaign rhetoric doesn't always match action taken once in power, especially when it comes to policies rooted in geopolitical realities.

Uma coisa é palanque, outra é ação.                       

Este texto da Stratfor, sobre a estratégia de contenção americana mostra como esta política externa com relação à Rússia foi pouco alterada desde o Pós-Guerra, mas apenas se manteve em stand by quando a Rússia enfraqueceu com o fim da URSS, mas que tão logo ela se refez, os EUA avançaram pelo leste da Europa com novas alianças da Otan.                        

E, ao contrário do que a mídia conservadora repetiu incessantemente sobre Obama, seu governo não foi 'covarde', 'omisso' ou algo do tipo. A Rússia cresceu enquanto os EUA se concentravam (e gastavam) no Iraque e no Afeganistão. Obama tinha que fazer frente a um poder russo ascendente e como fazer isto senão procurar alguma parceria com Moscou (desativação de arsenal atômico) e reduzir a presença americana no Oriente Médio (Iraque e Afeganistão)?                       

Mas ali não tem 'mocinho', são só traíras... Os EUA foram longe demais (em minha opinião) ao apoiar protestos anti-Kremlin no quintal russo: a Ucrânia. Foram responsáveis indiretos pela deposição do presidente ucraniano pró-Rússia Viktor Yanukovich. Aos olhos de Washington, a Rússia cresceu demais e a partir dali, a oposição de Moscou foi sistemática. Resultado da história, EUA tendo que se concentrar demais nesta disputa e perdendo espaço, gastando mais e diminuindo sua influência. Por que Trump? Porque, aparentemente, implica em uma mudança estratégica nisto tudo. E nisto, eu torço pelo seu sucesso, mas nada é tão simples assim...                       

Embora Trump ataque a Otan há aliados importantes na Europa e a divisão pela qual passa o continente, da qual o Brexit - saída do Reino Unido da União Europeia - é só um sintoma vai requerer uma estratégia de defesa, principalmente para os países fronteiriços mais a leste. Não é só a Rússia, há toda uma crise humanitária decorrente da Guerra da Síria e a política sobre o Oriente Médio é parte disto. Como coadunar esta defesa regional (europeia), a influência americana no O.Médio e uma aproximação com a Rússia é que mostrará se Trump veio ao que diz. Torço para que sim, mas isto não significa tietagem ideológica, como se vê por aí e sim ceticismo com reconhecimento das chances que podem surgir.


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