Não Culpe o Capitalismo



Pessoal, eu,

Anselmo Heidrich, o Fernando Raphael Ferro de Lima e o Luis Lopes Diniz Filho,

administradores dos blogs


respectivamente, acabamos de lançar um libelo da GEOGRAFIA ANTI-MARXISTA, o 1º do país!

Prestigiem...

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terça-feira, dezembro 27, 2011

Culpando o mito


(...) Os liberais não desejam intervenção estatal na atividade econômica, exceto para “salvar” a economia em momentos de crise, de modo a “socializar as perdas” causadas pela permissividade do sistema. Esse modelo proporciona, antes da crise, imensos ganhos especulativos para alguns, e, com a crise, prejuízos para o sistema econômico, para os mais pobres e para toda a sociedade, quando o Estado é obrigado a injetar dinheiro dos contribuintes para “salvar” a economia da crise.
De nada adianta culpar este ou aquele indivíduo: enquanto o sistema for permissivo, haverá pessoas dispostas a correr riscos para obter lucro fácil, especialmente se quem arcar com as perdas for o Estado. Porém, os liberais não irão reconhecer que o sistema capitalista desregulado é frágil e incapaz de evitar crises, optando por afirmar que as crises são inerentes ao sistema e apontando os erros cometidos por governantes e por agentes econômicos para justificar a existência da crise.
A CRISE GLOBAL E O FINANCIAMENTO IMOBILIÁRIO - SUBPRIME MORTGAGE 
Os emergentes têm crescido como era de se esperar, os empregos nos EUA têm sido retomados. Não vai ser agora que o capitalismo precisará de um controle global ou nacional voltando a um estágio econômico anterior. O que se precisa observar é o comportamento individual, ainda sujeito a políticas de recuperação que estimulam ao erro. O desenvolvimento em regiões, como a África corresponde a uma "fronteira horizontal", depois vem a "vertical" onde, nos mesmos locais, se intensificará a produção. Agora, olha que interessante... Os anti-liberais chamam o liberalismo econômico de mito, acusam os que acreditam e o defendem de ingênuos, não raro de hipócritas, mas.... Quando se trata de criticar uma crise, qualquer que seja, não levam em consideração os governos, os estados. É como se estes simplesmente deixassem de existir. Ué?! Ou o capitalismo liberal é uma fábula e os governos são agentes de peso, os estados são de pesos-pesados ou -- quando eis que surge uma crise... -- eles, misteriosamente, deixam de existir e passa a ser uma crise do “capitalismo liberal”. Ah, vá...

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