Não Culpe o Capitalismo



Pessoal, eu,

Anselmo Heidrich, o Fernando Raphael Ferro de Lima e o Luis Lopes Diniz Filho,

administradores dos blogs


respectivamente, acabamos de lançar um libelo da GEOGRAFIA ANTI-MARXISTA, o 1º do país!

Prestigiem...

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domingo, fevereiro 21, 2016

A continuidade de Evo: Quatro pontos sobre o referendo da Bolívia neste domingo



Hoje teremos um plebiscito sobre a alteração constitucional na Bolívia. O objetivo é o direito de Evo Morales - "presidente cocalero" - poder disputar a eleição novamente a partir de 2019. Há um clima econômico favorável na Bolívia, uma vez que a inflação está sob controle o o crescimento do PIB gira em torno de 4% a.a. Mas notem isto aqui:


"No entanto, análises do Centro de Estudos para o Desenvolvimento do Trabalho (CEDLA), de La Paz, criticam a informalidade no mercado de trabalho e fato de os investimentos dependerem principalmente do setor público, com menor presença do setor privado na economia."


Familiar, não? É graças à INFORMALIDADE que as tensões sociais não aumentam (flashback de Brasil anos 80) e as contas públicas se sustentam com as exportações de combustíveis fósseis (petróleo e gás). Se consumidores mantiverem as importações das commodities bolivianas assim, a situação pode se perpetuar com Evo no poder, graças a uma reforma constitucional. Mas isto, lembremos, é um olhar de fora, tomando o país como homogêneo. Não sabemos ao certo como todas as regiões bolivianas veem o poder central em La Paz. Uma pista para detectarmos o sentimento popular em relação ao seu governo começa pela distribuição de recursos. Normalmente, os líderes populistas reforçam a ajuda a sua base eleitoral em regiões mais deficitárias e penalizam as mais produtivas. 


Cf. A continuidade de Evo: Quatro pontos sobre o referendo da Bolívia neste domingo

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