Não Culpe o Capitalismo



Pessoal, eu,

Anselmo Heidrich, o Fernando Raphael Ferro de Lima e o Luis Lopes Diniz Filho,

administradores dos blogs


respectivamente, acabamos de lançar um libelo da GEOGRAFIA ANTI-MARXISTA, o 1º do país!

Prestigiem...

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domingo, novembro 08, 2015

As lágrimas do elefante e o sorriso de Suzane




Esta matéria diz que um elefante, um filhote de elefante chorou cinco horas seguidas após sua mãe tentar matá-lo assim que nasceu. Os tratadores o salvaram e após duas horas, sua mãe tentou atacá-lo novamente.


Pois bem, agora leiam a conclusão da matéria:

"A mãe pode ter tentando matar seu filhote porque a vida em cativeiro muda o comportamento tradicional das famílias e isso interfere nos instintos protetores dos animais em relações aos bebês."

Eu não acredito nisto. Há muitos e muitos animais, creio que a imensa maioria que não adota este tipo de comportamento. Não há evidência que o cativeiro (e eu não estou defendendo o cativeiro, aliás, eu o abomino) leve a isto. Acho que o instinto maternal é forte demais para sucumbir à pressão do cativeiro sobre o comportamento. A etologia não é determinada única e exclusivamente pelo condicionamento ambiental, nem este condicionamento tem como objetivo levar mães ao assassínio de seus filhotes.  Outra situação recorrente é a depressão pós-parto, que não existe por causa do cativeiro.

O que houve então? Isto eu não sei dizer, mas sei dizer que há algo que carregamos geneticamente ou, como diziam os antigos "que nasce com a gente", que dá no mesmo, a diferença é que a primeira forma de dizer dá um ar 'científico'. Dito de outra forma, alguém se torna psicopata ou nasce psicopata? Ora, alguns de nós simplesmente o é, não se torna algo. Comprovações? Evidências? Não as tenho, não estudo o assunto, mas sei dizer que na minha geração se acreditava muito mais que "o meio transforma o
homem" e isto é cada vez mais questionável. Lembro-me claramente de como desdenhávamos dos mais velhos, dizendo que eram 'retrógrados', 'reacionários' por estigmatizarem quem era diferente, não pensando que "não tiveram a
mesma chance que nós". Nada a ver! Tem gente que, simplesmente, teve todas as chances, economicamente falando, mas trilhou outro rumo, da indiferença, completa ausência de empatia por outros seres para atingir seus objetivos. E se for assim conosco, por que não com outras espécies? 
 
Suzane Richthofen, quem coordenou o assassinato de seus pais poderia nos dar uma pista...


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