Não Culpe o Capitalismo



Pessoal, eu,

Anselmo Heidrich, o Fernando Raphael Ferro de Lima e o Luis Lopes Diniz Filho,

administradores dos blogs


respectivamente, acabamos de lançar um libelo da GEOGRAFIA ANTI-MARXISTA, o 1º do país!

Prestigiem...

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quinta-feira, abril 05, 2012

No longo prazo, a vida melhora / In the long run, life improves

http://www.theatlantic.com/business/archive/2012/04/food-is-cheap/255516/
No artigo Food Is Cheap - The Atlantic são avaliados alguns itens básicos de consumo nos EUA e fica patente que no vestuário e, sobretudo, alimento, a busca por produtividade só facilitou a vida do cidadão ao diminuir seus custos e, portanto, seus preços. Por sua vez, as moradias e transporte se tornaram mais caras, o que coaduna com a ideia do crescimento urbano e encarecimento do espaço construído, maior procura, preços em ascensão. 
O que tem que ficar claro para os leitores, sobretudo para aqueles sofredores da conhecida sociopatia antiamericanista, é que no geral e no longo prazo, a vida nos EUA melhorou. Se alimentar-se e vestir-se tornaram-se mais acessíveis é porque o essencial barateou e o encarecimento da moradia reflete uma maior procura pela vida urbana concentrada. Se fosse realmente inviável, a descentralização seria maior como reflexo da rejeição por esse modo de vida. Acredito que o maior nó górdio da situação seja mesmo o transporte, cuja redução do custo de vida viria com uma racionalização do gasto energético e menor duração no tempo de percurso entre trabalho e residência. Aqui, um link de alguém muito mais afeito a tais cálculos e considerações que recomento muitíssimo: transporte individual.
Novamente, de modo geral, considero que o aumento do custo de transporte ainda inviabilizará a expansão indefinida dos centros urbanos criando alguma outra forma de organização espacial. Como e qual fator de mudança será decisivo, acho que é campo para conjecturas de ficção científica.
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Article Food Is Cheap - The Atlantic are evaluated some basic items of consumption in the U.S. and it is clear that the clothing and especially food, the search for yield only facilitated the lives of citizens by reducing their costs and therefore prices. In turn, housing and transportation have become more expensive, which is consistent with the idea of urban growth and enhancement of the built environment, increased demand, rising prices.
What must be clear to readers, especially for those suffering from sociopathy knownanti-Americanism, which is in general and in the long run, life has improved in the U.S.. If feed and clothe themselves have become more accessible because it is the essential cheapened and enhancement of housing reflects a greater demand for urban life concentrated. If it was truly impossible, decentralization would be greateras a result of the rejection by this way of life. I believe the biggest Gordian knot of the situation is the same traffic, which reduced the cost of living would come with arationalization of energy consumption and the shorter travel time between work and residence. Here, a link from someone more accustomed to such calculations andconsiderations recomento greatly: individual transport.
Again, in general, I consider that the increased cost of transport even compromising the indefinite expansion of urban centers creating some other form of spatial organization. How and what will be a decisive factor of change, I think the field of conjecture is science fiction.

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