Não Culpe o Capitalismo



Pessoal, eu,

Anselmo Heidrich, o Fernando Raphael Ferro de Lima e o Luis Lopes Diniz Filho,

administradores dos blogs


respectivamente, acabamos de lançar um libelo da GEOGRAFIA ANTI-MARXISTA, o 1º do país!

Prestigiem...

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sexta-feira, agosto 05, 2011

Todo mundo, vírgula


É sempre a mesma história, discurso populista para dar e vender, mas a contabilidade nunca é passada às claras. Se a criação de estados é democrática, segue princípios federalistas, ela deve, no mínimo, demonstrar como pretende sustentar isto. Como se propõe a divisão interna do território nacional, sendo que parte dos recursos dos outros estados serão, necessariamente, por força constitucional transferidos para os novos estados sem que se convoque um plebiscito para isto?


Deputados lançaram nesta quinta-feira a Frente Parlamentar em Defesa dos Estados de Tapajós e Carajás. São sete deputados federais e 16 estaduais que lutam pela divisão do Pará. O principal argumento é que a divisão resultaria em maior desenvolvimento para essas duas regiões, hoje, segundo os congressistas, "abandonadas" pela região central do Pará. "Chegou a hora de dividir para multiplicar. Diga sim para a esperança, mais segurança, mais saúde, mais educação", diz o jingle do movimento que defenda a emancipação. O deputado Giovanni Queiroz (PDT-PA) comanda o grupo que quer a divisão de Carajás e Lira Maia (DEM-PA) o grupo de Tapajós. Eles dizem que a frente deve ganhar mais apoios em breve. Os deputados esperam contar com a pressão de parlamentares do Tocantins e Mato Grosso do Sul, Estados que se dividiram de Goiás e Mato Grosso, respectivamente. "A divisão do Mato Grosso e do Tocantins são os melhores exemplos para conhecer melhor e mostrar que é imperativo a divisão do Estado de Tapajós e Carajás. Todo mundo ganha, o Estado remanescente também", afirmou o ex-senador Leomar Quintanilha (TO).



"Todo mundo ganha" quem, cara pálida? Por acaso o "todo mundo" inclui os pagantes dessa nova farra?  Se as regiões encontram-se "abandonadas pela região central do Pará", quem irá cuidá-las? Uma nova administração regional ou Brasília? De onde vocês acham que virão os recursos, do próprio território e sua receita? Se com o Pará não deu certo, por que agora daria? 

Partidos novos, como o Liber e o Federalista têm o que a dizer? Os tradicionais não espero nada mesmo, pois já integram a máquina pública há tempo suficiente para saber como lucrar com o expediente, lançando novas candidaturas para concorrer e ganhar novas sinecuras estatais.

Mas, e vocês?
...


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