Não Culpe o Capitalismo



Pessoal, eu,

Anselmo Heidrich, o Fernando Raphael Ferro de Lima e o Luis Lopes Diniz Filho,

administradores dos blogs


respectivamente, acabamos de lançar um libelo da GEOGRAFIA ANTI-MARXISTA, o 1º do país!

Prestigiem...

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segunda-feira, abril 23, 2012

É o que é, mas... / It is what it is, but...

The Road dirigido por John Hillcoat é um excelente filme que explora a temática pós-apocalipse da melhor forma que posso imaginar: com esperança / The Road directed by John Hillcoat is an excellent film that explores the theme of post-apocalypse best way I can imagine: with hope 
Uma dica sobre um assunto que me interessa: The Perils of Apocalyptic Thinking - The Atlantic. Na verdade, eu não tenho certeza sobre assuntos como o Aquecimento Global Antropogênico (AGA), mas penso que o autor captou a essência dessa questão para nossa percepção quando diz que o número de céticos sobre o assunto é crescente, enquanto que também cresce o número de crédulos em alguma forma de apocalipse porque o que predomina é a desconfiança, algo como "estão escondendo algo de nós", em que pese o número de evidências em contrário.
E, claro, o medo é um combustível poderoso como é o caso do terrorismo, cujas chances de haver outro são de cerca de oito vezes as chances de morrerem em um acidente de escada nos EUA. Não sei como inferiram estes números, mas admitindo que estejam corretos, eu me pergunto também sobre outro ingrediente de nossas vidas diárias que foi desconsiderado no referido artigo: o controle sobre nossos atos. O que também nos amedronta não é só se algo "mata mais", mas se algo mata sem podermos fazer algo em contrário. Por isso, eu me incluo precisamente neste caso... (Meu) Medo de avião é muito maior do que de ônibus, apesar de toda estatística de mortes por acidentes em estradas ser maior do que acidentes aéreos. Enfim, boa leitura e, como eu disse inúmeras vezes para minha mulher ao ser acometido pelo meu câncer de parótida no ano passado: é o que é. Se não há muito o que podemos fazer, então deixe rolar e faça o que for possível. Não adianta chorar sobre o inevitável, mas se pudermos fazer algo para viver, então temos que sobreviver. Por quê? Esta é a questão, que quando decifrada porá fim ao encanto de não saber.

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A tip about a subject that interests me: The Perils of Apocalyptic Thinking - The Atlantic. Actually, I'm not sure about issues like Anthropogenic Global Warming (AGA), but I think the author captured the essence of this issue to our perception when he says that the number of skeptics on the subject is increasing, while also increasing the number of believers in some form of apocalypse because what predominates is the suspicion, something like "are hiding something from us", despite the number of contrary evidence.
And of course, fear is a powerful fuel such as terrorismwhose chances of another are about eight times the odds of dying in an accident in the U.S. ladderI do not know how to infer these numbers, but assuming they are correct, I wonder also about the ingredients of our daily lives that was disregarded in that articlecontrol over our actions. What also frightens us is not only something "most kills", but if something kills without being able to do otherwise. ThereforeI include myself in this very case ... (My) Afraid of the plane is much larger than the bus, despite all the statistics of deaths from road accidents is higher than plane crashesAnywaygood read and as I said many times for my wife to be affected by my parotid cancer last year: is what it is. If there is not much we can do, then let it go and do what is possible. No use crying over the inevitable, but if we can do something for a living, so we have to survive. Why? This is the questionthat when deciphered will put an end to the charm of not knowing.

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