Não Culpe o Capitalismo



Pessoal, eu,

Anselmo Heidrich, o Fernando Raphael Ferro de Lima e o Luis Lopes Diniz Filho,

administradores dos blogs


respectivamente, acabamos de lançar um libelo da GEOGRAFIA ANTI-MARXISTA, o 1º do país!

Prestigiem...

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segunda-feira, agosto 29, 2016

O problema do “Escola Sem Partido”


É exatamente neste ponto, a prova, que o Escola Sem Partido deveria atuar, acusando os professores que forçam os alunos a pensarem igual e de forma ideologicamente enviesada (imagem: vejasp.abril.com.br).

O grande problema do Projeto de Lei do “Escola Sem Partido” é a sua prova. Que tipo de prova teríamos que ter e isto não está especificado no projeto, apenas a denúncia. Do jeito que está ali, se um dia um aluno evangélico, adventista etc. se sentir ofendido em suas convicções durante uma aula de biologia que aborde a evolução. O modo como seus pais o ensinaram sobre o mundo, p.ex., a partir de uma perspectiva criacionista, em confronto com a teoria da evolução será mais do que suficiente para mover uma ação contra o professor. Minha mulher, quando foi intercambista morou numa cidadezinha interiorana do Canadá na Terra Nova e durante uma aula de biologia ela perguntou ao professor se ele não ensinaria a teoria da evolução, ao que o mesmo respondeu não, porque não acreditava naquilo. Veja... Um professor de biologia! Mas, por outro lado, a cultura local ou, empiricamente falando, o comportamento do professor foi exemplar: respondeu que se ela quisesse poderia apresentar um seminário sobre o assunto, o que ela fez e ficou tudo bem, ninguém foi repreendido, ninguém foi punido, ninguém foi perseguido. Já aqui mesmo em Florianópolis, alguns meses atrás, uma menina que vinha às manifestações a favor do impeachment desta que nos atormenta agora na TV Senado... Só de contestar seu professor de história em sala de aula foi retirada da mesma e levada à direção. Este tipo de abuso tem que terminar. A questão é que do mesmo modo que poderemos usar uma lei dessas para o justo, alguém poderá usar para perseguição ou preconceito a um conteúdo. E aí, como fazemos? Por isso que eu acho que a questão da prova, de sua qualidade e como a obtermos é que é fundamental e, ela passa pelo livro ser o menos imbecil possível e aí sim, a fiscalização de se o professor da disciplina está ensinando de acordo com o conteúdo.

Por *prova* me refiro, obviamente, a como provar que o professor está doutrinando. E além disso temos as avaliações, nelas é que também veremos se um professor está pendendo para uma visão política.

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