Não Culpe o Capitalismo



Pessoal, eu,

Anselmo Heidrich, o Fernando Raphael Ferro de Lima e o Luis Lopes Diniz Filho,

administradores dos blogs


respectivamente, acabamos de lançar um libelo da GEOGRAFIA ANTI-MARXISTA, o 1º do país!

Prestigiem...

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domingo, julho 02, 2017

O que o ISIS é capaz de fazer a uma mãe


Quando um relativista moral, bem nutrido e seguro pelas constituições do Ocidente, sobretudo daqueles mais hipócritas que vivem longe, muito longe das zonas conflagradas por sangrentos conflitos, chacinas e torturas como a descrita abaixo vier te encher o saco dizendo que se deve existir liberdade religiosa, então deve ser para todas as religiões mostre este vídeo e depois pergunte se qualquer crença e atitude religiosa/ideológica que seja deve ser permitida.

Óbvio que se ficarmos apenas no campo das ideias, não há opressão explícita, mas lembre-se que nenhuma sociedade vai ficar décadas, séculos nutrindo e fomentando absurdos para dar no vácuo, para dar em nada. Um dia este conjunto de absurdos desemboca sim em um rol de atrocidades. E se o relatado em vídeo e texto abaixo não são consequência direta do Islamismo em geral são sim consequência, mesmo que indireta da ideia de que ideias não podem ser criticadas e, porventura censuradas pelo absurdo que defendem. Lembrem-se, a tolerância serve para uma cultura de tolerância. Não podemos tolerar intolerantes:



Os jihadistas do Estado Islâmico são conhecidos pelas maiores brutalidades que podem ser cometidas contra seres humanos e muitas delas têm como alvo as mulheres que são sequestradas e mantidas como escravas sexuais.
Uma responsável pelas autoridades egípcias deu uma entrevista emocionante a um canal de televisão do Egito, durante a qual revelou algumas das atrocidades cometidas pelos radicais islâmicos contra as mulheres da comunidade yazidi.
Vian Dakhill revelou que uma mulher foi mantida em cativeiro sem comida e sem água durante vários dias. Quando os seus sequestradores abriram a porta da sala escura sem luz deram-lhe arroz e carne para comer.
“Ela comeu tudo porque estava com muita fome. Quando ela terminou a refeição eles disseram-lhe: ‘Nós cozinhámos o teu filho de um ano que te arrancámos dos braços. Foi isso que tu comeste’”, contou Vian Dakhill citada pelo jornal Express.
Neste momento vê-se o jornalista que conduz a entrevista a colocar a mão na cara, visivelmente abalado, para limpar as lágrimas.
Mas o testemunho da responsável egípcia não se ficou por aqui. Vian contou ainda a história de uma menina de 10 anos que foi violada até à morte à frente do pai e das irmãs.
“Porque é que estes selvagens fazem isto às mulheres?”, questiona Vian.
Fonte: Notícias ao Minuto - "Acabaste de comer o teu filho de um ano". As palavras do ISIS a uma mãe https://www.noticiasaominuto.com/


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