Não Culpe o Capitalismo



Pessoal, eu,

Anselmo Heidrich, o Fernando Raphael Ferro de Lima e o Luis Lopes Diniz Filho,

administradores dos blogs


respectivamente, acabamos de lançar um libelo da GEOGRAFIA ANTI-MARXISTA, o 1º do país!

Prestigiem...

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sexta-feira, agosto 05, 2011

Flash Somali: corrupção, clã e inanição


O que se faz? Trata-se do país mais corrupto do mundo, pelo menos segundo dados de 2008... Também divididos em territórios dominados por diversos clãs, a Somália não tem chances de sair dessa crise (mais uma) sozinha. Os problemas não são meramente conjunturais, fazem parte da própria estrutura dessa sociedade. Sociedade... Como se tivessem alguma devidamente estruturada.


A seca e a fome na Somália mataram, em apenas três meses, mais de 29 mil crianças com idadea inferiores a 5 anos, de acordo com estimativas do governo dos Estados Unidos, no primeiro relatório sobre o número de mortes provocadas pela crise alimentar na região do Chifre da África.
A Organização das Nações Unidas (ONU) calcula que dezenas de milhares de pessoas tenham morrido em decorrência do atual período de seca, o pior a afetar a Somália em 60 anos. Além disso, 640.000 crianças somalis sofrem de desnutrição aguda, o que indica que o número de óbitos entre crianças pequenas aumentará ainda mais.
Nancy Lindborg, funcionária do braço de auxílio humanitário do governo norte-americano, disse a um comitê no Congresso em Washington que os Estados Unidos estimam que mais de 29 mil crianças, todas com menos de 5 anos de idade, morreram de fome na Somália nos últimos 90 dias.
Essas mortes ocorreram nas regiões do sul da Somália, onde a crise de fome é mais grave. O número é verificado por sondagens de nutrição e mortalidade dos Centros para Controle e Prevenção de Doenças dos EUA.
Na quarta-feira, a ONU declarou situação de fome em mais três regiões do sul da Somália, elevando a cinco o total de áreas atingidas. A população da Somália é estimada em 7,5 milhões de habitantes. A ONU estima que 3,2 milhões precisam de auxílio alimentar imediato.
Dezenas de milhares de somalis estão fugindo na esperança de encontrar alimentos em campos na Etiópia, Quênia e na capital somali Mogadiscio. As informações são da Associated Press.

Não se ajuda um país numa crise como esta sem um plano claro de intervenção e tomada do poder. E após esta intervenção, um planejamento e administração pelo tempo que for necessário. Mas, como isto termina? Em outras palavras para resolver mesmo esta situação a soberania somali tem que ser atacada, eliminada. Podem chamar isto de imperialismo se preferirem, pois o máximo que a comunidade internacional aceita são operações de ajuda intermitentes, com distribuição de mantimentos, alimentos e medicamentos quando a fome, a doença e a morte apertam.

Sinceramente, se for assim, acostumem-se com a dor alheia.


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