Não Culpe o Capitalismo



Pessoal, eu,

Anselmo Heidrich, o Fernando Raphael Ferro de Lima e o Luis Lopes Diniz Filho,

administradores dos blogs


respectivamente, acabamos de lançar um libelo da GEOGRAFIA ANTI-MARXISTA, o 1º do país!

Prestigiem...

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sexta-feira, maio 29, 2015

Vitimologia do semanário Carta Capital


Sobre:
Leitor de CartaCapital é hostilizado por defensores do impeachment http://www.cartacapital.com.br/politica/leitor-de-cartacapital-e-hostilizado-por-defensores-do-impeachment-8794.html via @cartacapital

Caro Redator, a Carta Capital faz jornalismo, é o que se supõe. Mas, mesmo tendo sua opinião definida, ela não pode fugir aos FATOS. E o fato é que o cidadão supostamente assediado se incomodou com o teor da letra das marchas e não com o som em si. Se fosse pela segunda hipótese, ele teria sua razão. Analogamente, eu posso me irritar se meu vizinho está ouvindo funk nas alturas, mas não tenho nenhuma razão em demandar que pare de ouvir seu funk em volume permitido ou com o tipo de poesia que acompanha aquela cacofonia (com perdões à memória de James Brown, mas chamam isto de 'funk'...). Vocês da redação desta revista estão, cronicamente, posando de vítimas. O referido querelante se levantou e criticou os passageiros anti-petistas porque estavam entoando seus hinos. Que se criticasse o volume ou impropriedade, inadequação, importuno que fosse da algazarra, mas não pelo conteúdo da mensagem expressa. A partir daí não existe um direito, não há direito em censurar a liberdade de expressão alheia. Agora, se em algum momento alguém, individualmente, criticou a leitura da Carta Capital, este alguém é que tem que ser criticado e, não a turba, mesmo porque não se ouve tal manifestação em uníssono (ao contrários das músicas). Até aqui temos dois erros praticados por vocês:
1. Ignoraram a sequência de eventos, a cronologia, quem fez o que antes;2. Deturparam o fator causal, que não foi a leitura da revista.
  
Vocês dão a entender a opinião do grupo teria levado à esta discussão. Isto é um sofisma análogo ao eu ter sérias críticas ao fundamentalista religioso X e endossar o extermínio de todos que se devotam a tal religião. Eu posso discordar do conteúdo da sua revista, e com isto me integrar ao referido grupo da aeronave, mas nem por isto demando que se queimem todas as edições ou se chacine seus redatores da Carta Capital... Aliás! Quem costuma endossar este tipo de procedimento em outras paragens são grupos que muitos de vocês já dedicaram textos bastante condescendentes ou até mesmo de apoio. Conferir a este respeito: http://www.cartacapital.com.br/internacional/por-que-as-pessoas-escolhem-o-terrorismo-2653.html.

Vocês acusam o grupo de censurar e é exatamente o contrário que se passou, o passageiro incomodado com a festa bradou contra a mensagem adversa a suas crenças políticas e ideológicas. Quanto a ele, não o conheço, não posso criticá-lo enquanto pessoa, apenas sugerir que no Pyongyang Aeroporto Internacional de Sunan não sofreria nenhuma crítica pelo apreço demonstrado a tal "ilibada" revista.

Atenciosamente,
Anselmo Heidrich


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