Não Culpe o Capitalismo



Pessoal, eu,

Anselmo Heidrich, o Fernando Raphael Ferro de Lima e o Luis Lopes Diniz Filho,

administradores dos blogs


respectivamente, acabamos de lançar um libelo da GEOGRAFIA ANTI-MARXISTA, o 1º do país!

Prestigiem...

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segunda-feira, setembro 23, 2013

Pontos sobre a reforma agrária

Sobre: Diplomatizzando: A morte da reforma agraria (ja vai tarde) - Zander...: Concordo quase inteiramente com o que diz este colega sociólogo e especialista em reforma agrária, que conheci muitos anos atrás, e circunst...
Permita-me discordar. Em primeiro lugar, também considero o MST como um movimento que prega a desordem e, portanto, o crime. Mas, o problema é que não consigo caracterizá-lo plenamente como 'quadrilha' por não ser estruturado segundo uma hierarquia rígida, bem como de modo centralizado. 
E para escrever sua história, no que não adiantaria para ter uma "boa imagem nos livros de história", se faz necessário que seja por alguém que conheceu o MST de dentro. Em que pese todo o viés decorrente disto há muito que se faz necessário relatar e não foi escrito em nenhum lugar que eu saiba. Percebam que para ter a força que tem hoje - ainda que não seja mais a mesma de uma ou duas décadas atrás -, o MST teve seu início como uma espécie de 'messianismo'. Ou seja, havia sim um vínculo ideológico assumido por seus pares que não fosse a mera obtenção de terras. 
Quanto à modernização agrária, eu sou plenamente favorável. Não faz sentido que se mantenha empregos artificialmente em uma determinada área do país, MAS nem tudo é assim tão simples "não temos mais empregos aqui, portanto procure em outra área". Não dá para simplesmente dar de ombros para uma panela de pressão prestes a explodir (imaginem milhões de famélicos migrando para as cidades repentinamente). Entendo um caminho para a solução deste tipo de impasse como a geração de empregos urbanos e estes teriam que ter maior vínculo com a produção agrária em destaque. E para aqueles não absorvidos, prioritariamente pelos negócios de família (rural para o meio urbano) faz-se mister que haja incorporação e facilidades para abertura de empresas. Ou seja, para que o ciclo de morte da reforma agrária se complete, a geração de empregos urbanos deve ser promovida principalmente pelos pares diretamente envolvidos e interessados. 
Claro, isto, se o estado brasileiro não for tão instrumentalizado e pesado ao ponto de sufocar a atividade livre.

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