Não Culpe o Capitalismo



Pessoal, eu,

Anselmo Heidrich, o Fernando Raphael Ferro de Lima e o Luis Lopes Diniz Filho,

administradores dos blogs


respectivamente, acabamos de lançar um libelo da GEOGRAFIA ANTI-MARXISTA, o 1º do país!

Prestigiem...

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quinta-feira, agosto 11, 2011

Quem odeia, educa


A matéria sobre os distúrbios em Londres English Riots, Moral Relativism, Gun Control, and the Welfare State acerta no alvo. Não se trata de culpar os imigrantes ou seus descendentes, mas a não exposição dos insurgentes em mídia brasileira e apenas comentários com a expressão "bairros multirraciais" indica que há presença daquele elemento. Por causa da raça ocorreram os distúrbios? Da cultura? Evidente que não, se não eu não teria colocado uma matéria que dá um rumo diferente para as explicações. Acontece que a perda moral recai, sobretudo, nessas camadas populacionais porque elas são mais expostas, justamente, ao amparo (e desestímulo) estatal. Na medida em que não lutam por si e, portanto, não adquirem o estofo moral de quem vive por conta própria se tornam o alvo de si próprios. A matéria, feliz em minha opinião, ainda mostra outros imigrantes ou de ascendência estrangeira (coreanos em L.A. e turcos em Londres) que, ao contrário de qualquer insurgente vândalo estão justamente lutando por defender seu patrimônio. Então, tu perguntaria (imagino) por que a insistência em mostrar o rosto dos baderneiros? Ora! Por que não? Em minha opinião, mostrar quem são, se filhos de imigrantes, árabes, muçulmanos da África Setentrional ou brancos não serve para estigmatizar tais grupos (embora eu reconheça que muitas pessoas assim o farão), mas serve para mostrar o fim, ou produto adquirido com as políticas sociais que ao invés de integrar o indivíduo acabam tendo efeito contrário.


Não me surpreendeu nem um pouco que um professor estivesse entre eles.




E um menor de 11 anos que a mãe deve mimar a vontade.

Aqui seguem trechos que escrevi para alguém que acusava a segregação como a responsável pelos distúrbios em Londres...



Obviamente eu não quis dizer que Londres ou alguma grande capital européia estaria pior que o Jardim Ângela em S. Paulo, os morros do Rio ou Cali na Colômbia. O que há ali é justamente o uso de um pretexto para barbárie pura e simples. Se fosse mesmo "legítima defesa", esta seria na hora em que a suposta vítima era alvo dos policiais. Se fosse algum linchamento, seria contra os supostos assassinos da vítima (que em outra versão atirou nos policiais).


Convenhamos, não dá para ser um liberal idiota e defender qualquer ato de mob rules só porque é contra o estado. Os vândalos em questão estão usando o caso para atacar a propriedade de gente que nem tem nada a ver com o que houve. Este discurso pseudo-sociológico é para justificar, em nome de um anarquismo pueril, um ataque a base contratual da sociedade que, esta sim, é um verdadeiro pressuposto liberal.
"Segregação"?! Se tu me provar que os insurgentes são segregados de algo e, ao contrário do que se diz, não recebem nenhum tipo de provento do welfare state, eu passo a considerar a hipótese. Mas, numa coisa eu concordo, o estado tem culpa, parcial, mas tem culpa sim: ao incentivar a vadiagem. Tem que tratá-los como o cidadão comum, sem nenhum tipo de ajuda ou benefício, seja migrante, descendente ou não. Não vejo porque terem alguma condição especial e mais, se for assim, se tiver alguns desses beneficiados, o mínimo a ser feito, além da pena que devem cumprir (ouvi uma de apenas meses, muito pouco), não deveriam mais ter direito algum a um benefício social sequer. A coisa funciona em sentido contrário, estes vagabundos deveriam é agradecer. Agora se tu acredita que são todos "vítimas do sistema", só por curiosidade, como tu acha que deveriam então ser tratados? Com um amplo programa de transferência de renda para não mais serem "segregados"?
Tem a ver com o que, caro anarco-libertário? Se não há sentido, tem a ver com o quê? Diga-me, estou curioso, eles são "segregados"? De que forma? Não ganham nada? Bolsa, estudos, moradia etc.? Se há assistência que diabos de "segregação" é esta? Pois eu te digo, horas vadiando, sem ter que trabalhar, ouvindo "música de protesto", que hoje não é Bob Dylan, mas RAP de 5ª, alguns com alusões islamonófilas, "contra o sistema", confundindo o "homem branco" com a "maldita civilização" que só o fez acolhê-los, está aí o motivo pelo qual lutam. São losers que aceitam a pecha e se nutrem dela. Houve violência e abuso policial? Que se apure, que se puna, mas detonar quarteirões por isso, atingindo quem não tem a ver com a paçoca? Quer dizer, um policial mata um amigo meu e eu me viro contra ti, contra o teu negócio que tu levou anos para levantar porque eu odeio que tu tem posses e eu só tenho essa merda de ódio? Isso é justo? Eu até agora não vi no que são "segregados". Qual a segregação de um garoto de bosta de 11 anos amparado pela mamacita, uma estudante de gramática(!) e um professor assistente? Querem ganhar mais? Eu também, e daí, nem por isso vou criar o MSH (Movimento dos Sem Hummer).
Mas, eu gostaria muito de saber que o professor assistente ensina a seus pupilos. Certamente que está longe dos livros de Içami Tiba, como Quem ama, educa.
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