Não Culpe o Capitalismo



Pessoal, eu,

Anselmo Heidrich, o Fernando Raphael Ferro de Lima e o Luis Lopes Diniz Filho,

administradores dos blogs


respectivamente, acabamos de lançar um libelo da GEOGRAFIA ANTI-MARXISTA, o 1º do país!

Prestigiem...

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domingo, janeiro 01, 2017

Feliz 2017, com cacofonia e tudo!


FOTOS DE BEBIDAS me passam a sensação de hospitalidade, como se eu quisesse estar com amigos em minha varanda bebendo e rindo. É como gosto de expressar meus desejos, embora alguém possa achar que não passa de um teatro, como se eu criasse uma projeção de alguém ou algum momento que eu quisesse passar. Pode ser, mas posso dizer que é terapêutico mesmo... De ontem para hoje, alem do sertanojo e funk-punk ao fundo, ruas acima (antigamente era pior, ao lado de casa), meu vizinho antipático, um comerciante de S.José adora tocar violão e, como se não bastasse o faz com uma caixinha de som para se achar mais ‘profissa’. São músicas de acampamento, Legião, Cazuza e alguma coisa que força minha azia. Daí, conforme ingressa o álcool naquele organismo sujo, o sujeito se empolga na voz com notas e mais notas e mais notas fora de tom. Pelo menos o volume se mantém igual... Mas, em minha outra divisa, cuja residência é alugada por um simpático casal de engenheiros florestais, um deles trabalha no IBAMA e se meteu a tocar um tipo de percussão pobre de alguma tribo aborígine. Deve ter levado a sério os princípios ideológicos da turma, pois em plena noite de ano novo executou um recital tonitruante com seu bumbo acompanhado de uma flauta com duas ou três notas. Desnecessário dizer que aquela cacofonia acordou meu filho, mas antes disso com muita bebida ficava divertido ouvir aquela mixórdia de sons e gente se iludindo. Se eu tivesse saco gravava tudo e mandava pro Marcio Guerra Canto[1] fazer um de seus divertidos vídeos debochados no quadro Desafinação Bizarra. De qualquer forma, a turma aqui já acordou faz horas e brincamos de “luta de cavalinho” na piscina. Se os vizinhos foram alertados em seus leitos com nossos gritos de guerra não foi nossa intenção, mas uma “reação comunitária”, digamos assim. Antigamente chamávamos de desrespeito, mas isto está tão embrenhado em nossa cultura brasileira que prefiro caracterizar como condicionamento mesmo. Como dizia minha avó VAI RACHANDO! FELIZ 2017!



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